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28/01/18

Ana Pegado ― desafio RS 49

Aquele caso era fora do comum. Não era nada parecido com os que estava habituado a tratar no antigo departamento. Não sabia bem todos os contornos, estava ainda a tentar compreender. Como é que se podia dar um nome à operação sem ter uma ideia clara do que se tratava? Operação sombra? Operação fantasma? Como é que fazem isto habitualmente? Sempre pensou que existia um departamento responsável por dar nome às operações policiais. Afinal não. Que desilusão!  
Ana Pegado, 31 anos, Lisboa
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


25/01/18

Margarida Freire ― desafio RS 49

Operação
No Reino de Neptuno reinava a desilusão. A Pequena Sereia não atinava com a Aritmética. Na hora de diminuir, multiplicava. Em vez de somar, dividia.
"Diacho da garota... ", desabafava o pobre do pai.
Um dia, chamou Pitágoras. Contavam maravilhas daquele homem, barra nas operações.
― Não se preocupe, Majestade. A Princesa entra nos eixos no dia em que descobrir que o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos….
E não é que foi mesmo?
Margarida Freire, 75 anos, Moita
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


15/01/18

Ana Rita Barreiro ― desafio RS 49

“Operação Natal Sem doçura”
Todos os anos, passo o Natal com a minha família. Mas este foi um Natal diferente… Desafiei-os a só ingerirem o prato principal e a deixarem as doçuras para o dia seguinte. Chamei, então, a este Natal “Operação Natal Sem Doçura”. Para trazer água na boca, eu não hesitei em colocar na mesa os doces. Quando virei costas, eles não resistiram senão a comerem-nos. E eu também não! Afinal de contas, é só uma vez por ano!
Ana Rita Barreiro, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


Ana Francisca Roboredo ― desafio RS 49

Operação Noite de Natal 
Eu estava, no dia 24, a preparar a mesa para a consoada. Ficou belíssima!
A minha avó ficou de trazer o bacalhau. Mas nunca mais aparecia! Começámos a ficar preocupados, até que o telefone tocou. Felizmente, era a minha avó. Disse que não podia comparecer, pois estava muito doente. Ficámos todos nervosos, pois, sem bacalhau, não podia haver Natal! Subitamente, ouvi a voz da minha mãe a chamar por mim. Afinal, tudo não passara de um pesadelo! 
Ana Francisca Roboredo, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva 
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação



14/01/18

Luana Neves ― desafio RS 49

Quando era pequena, passei as férias com os meus primos e levei o meu peluche - "o Cantor" - comigo (chamava-se assim, porque, se o apertássemos, ele cantava).
Certo dia, ele parou de cantar, pelo que chamei a minha prima para me ajudar a fazer-lhe uma operação de salvamento. Então, com uma tesoura, abrimo-lo e descobrimos uma meia a tapar o sensor.
Posteriormente, o meu primo acabou por confessar ser o responsável por tal artimanha de silenciamento.                                                                           
Luana Neves, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Maria Bessa ― desafio RS 49

Operação salvar o jantar de Natal
Na véspera de Natal, em casa da minha avó, estávamos todos animados! Alguns prepararam o jantar, colocando as travessas no forno e sentaram-se seguidamente a conviver com os outros.
Subitamente, enquanto apalpava e espreitava para adivinhar os presentes, começou a cheirar-me a queimado. Todos sentiram o mesmo. Concluímos que o jantar estava queimado. Pensámos, pensámos, até que me lembrei do reclame da Telepizza, propondo uma piza de bacalhau. Não estávamos à espera de comer isso, mas deleitámo-nos.
Maria Bessa, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

13/01/18

Beatriz Soares ― desafio RS 49

Operação "Devoradora de bolachas!"
Já que estou constantemente a ser apanhada a comer bolachas sem autorização...decidi desenvolver um plano para que o meu estômago, finalmente, se orgulhe do meu cérebro!
O passo um consiste em roubar bolachas.
O segundo é o meu favorito, pois é nesta fase que eu como as bolachinhas e as engulo de uma só vez (discretamente, claro!).
A última parte da operação implica que, depois disso, continue o meu dia com a consciência pesada devido à gula! 
Beatriz Soares, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Inês Moreira ― desafio RS 49

