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31/03/19

Ana Maria Monteiro ― desafio 127

ilustre ator era esperado para a estreia da peça de teatro: ”O Astrónomo do Coração Destroçado!” Infelizmente o jantar estava estragado, o que causou uma estranha e sinistra gastrite aguda, tendo o ator visto o seu campo de ação restringido ao espaço do quarto do hospital onde este mestre na arte do disfarce terá aproveitado para usar com mestria o seu encanto junto de uma enfermeira que logo se lhe rendeu. Nessa altura revelou-se o monstro.
Ana Maria Monteiro
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

21/08/18

Maria Loureiro ― desafio 127


Um rato melómano
Num concurso musical, um solista estreou-se na Austrália, tolhido pelo stress. De repente, ouviu-se um estrondo, ele deu um grito estridente, a orquestra emudeceu, o maestro deixou cair a batuta e quase desmaiou e o público estremeceu. Quem me contou, saiu incrédulo da sala, fez-se à estrada, guiou quilómetros, jantou estrogonofe de canguru e demorou muito a adormecer. Talvez um rato tenha assustado o tocador de bombo, troçava o matutino seguinte.
― Foi um estrilho, Maria! Um estrilho!
Maria Loureiro, 63 anos, Lisboa
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

27/02/18

Constantino Mendes Alves ― desafio 127

O mestre e o seu astrolábio. As estrelas demonstravam que aquele era o Caminho. Então, uma tempestade que merece que se registre, ondas na forma de monstros, distribuíam o medo pelos tripulantes. Um marinheiro destro pegava no leme sem distração e abnegação. Aquela sobra de coragem fazia parecer aquele estrondo medonho num gentil monstrinho. Era hora de erguer a vela superior, um povo a erguia, magistral! Dobrávamos o cabo, nós um Portugal não castrado, restrito, mas universal.
Constantino Mendes Alves, 59 anos, Leiria
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


16/01/18

Ana Pegado ― desafio 127

O mestre António seguia pela Estrada do Mastro até à estrebaria. Não era um caminho estranho, já o fizera muitas vezes. Gostava de lá passear à noite, a sós com as estrelas, embora nada percebesse de astronomia. O seu regozijo restringe-se à observação das mesmas. Ainda sentia o sabor adstringente do vinho estrangeiro do jantar. Uma zurrapa digna de dar cabo do canastro a quem lho vendeu! Quase perdeu as estribeiras ao jantar assim que o provou.
Ana Pegado, 31 anos, Lisboa
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

04/11/17

Helena Rosinha ― desafio 127

Avanço apressada estrada fora, nos lábios o estribilho da canção austríaca que ouvi manhã cedo; atrás de mim soam as passadas ritmadas do repórter estrábico. A estratégia é não olhar, sair de casa, transpor o beco estreito, desembocar na avenida.
No estúdio, a estridente produtora ordena: hoje fazes strogonoff! Furiosa, pontapeio um tacho, que rola com estrondo. Inspirada pela melodia, a banda residente compõe as estrofes para o genérico a estrear brevemente.
Que stresse! Vida de estrela!
Helena Rosinha, 65 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


31/10/17

Alda Gonçalves ― desafio 127

Acordou estremunhada. Mas a ideia da amostra de uma nova estratégia não a largava. O melhor seria fazer-se à estrada, mais logo, na hora em que os astros acordam, seria bom para sonhar com a sua estrela
A caminho da Estremadura, pensaria nas estrias que precisava retocar para na tela dar maior relevo ao estribilho. A ideia de pintar um astrolábio no chão, era gira.
E o castro realçava a antiguidade.
A inauguração desta exposição daria estrilho.
Alda Gonçalves, 49 anos, Porto
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


23/10/17

Mónica Marcos Celestino ― desafio 127

A partida
Partiste, marinheiro, para estrangeiras terras
perseguindo, qual estrategista sagaz, a risonha estrela-guia.

O embravecido mar estrebuchava, traiçoeiro,
o teu estraçoado coração que, ao estradeiro vento,
lançava o estrilante triste pranto.

Ressoava, estridente, a pesarosa saudade
estrangulando o teu peito estracinhado pelas lembranças
das estreitas ruas tantas vezes estramontadas.

Partiste, marinheiro, para estranhas terras
tentando, com estrénuo passo, atrapalhar a cativa estrela.

E o retumbante estrondo das salgadas ondas
estremeceu com a triste estrofe lamurienta
nos teus lábios estribilhada.
Mónica Marcos Celestino, 45 anos, Salamanca (Espanha)

Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


22/10/17

Maria do Céu Ferreira ― desafio 127

Pronta a matar!
Seguia de Estremoz,
Perseguindo seu amante,
Terrivelmente feroz,
Com um revólver brilhante.

