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14/05/20

Tiago C ― desafio 164


Houve um dia em que me apeteceu ir navegar de barco até ao Brasil e então lá fui eu sozinho, aluguei um barco dos bons.
Comecei a navegar e quando cheguei quase a meio do caminho, encontrei um barco afundado e estava lá o meu amigo Nelson a fazer uma discoteca com as carpas e eu deixei o meu barco e fiquei lá com ele a gozar o som, depois voltámos os dois para trás no barco.
Tiago C, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

20/01/20

Lucas R ― desafio 164


Numa aventura no meio do mar, estava eu num navio com os meus companheiros a navegar pelo o oceano, de repente, aparece uma tempestade, a minha equipa entra em pânico e não ajudou a controlar o navio. Depois de cinco minutos, dentro da tempestade, o navio foi atingido por um relâmpago e quase todos gritaram. O navio afundou-se e ficou para sempre no fundo do oceano onde vivem monstros assustadores, onde ninguém quer ir ou quer entrar.
Lucas R, 14 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

João S ― desafio 164


Certo dia o Manuel e eu fomos aos Estados Unidos ver o Trump, mas no meio do caminho ocorreu um improviso, o barco embateu e começou a afundar-se. Manuel e eu ficámos em pânico e começámos a gritar, enquanto nos batia a água nos pés, pensámos ligar à mãe do Manuel, mas não havia rede. O barco afundou-se totalmente, mas por sorte passou um grande navio à nossa frente que nos viu e nos ajudou. Estamos salvos.
João S, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Carlos F ― desafio 164

Naquele dia decidi ir mergulhar para o mar profundo. O dia estava bom, o sol brilhante, radiante e o mar estava quase sem ondulação.
Parti do cais, e lá fui eu para o mar. Enquanto eu ia no barco fui-me logo vestindo, para depois mergulhar. Quando mergulhei deparei-me logo com um barco, muito velho, naufragado. Pensei imediatamente que era o Titanic e lá fui eu à descoberta. Encontrei um baú num compartimento. O que estaria lá dentro?
Carlos F, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Tomás P ― desafio 164

Quando comprei um barco lindíssimo de 250.000 euros fiquei muito, muito contente porque podia embarcar com todos os meus amigos para fazermos festas e ir para longe da cidade. No dia seguinte convidei a escola inteira para o meu barco e fomos para longe da costa. Até estava a correr tudo muito bem, mas, a certa altura, o barco afundou-se. Consegui sobreviver e nunca mais entrei noutro barco porque fiquei com medo de se afundar de novo.
Tomás P, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Diogo C ― desafio 164

Um dia o João encontrou um barco, foi ver o que havia dentro do barco, estava lá o Rodolfo a assombrar o barco e ele disse-lhe:
― Olha lá, o que andas a fazer?
― Vim ver o que havia, mas não há nada demais só um Rodolfo a assombrar o barco - respondeu-lhe o João.
De seguida o Rodolfo começou a fazer bruxaria, mas o João tirou a cruz de madeira do bolso e o Rodolfo morreu outra vez. 
Diogo C, 14 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Carolina A ― desafio 164


O meu pai contou-me que há uns bons anos, um navio se tinha afundado. Ele estava lá com uns amigos, poucos sobreviveram, pois, o navio afundou por causa de uma terrível tempestade. Muitos não conseguiram sair do navio, mas o meu pai conseguiu. Foi dado o alerta de que o navio tinha afundado por isso foram até lá e salvaram os que ainda estavam vivos. Depois disto o meu pai tem muito medo de andar de barco.
Carolina A, 8ºA, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Júlia O ― desafio 164


O meu pai sempre dizia: “Nunca vás ao navio abandonado, é muito perigoso". E todos obedeciam, porque ele é o Rei das Sereias. Mas hoje à noite, eu e o meu amigo Jack vamos ao navio misterioso. Toda a gente diz que já viu vários fantasmas, mas somos corajosos, eu sou mais corajosa que o Jack. Também não temos medo do escuro, nem de um navio abandonado onde poderá haver fantasmas.
O melhor é ficar em casa…
Júlia O, 15 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Eduardo G ― desafio 164


Eu, o Luís e o Tomás decidimos fazer uma expedição ao fundo do mar. Já estávamos há uma hora debaixo de água, quando o Luís avistou um navio. Fomos ver de mais perto. Era um navio assombrado. O primeiro a entrar fui eu, depois o Luís, porque o Tomás tinha medo de entrar. Mas encheu-se de coragem e entrou.
Passados uns cinco minutos de exploração encontrámos um tesouro, era o tesouro do maior pirata português. Ficámos ricos!
Eduardo G, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Mafalda G ― desafio 164

Sete marinheiros e o seu capitão estavam a viajar para o reino de Inglaterra para onde levavam especiarias. Começou a anoitecer e a formarem-se nuvens negras.
De repente, houve uma tormenta e os marinheiros ficaram muito agitados. O capitão começou a dar ordens, eles obedeceram, mas a tormenta era tão forte que o barco afundou-se e os marinheiros e o capitão caíram ao mar.
O barco ficou no fundo mar durante muitos anos. Será que lá continua?
Mafalda G, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Ana R ― desafio 164