Estou aqui há horas, não consigo entender se devo fazer "e vai um", se me enganei num dígito ou se estou a fazer tudo ao contrário. Está a dar comigo em doida!
Tudo isto começou quando me lembrei, no último dia de férias, dos trabalhos de casa. Estava sob pressão… E, ainda por cima, eram imensos! Para piorar a situação, encravei numa OPERAÇÃO matemática. A cereja no topo do bolo é que esta OPERAÇÃO é de dividir.
Inês Moreira, 11 anos, Colégio Paulo VI - Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Nuno Stockler ― desafio RS 49

Operação " Cozinha de Natal"      
Na véspera de Natal, em casa da minha tia, já era meio-dia e ainda sem bolos na mesa! Então, os meus primos, os meus irmãos e eu decidimos dar uma ajuda. Reunimo-nos à mesa para distribuirmos tarefas e, logo de seguida, pusemos as mãos na massa! Era uma confusão, mas todos estavam verdadeiramente empenhados.
Depois de concluída a nossa "operação", apercebemo-nos de que eram horas de jantar! Eis que chegou a sobremesa e os milhões de elogios!
Nuno Stockler, 11 anos, Colégio Paulo VI - Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Beatriz Sousa ― desafio RS 49

Eu tinha uma operação muito difícil pela frente: ajudar uma amiga, mas, depois, apercebi-me de que era fácil.
Tudo começou quando ela fez uma OPERAÇÃO aos pés.
Assustei-me quando ela se queixou. Afinal, eram apenas os parafusos a fazerem o seu trabalho.
Pensei que aquilo me ia dar trabalho, porém a única coisa que tinha de fazer para ela melhorar era ficar ao lado dela, apoiando-a no que precisasse para recuperar completamente da cirurgia, mesmo que custasse.
Beatriz Sousa, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva 
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Francisco Vilhena ― desafio RS 49

Naquela noite nasceu um menino. Nos céus estava a brilhar uma estrela para indicar o caminho até ao seu berço. De repente, surgiu um forte nevoeiro, Belém ficou nas trevas. Como todos queriam conhecer o recém-nascido que diziam ser rei, executaram uma operação de salvamento estrelar. Os habitantes daquele lugar sopraram em conjunto em direção às nuvens, estas dissiparam-se e deram lugar à luminosa estrela que os guiou até ao estábulo onde foi Natal do menino Jesus. 
Francisco Vilhena, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Rita Vale ― desafio RS 49

Tenho uma irmã gémea que é fisicamente igualzinha a mim: cabelo, olhos, feições, estatura, tudo.
Há uns anos, a minha irmã foi internada no hospital CUF para fazer uma operação à garganta e nós estávamos no quarto a aguardar que a levassem para o bloco. Entretanto, ela decidiu ir à casa de banho e eu adormeci na cama dela.
Os enfermeiros levaram-me a mim sem querer. Anestesiaram-me durante o sono e… Conclusão, fui operada sem nenhuma necessidade!...
Rita Vale, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Afonso Ramos ― desafio RS 49

OPERAÇÃO: a PALAVRA que causa CONFUSÃO
Seja qual for o objetivo do emprego da palavra “operação”, esta pode dar eventualmente confusão na interpretação.
Este vocábulo tem diferentes significados, desde cirurgia a um controlo da Polícia de Segurança Pública, passando por missão, podendo também remeter para cálculo matemático, entre outros.
Assim, é preciso ter cuidado na forma como utilizamos o lexema operação,
para não causar dúvida, mas perceber que ela nos pode ser muito útil.
Depois desta explicação, dou por concluída esta bela operação.
Afonso Ramos, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

Tomás Almeida ― desafio RS 49

Há quase três anos, fiz uma cirurgia aos ouvidos. Essa foi a terceira. 
A primeira, tinha eu três anos de idade e foi serviço completo: garganta, ouvidos e nariz. 
A segunda, por volta dos cinco, foi mais simples. 
Agora, estou a aguardar o que o médico acha. Será que não vou escapar à quarta operação? Tenho o tímpano furado! Gostava que não fosse necessário. Talvez tenha que passar por tudo novamente se não quiser perder a audição!
Tomás Almeida, 11 anos, Colégio Paulo VI - Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