Acordara enraivecida,
Roubada nos seus valores,
Pensando banir da vida
Esse mestre dos amores.

Esse estratega ordinário,
Queria vê-lo estropiado,
estroina salafrário
Que a tinha defraudado.

Levara-lhe o diamante,
Bonita estrela estriada
Que sua mente brilhante
Roubara em Estugarda.

Era seu, estritamente,
Pela estratégia, ousadia,
Restringindo-se, ele, Vicente
À constante cobardia.

Estranhou ao acordar
Que o estropício faltasse…
Seguia para matar
Que nada atrapalhasse!...
Maria do Céu Ferreira, 62 anos, Amarante
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


Carla Silva ― desafio 127

A presidente
Dona Estrela, ilustre presidente, estava a perder as estribeiras.
― É 
estritamente necessário restringir a circulação das zebras do Perestrelo! Precisamos fazer uma lei proibindo a passagem pela estrada!
― Oh, presidente... Uma lei no mínimo 
estranha.
― Mas necessária! Esses seres listrados destroem tudo por onde passam e o Castro acha estranho!?
― No mínimo... É um absurdo enorme.
― Absurdo? Quero ver se provocam um 
sinistro.
― Cara presidente, parece-me que existe algo que não está a contar.
― Impressão sua...
Carla Silva, 43 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


21/10/17

Cristina Almeida - desafio 127

A cabeça batia, levemente, na vidraça. O vento distribuía afagos pelos jardins dos vizinhos e ela passeava. Sentiu-se destronado. Fora avisado: rei morto, rei posto. Estranhamente, sentiu-se feliz. Era o quarto, num só trimestre
Sobressaltado pela buzina estridente pôs patas ao caminho. Aquele mastro, qual monstro, chamava-o. E se caísse sobre aquele pedestre distraído? Subiu até não lhe destrinçar a cor do cabelo. Atirou-se… mas que desastre! Aterrou na canastra da Eufémia, que por ali passava.
Cristina Almeida, 57 anos, Maia

Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

20/10/17

Fernando Morgado – desafio 127

Era noite. Já os pássaros se ocultavam no castrejo da vila quando o lustre caiu com grande estrondo.
A sinistra ocorrência fez estrebuchar a mestrona da astrologia; deixou-a em profundo stress, a ver as estrelas.
A biltre personagem, pouco segura no estribo das suas certezas, não destrinçou astrágalo de joanete, bistrô de casa de reza, fontanário de campanário, e ficou prostrada a olhar para o lampadário caído sobre ela.
Aí, a monstrinha gritou: socorro, salvem-me desta visão!
Fernando Morgado, 63 anos, Porto
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


18/10/17

Domingos Correia ― desafio 127

Arminda Silvestre e Castro
Arminda Silvestre e Castro tinha noventa anos. Cheiinha de estrias, estragos do tempo, mas no olhar, duas estrelas, quais astros de céu noturno! 
Já vivera no estrangeiro, palmilhara já muita estrada, enfrentara muitos monstros e, no entanto, continuava ali.
Segredos? Comia, vivia, falava o estritamente necessário. Era mestre do viver. Agora restringia-se à sua casinha… pouco saía.
Tão sábia aquela sua frase que dizia tantas vezes!
― Esta vida é tão curta, mas com uma história tão comprida!...
Domingos Correia, 59 anos, Amarante

Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

17/10/17

Zelinda Baião – desafio 127

O lugar era estranho. A estrada, fio de nastro a serpentear por entre colinas, conduziu-a a nenhures. Apenas um céu, imenso, estrelado, esperava por ela. Que importava? Sempre vivera sem qualquer restrição, com o estritamente necessário. Era livre!
Aspirou o ar e estremeceu. Um som, cavernoso, estridente, qual monstro saído das entranhas agrestes, ecoou. Uma orquestra? Ali? Inusitado. Ou não. Desafinava. Não havia maestro. Apenas homens e mulheres que rodopiavam, loucos.
Estremunhada, abriu os olhos. Que sonho!
Zelinda Baião, 55 anos, Linda-a-Velha
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

