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19/11/19

Sara P ― desafio 90

Duas pessoas encontraram-se no metro em Londres e apaixonaram-se, mas o único problema era que cada uma tinha o seu destino.
Eles sabiam que mesmo que estivessem “longe dos olhos, perto do coração”. Era dia 14 de fevereiro e a rapariga apanhou o autocarro para Paris para lhe fazer uma surpresa.
Infelizmente, assim que ela chegou encontrou-o no restaurante com uma rapariga, que parecia ser sua namorada.
“O que os olhos não veem, o coração não sente”.
Sara P, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Rodrigo R ― desafio 90

O ditado popular: “O apressado come cru”, aplica-se ao caso da D. Alzira que namorava com o Dr. Jacinto. Mas o jacinto queria mais…
Ele estava desesperado com a ideia de casar.
Entretanto ele foi pedir conselhos ao seu melhor amigo, a Chico Bento. E ele fê-lo ver que não pode fazer tudo ao mesmo tempo, de um dia para o outro.
Chico Bento e Alzira tinham razão, embora o Dr. Jacinto não concordasse, “tempo é dinheiro”.
Rodrigo R, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Pedro M ― desafio 90

Eu, quando tenho trabalhos de casa, mais vale fazê-los no dia que os recebo do que deixá-los para o dia seguinte. ”Não deixes para amanhã, o que podes fazer hoje”.
Fiz os trabalhos de casa, joguei futebol, estudei as matérias, mas estava tão empenhado que estudei a matéria avançada. Quando a professora perguntou eu já sabia tudo, adiantei-me, não valeu a pena. A professora explicou de uma maneira diferente. “Não ponhas a carroça à frente dos bois”.
Pedro M, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Rita Q ― desafio 90

Os cozinheiros não sabem o que pôr no prato, pensam que “duas cabeças pensam melhor do que uma”. Acrescentam pitada aqui, pitada ali, até que juntaram o que conseguiram. Chega a hora de servir os pratos e o cliente diz:
― Mas que raio de coisa é esta? Tem tanta coisa junta que está horrível!
― Como é que isso pode estar mau? Nós acrescentámos tudo.
Os cozinheiros acrescentaram tudo o que conseguiram, mas “cozinheiros demais entornam o caldo”.
Rita Q, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Maria Leonor G ― desafio 90

Na aula de ciências.
― Meninos, vamos começar a ficha.
― Pode ser a pares? – perguntou a Joaquina.
― A pares? Por que razão querem fazer a pares?
― Porque sabemos que “duas cabeças pensam melhor que uma”.
― Pode ser! ― disse a professora Carla.
Na aula de Espanhol.
― Bom dia, meninos, vamos fazer um trabalho de grupo!
― Podemos ter cinco pessoas no grupo? ― perguntou, a Inês.
― Calma lá! “Cozinheiros demais entornam o caldo”. Podem ser três pessoas no máximo!
Maria Leonor G, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Margarida G ― desafio 90

A professora disse para fazer um trabalho, que podia ser individual ou a pares, eu decidi ficar com o meu grupo de amigas, porque “duas cabeças pensam melhor que uma”.
Encontrámo-nos todos em minha casa para fazer o dito trabalho que a professora pedira, mas em vez de fazermos o trabalho ficámos a falar, a rir, a jogar e no final não fizemos trabalho nenhum, tivemos uma má nota e então pensei ”cozinheiros demais entornam o caldo”.
Margarida G, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Margarida F ― desafio 90


“Duas cabeças pensam melhor que uma”, como por exemplo o caso do Zé que estava a servir a Teresa no café, de repente, ela lembrou-se de que precisava de umas coisas da mercearia do Zé. Foram para a mercearia.
Graças ao Anastácio a calculadora do Zé estava estragada e agora ele tinha de fazer as contas “de cabeça”. Mas Zé era mau a matemática, e Teresa também, então Marco foi ajudá-los mas “cozinheiros demais entornam o caldo”.
Margarida F, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Cristina Lourenço e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios


Lucas R ― desafio 90


Uma pessoa com 25 anos já tem, normalmente, um trabalho e responsabilidades. O trabalho tem de ser bem feito, nem demasiado lento, nem demasiado depressa. Os trabalhadores que fazem o trabalho rápido e mal são “apressados que comem cru”. Mas também há os trabalhadores que fazem o trabalho rápido e bem feito, é por isso que se diz “Tempo é dinheiro”, é por isso que devemos fazer o nosso trabalho sempre bem feito e ao nosso ritmo.
Lucas R, 14 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Eduardo G ― desafio 90

Já dizia o velho ditado: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
Vejam o que aconteceu à Leonor:
Todos os alunos estavam a fazer ficha de avaliação de matemática, mas o João não sabia a maioria das respostas e perguntou-as à Leonor.
Tanto insistiu que a Leonor se sentiu obrigada a dar-lhe as respostas.
No dia de receber o teste, teve negativa. Também se diz que “se Deus não quer, os anjos não ajudam”.
Eduardo G, 13 anos, 8º ano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Mafalda F ― desafio 90

A professora mandou fazer um trabalho de grupo, mas eu não queria fazer com ninguém, porque trabalho melhor sozinha.
― Sim, sim, mas “duas cabeças pensam melhor do que uma” ― disse a minha amiga.
― Eu sei, mas depois, com tanta gente, e a dizer tanta coisa completamente diferente, fico bastante confusa.
― Concordo contigo, mas se cada um der uma ideia e se nos entendermos, chegamos a uma conclusão.
― “Cozinheiros demais entornam o caldo” nunca ouviste? Prefiro fazer sozinha.
Mafalda F, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Ana R ― desafio 90


