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17/04/18

Arnaldo Carvalho ― desafio 110


Hoje acordei e fui para a escola. Levei uma rosa e dei-a à professora de português. Era o último dia de aulas.
À tarde não tinha aulas, por isso fui ao meu refúgio onde estavam os meus amigos. É uma casa abandonada onde fujo dos meus problemas, faço experiências: usar um martelo para partir um espinho ou fazer tratados onde escrevo a solução de certos problemas onde fico desmembrado.
Esta casa traz-me recordações e deixa-me ficar acompanhado.
Arnaldo Carvalho, 7ºD, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

12/08/17

Susana Sofia Miranda Santos ― desafio nº 110

Qualquer problema tem sempre solução se tivermos amigos verdadeiros.
Quando éramos crianças, assinámos um tratado de amizade, constituímos um clube secreto, encontrámos um refúgio onde realizávamos as reuniões e partilhávamos segredos.
Estávamos sempre juntas... apoiavas-me na escolha da rosa a oferecer à mãe e na retirada do espinho doloroso do dedo. Eu emprestava-te o martelo para reparares o banco desmembrado.
Actualmente, empresto-te o meu namorado para te mudar os pneus furados do carro.
A amizade é fantástica!
Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

30/06/17

António Matos ― desafio nº 110

– O martelo foi a arma do crime? – indagou o juiz, depois da confissão.
– Foi a solução – esclareceu Maria – para o meu problema, Meritíssimo. O refúgio para o qual me atirei, já com a alma desmembrada.
– Essa resposta dá um tratado – permitiu-se o juiz, num elogio disfarçado.
O julgamento seguiu, e cada espinho cravado naquela existência foi vingado sem pudor. A dignidade daquele testemunho detectava-se na serenidade e frieza daquela expressão elegante que o gancho rosa assinalava discretamente
António Matos, 31 anos, Lisboa

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

14/06/17

Maria Afonso Tavares e Maria Catarina Camanho ― desafio nº 110

Uma casa na árvore
Lembro-me de que, no ano passado, tinha construído um pequeno refúgio com o meu avô. Hoje visitei-o.
Mal cheguei, reparei que a nossa criação estava desmembrada, necessitando de ser tratada, devido à intempérie.
Trepei até à casa da árvore, qual não foi o meu espanto, um manto de ervas daninhas cheias de espinhos revestiam-na.
Peguei num martelo e pus mãos à obra. Comprei rosas para a decorar, renovei tapetes. Arranjei, finalmente, uma solução para este problema!
Maria Afonso Tavares e Maria Catarina Camanho, 11 anos -  Colégio Paulo VI, Gondomar, prof. Raquel Almeida e Silva

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

30/05/17

Vera Saraiva ― desafio nº 110

Rosa procurava um refúgio entre as árvores, numa zona tranquila, quando, sem querer, se picou num espinho aguçado. Ainda não tinha tratado o arranhão do dia anterior e já tinha uma nova ferida
no braço. Depois de muito procurar, finalmente encontrou a solução para o seu problema, era o sítio ideal, apesar de um pouco desmembrado. Decidiu que com um pouco de trabalho e com a ajuda do seu martelo, aquele seria o refúgio perfeito para ela.
Vera Saraiva, 37 anos, Redondo
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

02/05/17

Rita Afonso Botelho ― desafio nº 110

Sentia-me com um grave PROBLEMA, algo que não sei se conseguiria resolver. Tudo na minha vida estava DESMEMBRADO, parecia que nada fora TRATADO.  Fui para o meu REFÚGIO, que

15/03/17

Sabrina ― desafio nº 110

Sinto-me desmembrado, num problema que ninguém me pode ajudar a ultrapassar, onde eu criei um refúgio e de onde não quero sair. Mas alguém me arranja uma solução? Já tinha tratado de tudo.

09/01/17

Problema?