O que é isto? Outro navio afundado, como será que se afundou? Terá chocado contra alguma coisa? E de quem seria? Não sei, só sei que afundou aqui e as pessoas que lá estavam, ou foram salvas por outros barcos, ou morreram afogadas. O nosso mar já está cheio de barcos e navios afundados, não precisamos de mais, nós, os peixes, já estamos habituados a ver estas coisas, e há barcos que têm mais encanto que outros. 
Ana R, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Margarida G ― desafio 164

Um submarino estava à procura de coisas misteriosas no mar, quando se deparou com um navio afundado. Os dois marinheiros ficaram muitos felizes e foram imediatamente investigar.
Ao entrar no navio, eles viram muitas coisas interessantes, tiraram muitas fotografias para mostrar aos companheiros.
Enquanto estavam a fazer a sua investigação, eles ouviram alguns ruídos, mas não pararam por causa disso.
Quando se retiravam do navio, viram um tubarão enorme atrás deles… Felizmente chegaram a tempo ao submarino.
Margarida G, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Patrícia T ― desafio 164

Num dia magnífico, nada melhor que um passeio de barco com o meu namorado. Aquele barco era tudo o que nos tínhamos idealizado para um momento a dois. Até que o barco começou a afundar-se. Tudo o que nós queríamos era que fosse o melhor momento! O barco afundou-se e nós dentro de água sem saber nadar, até que encontrámos uma grande margem e ficámos salvos. Não foi como nós tínhamos idealizado, mas foi uma grande aventura.
Patrícia T, 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

João F ― desafio 164

Já passaram 150 dias desde que partimos de Lisboa quando passaram 100 dias o barco afundou.
Nós encontrámos uma ilha deserta, que nem sabíamos que existia, já que ela vai para baixo de água em uma semana, só volta para cima de água depois de passarem 2 semanas.
Na primeira vez que a ilha foi para baixo de água ficámos assustados, sem saber o que fazer, mas nada aconteceu com a gente.
Ninguém sabia o que aconteceria.
João F, 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

João P ― desafio 164

Num dia de chuva, em que o mar estava agitado, estava eu e os meus marinheiros, às três da manhã, a navegar pelo Oceano Atlântico. Numa falta de comunicação entre nós, o nosso orientador deixou-se dormir sem nos avisar. Batemos num iceberg gigante que partiu a parte inferior do barco e, para nos salvarmos, só tínhamos duas canoas para vinte marinheiros. Pedimos ajuda a barcos próximos só que não chegaram a tempo, mas felizmente conseguimos todos salvar-nos.
João Pe, 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Mafalda F ― desafio 164

Uma vez, estava a nadar com o meu pai pelo mar aberto, quando avistámos uma estrutura enorme, do maior que já vi. O pai parecia maravilhado ao encontrar aquilo.
― Pai! Pai! O que é aquilo? – perguntei espantado.
― Chamam-lhe de “O Grande Cachalote”, uma das naus mais poderosas que navegou no Oceano Pacífico.
― Como acabou no fundo do mar?
― É uma longa história, tendo várias versões, sendo a mais popular o seguinte: a nau embateu com um cachalote.
Mafalda F, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Tiago L ― desafio 164


Um dia avistei um objeto muito grande no oceano.
Claro que, como sou muito curioso, fui logo ver o que era. Cheguei ao pé daquilo, vi logo que era um grande navio afundado. 
Pensei logo que podia fazer uma bela casa para mim e para a minha família, mas ouvi um ruído. Fui ver o que era e afinal era um grande tubarão. Pensei de imediato, “ora, ora… vou-me já embora ou irei ser comido pelo tubarão!!”
Tiago L, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Luís C ― desafio 164


Num certo dia de inverno, estava uma grande tempestade, com relâmpagos. Estava a velejar no meu enorme barco até a ilha do Hawai, quando, no meio do caminho, o vento ficou ainda mais forte e as ondas do mar começaram a bater contra o barco.
Começou a entrar água no barco até que o casco começou a rachar. As ondas continuavam batendo e batendo até que se partiu por completo e acabou por afundar no fundo marinho. 
Luís C, 16 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Diogo P ― desafio 164

Chegou o dia! Tinha a sensação de que ia acontecer algo inesperado. O meu primo convidara-me para ir mergulhar com ele. O combinado era saltarmos de paraquedas a meio do Pacífico, para experimentar os novos fatos de mergulho que tinham chegado à marinha.
Pulámos. Não sabia se tremia de frio, ansiedade ou adrenalina.
Caí no mar. “Será que estou a sonhar?” Estava ali um navio naufragado, a minha imaginação explodiu. Imaginava ali uma grande história de piratas.
Diogo P, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado

Verónica Z ― desafio 164

Há muito tempo, na Alemanha, um navio de guerra tinha desaparecido. Ninguém sabia onde estava, mas um dia, três mergulhadores que andavam no mar avistavam qualquer coisa. Mas o que era? Depois de muito nadarem, conseguiram desvendar aquele mistério. Era um navio de guerra que tinha desaparecido há muito tempo. Assim ficou mais um mistério resolvido ao fim de muito tempo. Mas onde estava o capitão? Depois de muitas buscas o corpo foi encontrado. O mistério resolveu-se.
Verónica Z, 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 164 ― imagem de navio afundado