12/07/20

Fernanda Malhão – desafio 55

Uma interrogação assola a minha mente todos os dias: Como é que depois desta ventania que a pandemia trouxe às nossas vidas, toda a adversidade, a penumbra do medo, o duvidar das nossas sentenças, perceber que vivíamos num sossego, pôr em causa os nossos limites, a escassez de tempo. Tudo foi desconstruído. Ainda há quem não mostre humildade, não tenha paciência. É hora de procurar dentro de nós o sentido maior das nossas vidas. O que queremos?

Uma convicção assola a minha mente todos os dias: Como é que depois desta estagnação que a pandemia trouxe às nossas vidas, todo o facilitismo, a luz do medo, o duvidar das nossas liberdades, perceber que vivíamos numa inquietude, pôr em causa a nossa eternidade, a escassez do ilimitado. Tudo foi desconstruído. Ainda há quem não mostre arrogância, não tenha intolerância? É hora de procurar dentro de nós o sentido maior das nossas vidas. O que queremos?
Fernanda Malhão, 44 anos, Gondomar
Desafio nº 55 – reescrevendo um texto com contrários de palavras impostas, escritas num texto prévio

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