Tinha um problema. Procurava uma solução. O pensamento era o meu refúgio. Mas havia sempre um espinho: o que escolher?
Devaneando o pensamento logo faz um tratado.
Despertei. Peguei no martelo e bati.
Logo o problema ficou desmembrado deixando um odor a rosa.
Senti-me feliz! Afinal até era fácil: pensar, focar, comparar, ponderar, antecipar e… pegar no martelo e… bater até o desmembrar.
E assim, na vez dum grande problema teremos alguns pequenos, minúsculos transtornos bem fáceis.
Cândida Vieira, 53 anos, Olhão

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

25/11/16

The rosebush

Somehow the rosebush survived the ruthless bombings. Naomi survived too. The problem is in the hands of talking heads of state and soulless drones.  Dismembered bodies were as common as the ashy clouds in the sky. Naomi spotted a red rose growing from the rubble, reaching for light. The thorn entered her finger like a hammer, drawing blood. She licked her finger and took refuge in healing herself. She found the solution amid the wreckages of Aleppo.  
Megan Hilton Saraiva, Lisboa
Challenge nº 110 – 8 imposed words

04/11/16

Problema desmembrado

Era um problema desmembrado, sem solução.
Era o refúgio dos ideais bem tratados, daqueles de que cuidamos em silêncio e com desvelo, não com ruídos de batuque ou martelo.
Era uma solução aquosa, com cheiro a água de rosas sem espinhos, uma água sem picos - nada de «Água das Pedras».
Era um problema desmesurado, sem aplicação corrente de escala, uma solução sem problema, um tratado sobre espinhos sem rosa - o protótipo de uma desilusão amorosa.
Maria Teresa Meireles, 53 anos, Vila Nogueira de Azeitão
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

28/10/16

Programa Rádio Sim 871 – 28 Outubro 2016

o programa em podcast na Rádio Sim

Alma vendida
O mundo é maravilhoso cheio de promessas
A vida, um encanto, mas nunca prometeu mar de rosas
Traz infinitos problemas, uma perfeita matemática
Faz e desfaz em suas operações cuja solução é sempre exata
Mas é o espinho, a maldade humana que impera
Age como se fosse desmembrado da divindade
Apesar de viver demagogicamente, bate o martelo no vento
Faz um tratado com o poder, sem medo do desconhecido
Leva a vida no luxo, refúgio dos corruptos
Ângela Maria Green, 58 anos, Novo Horizonte - SP - Brasil
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

27/10/16

Rosa de Espinho e o ciúme

Rosa vive em Espinho, sozinha, numa casa a que chama refúgio.
Um terreno bem tratado, e generoso, que lhe dá boas colheitas. Mesmo assim, Rosa vive um problema para o qual diz não haver solução.
Guarda ainda o martelo que encontrou, um dia, dentro de casa, mesmo antes de olhar a casota desfeita e o cão desmembrado.
Boby era um cão de guarda; por isso, nunca passou uma noite, sequer, dentro de casa.
Foi ciúmes, diz ela.
Fernando Morgado, 61 anos, Porto

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

26/10/16

Programa Rádio Miúdos 120 – 26 Outubro 2016

Esta foi a história que lemos na Rádio Miúdos neste dia!

É a rádio mais fantástica que há!

O tesouro
Era uma vez um refúgio muito espinhoso que tinha um tratado estabelecido: quem libertasse os espinhos, tinha direito a um tesouro, que era um martelo cor de rosa completamente desmembrado. Era um problema muito grande, porque os espinhos eram grossos. Mas havia uma solução: cortar os espinhos com uma serra elétrica. Quando estavam prestes a cortá-los, começou a chover muito e não foi possível. Por isso desistiram e ficaram muito tristes por não poderem descobrir o tesouro.
Simão Formigo, Torres Novas, Liceu Técnico Navegantes, prof Maria Nicolau
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

Programa Rádio Sim 869 – 26 Outubro 2016

o programa em podcast na Rádio Sim

Azar com a mota
Certo dia tive um problema na mota. Levei-a para a garagem e desmontei-a para arranjar solução. Tinha uma amolgadela e precisava urgentemente de um martelo de bate-chapas. Fui pedir ao marido da vizinha Rosa. Fui à sua garagem, que mais parecia um refúgio... Ele disse que tinha lá uma peça boa, mas estava tudo desarrumado! Fiquei como se estivesse desmembrado!! Fui rapidamente à loja do Senhor Espinho que me emprestou o martelo e, felizmente, ficou tudo tratado.
Bernardo Raposo, 16 anos, Torres Novas, Liceu Técnico Navegantes, prof Maria Nicolau
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

23/10/16

Bronca...