“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, tens razão, tenho que ir fazer os trabalhos de casa, amanhã posso não ter tempo para os fazer, prefiro fazê-los agora do que não os fazer e ter má nota. No entanto tenho um teste para a semana, ia estudar agora, mas não posso, a professora ainda não deu aquela matéria, por isso não vou perceber, como dizia o provérbio: ”Não metas a carroça à frente dos bois”.
Ana R, 13 anos, 8ª, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Alberto B ― desafio 90

“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje”, por isso vou-me já inscrever no clube, vou já treinar! O melhor é fazer isso, pois amanhã posso ter outra coisa para fazer e hoje treinava já!
Cheguei ao campo, estavam lá colegas e deram-me um equipamento. Inscrevi-me e perguntei-lhes se já podia treinar, eles disseram que não, pois ainda tinha de fazer exames médicos e aí percebi que não devia” pôr a carroça à frente dos bois.”
Alberto B, 13 anos, 8ª, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

24/10/17

Paula Cruz ― desafio 90

Os opostos atraem-se/ Cada qual com seu igual
Pois é! Todos dizem que os opostos se atraem, se complementam. Parece que o bom quer o mau; o fácil, o difícil; o preto, o branco; o dia, a noite; a lua, o Sol e a bela, o monstro e por aí adiante. No entanto, para mim cada macaco deve estar no seu galho, ou melhor, não se estraguem duas casas com quem é farinha do mesmo saco, por isso, certo é cada qual com seu igual!
Paula Cruz, 42 anos, Viana do Castelo
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20/09/17

Susana Sofia Miranda Santos - desafio nº 90

Quem espera, sempre alcança!
A mãe sempre disse que, se lutarmos pelos nossos sonhos com persistência e paciência, podemos ter sucesso. Mas eu duvido!
Mesmo assim, os pais acreditaram em mim, custearam os meus estudos. Eu esforcei-me para vencer na vida, terminei o meu percurso académico na faculdade.
Contudo, apesar de já ter respondido a inúmeros anúncios de oferta de trabalho, continuo desempregada.
Quero ser independente, ter utilidade social... quando irá aparecer o trabalho?!
Quem espera, desespera!
Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto
Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios


10/02/17

Não é?

Hoje está um dia muito escuro. O melhor é levar um guarda-chuva, «mais vale prevenir do que remediar»! Afinal, quando cheguei à escola já estava um dia de sol. Ao almoço vou deixar uma roupa estendida, vamos lá a ver se não chove! Se não aproveitar agora, acho que não vou ter outra oportunidade, pois a meteorologia diz que vai chover o resto da semana. O melhor é aproveitar, «quem não arrisca, não petisca», não é verdade?
Vera Saraiva, 37 anos, Redondo, Alentejo

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08/02/17

Dinheiro...

O dinheiro abre todas as portas
Não na minha opinião!
Não abre as do coração
Não abre a sinceridade
Abre isso sim as da corrupção
Abre sim as da falsidade
Esta é a minha opinião
Mesmo que me digam que não
A amizade não se compra nem se vende
Pois só a conhece quem a sente
O dinheiro é vil metal!
Mas faz falta a toda a gente
Quando é pouco ou muito faz a pessoa diferente.
Ana Maria Troncho, 66 anos, Estremoz

Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

06/02/17

Chega!

Uma preguiça imensurável apoderara-se de Joana. Papéis por arrumar, trabalhos por entregar, roupas desordenadas… a dona preguiça tinha vindo para ficar. Lá longe aquela voz repetia, “não deixes para amanhã o que podes fazer hoje…” mas, e vontade? Zero!
Um dia a mãe, exasperada com tamanha inércia, abriu de súbito a porta e diz-lhe: “CHEGA! Quero quarto impecável, trabalhos todos entregues na faculdade e às 20h jantamos!”
“Credo mãe, “não ponha a carroça à frente dos bois”.”
Mariana Sanchez, 38 anos, Barcelona

Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

01/02/17

Petiscar...

Já o meu avô dizia “mais vale prevenir do que remediar” e por isso, para nunca me magoar, nunca aprendi a andar de bicicleta… Mais velha, com filhos, chegou o dia em que um me pediu uma bicicleta para o aniversário e pensei “Que hei de eu fazer?”… Optei por lhe oferecer a bicicleta e acabei com o coração cheio quando o ouvi a dizer: “Viva, consegui!” Aí fiquei radiante e percebi “Quem não arrisca, não petisca”!
Raquel Candeias,  36 anos, Montijo
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Mãos frias

“Mãos frias, amores todos os dias”, ouvia, durante a infância. E lá fui crescendo, adolescência fora, orgulhosa do ártico nos meus dedos, esperançosa de uma vida de ventura e aventuras, anunciada pela palma polar da minha mão. Cresci. E a vida foi-se vivendo. Vi amiúde a ventura desabar em desventura. E, afinal, polares não eram as mãos, mas os corações dos meus (des)amores. Escondo, agora, desgostosa, as mãos nas mangas de lã.
“Mãos frias, amores de arrelias!”
Susana Ribeiro, Castelo Branco

Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios

Caldo entornado

Pensei que a única forma de passar a Matemática era roubar o teste. Falei com o Manel Empadas, pois duas cabeças pensam melhor que uma, e ele aceitou ajudar-me. Combinámos tudo. Quando chegámos à sala de professores, estavam cinco a distrair a setôra. Aproximei-me, meti a mão na pasta. Estava nervosíssimo, mas tirei o teste. Corri para a nossa sala e partilhei o prémio. Decepção total! Era o teste errado. Éramos cozinheiros a mais, entornámos o caldo
Filomena Mourinho, 43 anos, Serpa

Desafio nº 90 – com provérbios contraditórios