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23/06/20

Elsa Alves ― desafio 30


BOM... isto não vai ser nada fácil...
SABER o que  sei e não abrir a boca?
É a parte mais complicada, claro.
O pior é o que pode vir a acontecer...
CALAR a verdade vai ser dificílimo, mas tenho que fazê-lo...
ATÉ o perigo passar: fecho-éclair.
SER conivente com aquela acção, caramba!
TEMPO, sim, é isso: dou tempo ao tempo...
DE qualquer maneira, tenho que assumir as consequências.
FALAR é muito bonito, mas, será que vou conseguir?!?
Elsa Alves, 71 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

17/06/20

Fernanda Malhão ― desafio 30

Bom saber é o calar, até ser tempo de falar.
Bom mesmo é ver o verão a chegar!
Saber que as aulas estão mesmo a acabar!
É a minha estação favorita,
calor chega, praia, mais brincadeiras ao ar livre
Calar o entusiasmo da criançada é impossível,
Até o último raio de sol é hora de brincar.
Ser criança é ser livre para brincar e sonhar!
Tempo que passa depressa,
De dia para dia a infância se escapa e
Falar sem pensar será cada vez mais difícil
Fernanda Malhão, 44 anos, Gondomar
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

05/03/20

Andrea Ramos ― desafio 30


― Bom, estavas aí a debitar e nem te lembraste que hoje faço anos…
― Saber esperar é uma grande virtude…
― É, eu sei, mas é quase meia-noite e nada…
― O teu presente vem a caminho.
― Calar esta boca realmente não é fácil…agora deixaste-me em pulgas…
― Até à meia-noite ainda é dia…
Ser apressado pode não dar bom resultado.
(Tempo de silêncio…)
― De facto tens a capacidade de me surpreender, mas…
Falar é bom, ajuda o tempo a passar.
Andrea Ramos, Torres Vedras, 43 anos
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

Andrea Ramos ― desafio 30

Não me levem a mal… há algo que me preocupa seriamente.
 miúdos que já não brincam.
Mal chegam a casa as tecnologias dominam. O vício é enorme!
Que tempo este em vivemos!
Sempre há um escape!??
Dure o que durar temos que fazer alguma coisa!
Nem que se escondam os telemóveis e computadores…
Bem sei que não será fácil…
Que soluções mais?
Não tenho ideias…
Se porventura souberem, digam-me!
Acabe-se com a passividade. Brinque-se por favor!
Andrea Ramos, Torres Vedras, 43 anos
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

04/03/20

André L ― desafio 30


Bom teste ― desejou a mãe. ― Tens que
Saber tudo de cor e salteado!
É o último teste antes das férias. Graças às tuas boas notas,
teu tio vai dar-te uma bicicleta, mas não podes mandar
Calar, nem desobedecer aos teus professores!
Até ao fim do dia, irás
Ser um aluno exemplar. Cuidado que não está bom
Tempo, vai estar frio! Tens
De levar um casaco! Tu não estás a
Falar nada! Estás a sentir-te bem?
André L, 15 anos, Lisboa, terapeuta Adelaide Passarinho
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

10/08/19

António Azevedo ― desafio 30

Bom dia”, disse, ao chegar, com a certeza de
saber aquilo que estava à sua espera. Hoje
é o dia em que vai assumir
o seu novo posto. O que teve de
calar para ali chegar! De fazer de conta e,
até, de idiota. Mas isso acabou! Agora vai
ser fiel às suas convicções. É
tempo de agir, de mudar. Chegou a altura
de renovar aquele local. De todos poderem
falar e contribuir com as suas opiniões.
António Azevedo, 54 anos, Lisboa
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

13/12/18

Manuela Branco ― desafio 30


Não, palavra dura, fria, assertiva!
 diferentes formas de negação
Mal a ira acalme surgem outras mascaradas
Que sendo na mesma um ponto final,
Sempre deixam uma réstia de esperança 
Dure o tempo que durar!
Nem tu nem eu queremos um final.
Bem acomodados à existência monótona e baça
Que come os dias curtos e rápidos.
Não, palavra cruel mas corajosa
Se ela algum dia sair das nossas bocas, talvez
Acabe o triste arrastar das nossas vidas!
Manuela Branco, 62 anos, Alverca
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

04/03/18

Rodrigo Oliveira ― desafio RS 30


Há muita coisa solta
Sempre pelo ar
Há muitas pessoas tolas
Sempre a contar.

