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26/11/19

João Pedro C ― desafio 178


Era uma vez um menino que estava a dormir. De repente, ouviu um
barulho, TOC, TOC… Ignorou a primeira, a segunda, a terceira. Mais tarde,
era a quarta vez que ouvia aquilo.
Esboçou uma frase, mas não chegou a dizê-la, preferiu escrevê-la.
Que ruído! Assustado, guardou rapidamente o papel no bolso.
Desceu as escadas, vagarosamente, e, ao chegar à porta, o ruído
repetiu-se. Quando a abriu, encontrou um menino a pedir doces na noite
de Halloween. Puxa!
João Pedro C, 8º D, Escola Secundária da Gafanha da Nazaré, prof Isabel Sardo
Desafio nº 178 ― 3 frases para usar no texto

Carla Silva ― desafio 182

Pureza dos Anjos
Pureza dos Anjos fez camas, varreu chão, arrumou copos, deu ração ao cão, regou as rosas, podou a sebe que ameaçava apoderar-se do vaso dos cravos, coseu uns casacos, um véu e um gorro. Arejou a casa e desabou no sofá pensando no caçador que roubara o seu coração.
É que apesar das promessas do Monarca, o caçador era o homem dos seus sonhos.
E nem fada, nem bruxa, nem o que fosse mudava o seu pensar. 
Carla Silva, 46 anos, Barbacena Elvas
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

10/11/19

João Bernardo B ― desafio 182

A Branca de Neve
A senhora começou a desprezar a Branca de Neve. O desprezo começou a crescer no seu coração, como a erva má cresce nos campos, porque a Branca de Neve achava-se no mundo. O desprezo era mesmo grande e essa senhora não arranjava forma de descansar. Pensou como envenenar a Branca de Neve. Mascarada de senhora que era vendedora, passou as serras e chegou à casa da Branca de Neve, recomendou que comesse uma maçã envenenada em segredo.
João Bernardo B, 11 anos, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Beatriz P ― desafio 182


Branca de Neve andava a passear no bosque e deparou-se com uma casa bem pequena. Era a casa dos anões.
Como se achava cansada pensou em a ocupar.
Quando os anões chegaram, surpreenderam-se ao verem Branca de Neve numa dessas camas.
Quando Branca de Neve regressou ao bosque deparou-se com uma bruxa a querer oferecer-lhe uma maçã envenenada. Branca de Neve após morder a maçã perdeu a força.
Apareceu um Monarca que ajudou a Branca de Neve.
Beatriz P, 11 anos, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

04/11/19

Maria T ― desafio 182


As nove rosas
Era uma vez um senhor que comprou nove rosas brancas. Uma senhora que passava pela rua, observou as rosas e desejou-as. A senhora sempre que punha um preço para comprar o senhor negava.
Então a senhora preparou, com os seus conhecidos, um assalto à casa. A senhora roubou as rosas brancas. Na sua casa, as rosas começaram a murchar e escuras como o coração da senhora.
A senhora de envergonhada que estava por as rosas murcharem, mudou-se.
Maria T, 6ºA, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Marta R ― desafio 182

O Natal está a chegar e o Manuel gostaria de declamar um poema na festa de Natal da escola. Ele esteve toda a tarde a ensaiar com o Joaquim. O amigo suspirava de impaciência. Era a quarta vez que ouvia aquilo.
No dia da apresentação ele esboçou uma frase, mas não chegou a dizê-la. Ficou muito nervoso. Guardou rapidamente o papel no bolso e resolveu improvisar. Todos aplaudiram de pé, entusiasmados com a apresentação do novo poema.
Marta R, 6ºE, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Andreia D e Raquel T ― desafio 182


Uma dama má e formosa, de coração mau manda fazer desaparecer sua cunhada, Branca de Neve. Mas, o carrasco não a massacra.
Na sua fuga para o bosque, depara-se com uma cabana de anões que a ajudam.
Poucos anos após, quando se descobre que Branca não morreu, a dama mascara-se e corre para a apanhar.
Usa a maçã envenenada que faz com que durma um sono profundo, só acordando quando o amor na sua boca se derramar.
Andreia D e Raquel T, 6ºC, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Madalena R ― desafio 182