Comprei uma rosa para oferecer à minha mãe. Mas tive de arranjar uma solução para um grande problema: não queria que ela se picasse nos espinhos. Sem dó nem piedade arranquei-os. Mas depois do assunto tratado, ficou como um corpo desmembrado. Que raiva! Fui buscar o martelo do meu pai e arrumei-a de vez. Entretanto, ouvi-a ao longe a chamar-me: MIGUEEEL ÂÂANGELO. Já sabia que ia haver bronca! Tive de procurar rapidamente um refúgio para me esconder.
Paula Fialho Silva, 37 anos, Badajoz

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

12/10/16

Programa Rádio Sim 860 – 12 Outubro 2016

o programa em podcast na Rádio Sim

Dizem que rosas abalam, e do amor são o próprio traduzir...
Mas...
para que falar da Rosa, se já me feriu espinho?
As rosas não falam, mas seu aroma é refúgio, quase um ninho...
Como martelo, a mente roga a solução ao pobre coração, quase ausente, mutilado,
E o que seria do amor derrotado, repartido, desmembrado?
Problema sem resposta, tratado sem fim...
Páginas arrancadas de mim.
Pétalas desfolhadas, perfume que ainda sangra,
Quase secas, pedaços de nós...
Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

11/10/16

Alegria final

Ele era feliz. Vivia na alegria.
Um dia tudo isso acabou. Eram as dores, a morte vinha atrapalhar.
Depois de tantas rosas de alegria, agora eram os espinhos de tristeza, era martelo de problemas.
Agora, ele precisava de refúgiosolução.
Mas... ele era muuuito desmembrado com a família.
Ele precisava ser tratado.
Quem poderia ajudá-lo?
Era sorte: ele tinha uma amiga cristã.
Esta amiga, orou por ele e ajudou.
Deus o curou de toda sorte de dores.
Laura, 7 anos - Itaúna/Brasil

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

07/10/16

Acidente de trabalho

Eu hoje tive um problema e não sei como vou arranjar solução para ele. Eu estava no meu refúgio a trabalhar muito e estava a segurar um martelo, mas quando estava para martelar, acertei no dedo. Pensei que tinha o dedo todo desmembrado e fui ao hospital, onde me deram uma injeção. O dedo estava todo rosa, e sentia uma dor que parecia um espinho. Mas, passado algum tempo, fiquei tratado. E agora já estou melhor... Acho…
Sérgio Gabado, 17 anos e Lucas, 16 anos, Torres Novas, Liceu Técnico Navegantes, prof Maria Nicolau

Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias

Desta vez não iria atrasar-se

A Prima fazia anos e não aguentaria os habituais comentários da mãe: ”Não sabes ser como a tua prima?”.
Verificou as horas. Faltavam cinco minutos para sair do escritório. Quando chegou ao carro, leu novamente as direcções para chegar ao restaurante. Ainda tinha duas horas. Perdeu-se, mas lá chegou bastante adiantada.
Permitiu-se descontrair, confiante, esperou.
Subitamente sobressaltou-se. Só faltavam onze minutos. Já não havia tempo para ir buscar a prenda esquecida no escritório!
Silvina, 46 anos, Sintra

Desafio RS nº 41 – números primos e… primos

Aquela parede

Há dias que não nos deveríamos levantar da cama. Eu queria pendurar um quadro na parede, fui buscar o Martelo, preguei o prego, coisa normal diriam vocês. Pois aí começou o meu problema. O prego entrou todo de uma martelada só, achei estranho, bati uma vez mais e fiz um grande buraco. Havia um refúgio refundido na minha casa. Estranho! – pensei! Lá dentro havia uma rosa desmembrada e imensos espinhos.  A solução era tapar a parede. Assunto tratado!
Isabel Pinela Fortunato, 43 anos, Amadora
Desafio nº 110 – 8 palavras obrigatórias