12/01/18

Lara Costa ― desafio RS 49

Corri à cozinha, posicionei uma escada para chegar à prateleira das bolachas de gengibre, imaginando serem as suas preferidas. 
Peguei numa caneca recente do armário (estavam todas partidas...), enchi-a com leite. 
Neste Natal, decidi assistir à sua chegada. 36 patinhas pousaram no telhado: 
― Chegou!!! 
Preso na chaminé, lamentou-se: 
― Devia ter comido menos Bolo-Rei… 
A única solução era empurrá-lo…, mas como? 
Rodolfo fartou-se e, decidiu ajudar, dando-lhe uma patada. 
Ficou sujo, mas acertei nas bolachas favoritas!!!! 
Lara Costa, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação

11/01/18

Beatriz Pereira ― desafio RS 49

Num dia de chuva, às sete horas da tarde, eu viajava de carro a caminho de um restaurante chinês, para jantar com a minha família. Como eu não sabia que enchia rapidamente, não reservei mesa. 
No percurso, fui abordada pela polícia, momentos antes de chegar ao restaurante. Os senhores agentes encontravam-se a efetuar uma operação STOP, e detiveram-nos ali muito tempo. 
Quando chegámos finalmente ao restaurante, não havia nenhuma mesa disponível e tivemos de regressar para casa! 
Beatriz Pereira, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


José Francisco Sousa ― desafio RS 49

A OPERAÇÃO INSÓLITA
Quando começaram as férias, não imaginava o que iria acontecer.      
No início, foi maravilhoso estar com os meus primos: fomos ao cinema, brincámos e até fizemos alguns trabalhos.      
A festa de Natal, este ano, foi em casa dos meus avós. E, durante a tarde, fomos jogar futebol para o pátio. No calor da partida, o meu primo, ao dar um pontapé na bola, falhou; chutou um vaso, partindo um dedo do pé - foi submetido a uma OPERAÇÃO.
José Francisco Sousa, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


Luís Henrique Lima ― desafio RS 49

OPERAÇÃO STOP
Andava no meu terceiro ano quando, numa visita de estudo, a PSP convidou a minha turma para fazer uma verdadeira operação stop. Assim que assomavam alguns automóveis na nossa via, ordenávamos a sua paragem e inspecionávamos bem se ninguém estava a infringir nenhuma lei. Celebrámos ao constatar que, como esperado e desejado, todos cumpriam as leis, mas foi, na mesma, muito divertido e passaram pessoas da família dos meus colegas só para nos verem vestidos de polícias.
Luís Henrique Lima, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


08/01/18

Miguel Fonseca ― desafio RS 49

Em matemática, existem várias operações. Quando queremos somar dois algarismos, utilizamos a operação adição. Já para subtrairmos dois números, usamos a operação subtração.
Caso queiramos multiplicar dois fatores, como na tabuada, aplicamos a multiplicação. Se porventura necessitarmos de repartir ou dividir algo, recorremos à operação divisão.
Todas estas operações possuem propriedades básicas como a comutatividade e a associatividade.
Encontram-se também propriedades associadas como a propriedade distributiva ou do elemento neutro. 
O que seria da matemática sem operações!
Miguel Fonseca, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação


Catarina Pereira ― desafio RS 49

A típica Operação antes do Natal 
A operação começa com “Querido Pai Natal,” seguida da nossa parte impostora: “Este ano portei-me muito bem”. Mas, a verdade é que, mesmo quando nos portamos mal, ele nos deixa sempre presentes. 
Todos os anos, a típica tradição “Ainda não comprámos a prenda para os teus avós, para os teus tios…”, “Tenho de fazer o jantar. O que acham de Farrapo Velho?”  Há onze anos a aturar isto… Mas quando finalmente chega a consoada, ficamos todos radiantes! 
Catarina Pereira, 11 anos, Colégio Paulo VI – Gondomar, prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio Rádio Sim nº 49 ― operação