Branca de Neve
Era uma vez uma jovem chamada Branca de Neve. Uma manhã, Branca comeu uma maçã envenenada e adormeceu num sono profundo. Passado nove semanas, chegou um conde jovem ao campo. Chegou ao pé da Branca e sussurrou uma graça à sua mão. Passado dezanove segundos, o conde apercebeu-se de uma voz suave a expor:
― Que graça engraçada! O conde percebeu que era a Branca de Neve e prazeroso deu à jovem um abraço.
Madalena R, 6ºC, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Carolina P ― desafio 182

O rapaz pobre 
Era uma vez um rapaz assombrado de enorme pobreza. Com fome, roubava para comer.
Quando roubava umas peras, o dono do supermercado, apanhou-o e ameaçou-o.
Um senhor que observava o rapaz ajudou-o, pagando as peras e oferecendo uma sopa.
Passaram-se anos, o mesmo senhor sofreu uma doença grave, sendo a operação ao cérebro uma cura cara.
Uma pessoa operou e pagou as despesas de saúde. Era o rapaz pobre que nunca esqueceu a boa ação do senhor!
Carolina P, 6ºA, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Miguel M ― desafio 182


Era uma vez um corajoso cágado que quando era novo abandonou o seu grupo para jurar acabar com os seus predadores. Quando acabou de o fazer pensou: “ O que faço eu agora!?”
Nessa mesma hora conheceu um jovem dragão com o sonho e o desejo de saber nadar. Já conhecendo-se bem acompanharam-se numa grande jornada mundo fora. No seu decorrer o cágado preparou o dragão para saber como nadar. Não obedeceu à sua jura mas nunca se arrependeu.
Miguel M, 6ºC, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

Sofia J ― desafio 182

Um soberano e a esposa andavam desesperados por não haver jovens seus, no condado.
Do nada apareceu uma jovem sua.
Mandaram fazer uma boda. As fadas compareceram, apenas uma não fora à boda.
Jogou um mau desejo à jovem: morrerás ao ferrar o dedo com um fuso!
O soberano acabou com os fusos. Passados anos, a jovem furou o dedo, adormecendo.
Apareceu um jovem que deu um fervoroso ósculo na jovem, que acordou, casaram e foram embora.
Sofia J, 6ºC, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
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Guilherme C ― desafio 182

O Mocho e o Corvo
Há alguns meses, houve um concurso de voar. Um Mocho e um Corvo concordaram em fazer um jogo, que era da árvore ao rochedo e regressar. O Corvo pensava em ganhar. O Mocho sonhava ganhar. O Corvo fez com que o voo fosse de manhã, porque o mocho vê pouco ao amanhecer. O voo começou e o corvo deu avanço, pensando que ganhava. Enganou-se, o Mocho mesmo cego, mas com desejo, venceu.
Guilherme C, 6ºA, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
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Guilherme M e Tiago S ― desafio 182

O GUEPARDO E A ARANHA
Era uma vez uma Aranha que era gozada por ser vagarosa. Num sábado, o Guepardo propôs à Aranha correr para ver quem era o vencedor.
Quando começaram a correr, o Guepardo começou a ganhar espaço da Aranha e achando que ganhava à Aranha fez uma soneca.
Acordou e reparou que a Aranha o superou e começou a correr para ver se chegava depressa e era o vencedor.
Quando chegou observou que a Aranha venceu e chorou amargurado.
Guilherme M e Tiago S, 6ºC, AE Pinheiro e Rosa – Escola José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
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10/09/19

Carla Silva ― desafio 182


Pureza dos Anjos
Pureza dos Anjos fez camas, varreu chão, arrumou copos, deu ração ao cão, regou as rosas, podou a sebe que começava a apoderar-se do vaso dos cravos, coseu duas casacas, um véu e um gorro. Arejou a casa e desabou no sofá pensando no caçador que roubara o seu coração.
É que apesar das promessas do Monarca, o caçador era o homem dos seus sonhos. 
E nem fada, nem bruxa, nem o que fosse mudava o seu pensar. 
Carla Silva, 45 anos, Barbacena, Elvas
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05/09/19