Elisabeth Oliveira Janeiro – desafio 127

Manha e Cobardia
estrada apresentava-se longa e estreitaestrictamente de acentuado grau de inclinação. Difícil a subida, cautelosa a descida. Tolhida pela noite, produzia ainda maiores estremecimentos.
Passava um bando de estroinas, fazendo estrondo, acicatando um coelho bravo que, medroso, fugia aos destravados.
Brilhavam estrelas, mas o escuro da floresta ajudava à estratégia da matilha. Numa estridência, surgiram caçadores de fuzil e sem estrombo, à porfia de caça. Os valentões, de repente, cobardolas, distribuíram salamaleques e, de pianinho, desapareceram.
Elisabeth Oliveira Janeiro, 73 anos, Lisboa
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


16/10/17

Paula Castanheira ― desafio 127

Dona Estrela era mestre na arte de contar histórias
Estrada fora, corria as aldeias do distrito, sem estratégia, mas com enorme destreza, misturava vidas de ilustres guerreiros, astros do cinema, estripadoresestranhos desconhecidos e lá ia distribuindo felicidade a quem a ouvia.
Todos ansiavam pela sua visita, escutá-la era bálsamo para qualquer alma dorida.
Naquela manhã o famoso Castro telefonou-lhe, queria-a no seu programa de televisão.
Atirou o telefone com estrondo e correu a contar a novidade!
Paula Castanheira, 53 anos, Massamá
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

Amélia Meireles ― desafio 127

A vida tinha-lhe castrado todos os sonhos. A sua cabeça era um estrilho de imagens sem sentido. Naquele ambiente campestre, viu-se desejando reerguer-se. Atrás de si havia um lastro de infelicidade. No seu cadastro sobressaíam tragédias. Olhou para o astro rei e invejou-lhe o brilho. A esperança restrita parecia anunciar a estrada da libertação. Ainda que prostrada, usando a frustre vontade de se erguer, fincou-se no estribo e fez-se mestre do seu destino. Desejava tanto ser feliz…
Amélia Meireles, 64 anos, Ponta Delgada

Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

13/10/17

Renato, 4° B, EB de Galveias – desafio 127

O rapaz do estrogonofe
Era uma vez um rapaz que adorava comer estrogonofe. Um dia apareceu uma ostra viva a comer estrogonofe e ele disse-lhe:
― Eu sou o mestre da culinária entrega-me a estrela lendária do astronauta ou atiro-te à estrada.
 E então a ostra perguntou-lhe:
― Não queres jogar bowling antes de eu morrer? Eu posso fazer um último strike!
E o rapaz respondeu:
― Ok.
Voltando o stress, então o rapaz disse:
― Ostra és tão desastrada. Andas a distribuir estrofes estridentes!!!
Renato, 4° B, EB de Galveias, professora Carmo Silva

Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

Theo De Bakkere – desafio 127

No lustroso teatro estreia-se 'A Bela e o Monstro'. Promete ser um espetáculo, tanto no palco como naqueles balcões de balaustradas douradas, ali a coquete sociedade próspera mostrar-se-ia com pompa a todos. Mesmo o burgomestre estará presente para distribuir, na presença de oficiais dos distritos, um prémio às estrelas do musical.
Aplauso, o maestro da orquestra apresentou-se. Estritamente, às 20:00, três marteladas. Sentado na minha poltrona de pelúcia de estrias douradas, o espetáculo deslocou-se para o palco.
Theo De Bakkere, 65 anos,Antuérpia, Bélgica
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3

Lara, EB de Galveias – desafio 127

O mestre Renato
Certo dia, o mestre Renato estava a fazer um estrogonofe. Depois de comer o seu estrogonofe foi dar um passeio no jardim do parque. Passou a estrada e chegou ao parque.
No parque estava a haver uma distribuição de jornais.
O mestre Renato, quando estava a ver as pessoas a distribuírem os jornais, conheceu uma pessoa e foi mostrar a sua estratégia no strike.
De noite pareceu-lhe ver uma estrela a destrocar um astro, mas com stress.
Lara, 4° B, EB de Galveias, professora Carmo Silva
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3


3°/4° B, EB de Galveias – desafio 127

O menino desastrado
Numa noite de céu estrelado, um menino desastrado caiu da cama e partiu o nariz.
De manhã, foi ter com um cigano para ele lhe destrocar dinheiro. Este deu-lhe com uma ostra na cabeça.
― Que estranho! O mestre passou-se da cabeça! ― pensou ele.
À tarde foi jogar bowling e fez um strike. Deixou cair uma bola em cima do pé e até viu estrelas. Ouviu-se uma voz estridente. Era um astronauta a fazer a distribuição de estrofes!
3°/4° B, EB de Galveias, professora Carmo Silva
Desafio nº 127 – stra, stre, stri e stro x 3