Paula Castanheira ― desafio 182


Joana órfã.
Joana formosa.
Joana suspensa.
Arrancaram-na aos abraços.
Despojaram-na de amor.
Apedrejaram-na com azedume.
Esconderam-na em farrapos.
Joana cansada.
Joana renegada.
Joana amordaçada.
Fazem-na dona da vassoura.
Gozam-na sem dó.
Provocam-na no sossego.
Escondem-na em casa.
Joana pedra dura.
Joana segue segura.
Joana agora madura.
Com uma fada sonhou,
de uma abóbora fez-se coche,
das cabras, nobres éguas,
dos farrapos, sedosas roupas.
Joana esperançada.
Joana sonhadora.
Joana sem medo.
O amor a apanhou!
As carrascas derrubou!
Paula Castanheira, 55 anos, Armona
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29/08/19

Helena Rosinha ― desafio 182

A fome a roer o bucho, nada para morder - “Espera, parece-me um borrego em sossego.” Raposo chega-se devagar; manso, propõe uma prova de corre-corre no bosque (o manjar será de arromba!). Borrego, na sua pureza, adere ao jogo. Raposo sabe que não há quem o derrube e, achando-se avançado no percurso, dorme uma boa hora de soneca. Quando acorda, surpresa! O pequeno borrego, vagaroso, mas sem parar, fez a proeza de vencer. Vexado, Raposo morde-se de vergonha.
Helena Rosinha, 66 anos, Vila Franca de Xira
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Isabel Sousa ― desafio 182

Grande comemoração - cruzavam caras, sem parar, com bocas escancaradas e choro. Gozavam a bom som!
A fraude chegara a bom desfecho. Hermengarda pendera! Foram uns assombros!
Não pensaram, que na enorme confusão, Hermengarda perdera o adereço, acabado quando venerava, em segredo, o seu Jesus.
Era uma grandeza, que passava de reencarnação em reencarnação. Sempre que o nobre o apanhava, recordava-se, e o amor procurava.
O monarca não demorou uma semana a descansar no abraço da sua amada.  
Isabel Sousa, 38 anos, Lisboa    
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26/08/19

Filomena Galvão ― desafio 182

A narração começa: Era uma vez… uma megera soberana que morre de vergonha por não ser formosa como Branca de Neve. Manda a perversa que um servo arranque a Branca de Neve o seu coração. Porém, o homem não é capaz. A monarca descobre que a jovem não morreu e que mora no bosque com um grande número de gnomos. Pese embora, consegue envenenar a pequena e só o doce abraço de um jovem a poderá acordar.
Filomena Galvão, 58 anos, Corroios
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Graça Pinto ― desafio 182

Desesperada, meu Deus que fazer?
Após abandonar a área e correndo para o coche. Ups! Acabou por suceder.
Desnudada num dos pés, correu, correu muito, correu com pavor, apercebendo-se do que já esperava.
No chão como uma pobre abandonada perdera as chances de casar com o monarca, seu grande amor.
Quem sabe pudesse ser de novo fadada? Ou o jovem não se esquecesse da sua pessoa, procurando-a sem parar de modo a poder reaver seu nobre coração.
Graça Pinto, 61 anos, Almada
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24/08/19

Theo De Bakkere ― desafio 182

A Branca de Neve
Desde há um ano jaz a Branca de Neve numa cama de rosas encarnadas, achando-se em coma. Uma bruxa megera, que a execrava só por causa da sua formosura esmagadora, oferecera à moça uma maçã venenosa e desencadeara uma praga que porém provocou, em vez de aversão, uma fama enorme sobre sua formosura. Um monarca jovem com um abraço amoroso quebrou a praga. A verdade é que a repercussão da bruxa fendeu-se em cem cacos de peçonhas.
Theo De Bakkere, 67 anos, Antuérpia Bélgica
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