Há muitas mulheres de saltos altos
Sempre a caminhar
Há muitos animais sem trela
Que estão sempre a passear.

Há muitos quintais
Talos de couve por plantar
Há muitos lugares
Onde estou sempre a andar.

Há muita coisa
Que estou sempre a fazer
Há muitas pessoas 
Que sempre quis conhecer.

Como setenta e sete palavras
Tenho que fazer
Vou agora parar de escrever.
Rodrigo Oliveira, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix
Desafio RS nº 30 – anagramas de S L T O A


Pedro Mesquita ― desafio RS 30


Alguém me deu um estalo. Foi uma mulher, que fugiu. Fui atrás dela.
Deu um salto muito alto e na cidade corria tola e solta que nem um animal.
Preguei-lhe uma rasteira, peguei em dois talos de couve e mandei-lhe duas lamparinas na cara. Levei-a para as lotas e dei-lhe peixe. Quando acordou, pedi-lhe para me contar a sua vida inteira.
Ela contou-me que era uma fugitiva perigosa e quem a prendesse recebia um milhão de dólares.
Pedro Mesquita, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix
Desafio RS nº 30 – anagramas de S L T O A


Mariana Rocha Afonso ― desafio RS 30


Era uma vez umas baratas tolas. Uma delas tinha uma perna solta, outra tinha as pernas tão compridas que o salto dela era muito alto. Uma barata, que era uma excelente cozinheira, cortava os talos das alfaces até mesmo de saltos altos. Uma barata agricultora adorava plantar couves e cresciam como umas lebres a correr. A penúltima barata era pescadora e vendia nas lotas o seu peixe às pessoas.
Só falta uma.
Querem adivinhar o que será? 
Mariana Rocha Afonso, 6º A, Escola Dr. Costa Matos, prof Cristina Félix
Desafio RS nº 30 – anagramas de S L T O A


27/09/17

Eurídice Rocha - desafio nº 30

Raiva?
Bom Joaquim vagueava pelas ruas até
saber que acorrentava a fera a sete chaves.
É tão veloz aquela energia que inesperadamente
assalta, o trai… faz sincero esforço para se
calar, mortificando-lhe pelo corpo gotas ácidas da cabeça
até aos pés. Há um impedimento inato na luta da razão contra emoção.

Joaquim, deixa o coração bater…

ser velho! Já é
tempo de deixares morrer essa fera
de culpa pois sonhas a liberdade passar pelo
falar… não, Joaquim… 
Eurídice Rocha, 51 anos, Coimbra

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

01/08/17

Susana Sofia Miranda Santos ― desafio nº 30

Amigo, foste um presente da vida.
Verdadeiro é o sentimento que nos une.
Vale fortunas uma amizade quando é sincera ― sei que posso contar sempre contigo.
Mais valiosas do que relações familiares são as de camaradagem.
Do que nos valem laços de sangue se os familiares não nos amarem ou tratarem com indiferença?
Que ser maravilhoso Deus criou e colocou no meu caminho!
Dinheiro? É inútil, fútil... para superar obstáculos, a amizade é uma arma mais eficaz.

(Amigo verdadeiro vale mais do que dinheiro.)
Susana Sofia Miranda Santos, 38 anos, Porto

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

28/07/16

Programa Rádio Sim 807 – 28 Julho 2016

o programa em podcast na Rádio Sim

É preciso dizer
Bom é não ignorar.
Saber é sempre melhor que não saber.
É ter olhos abertos à realidade.
O olhar deve ser lúcido e fazer-nos pensar.
Calar sabendo que podíamos evitar a maldade deste mundo é perverso e covarde.
Até porque quem cala consente.
Ser culpado não é apenas fazer o mal, mas consenti-lo. O
tempo ensina-nos que o mundo está cheio
de verdades não ditas. Por isso, é preciso
falar e ter coragem para vencer o medo.
Isabel Sousa, 64 anos, Lisboa
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

10/05/16

Alegria na vida

Bom é ter alegria nesta vida
Saber com quem contar na saída
É um café quente e um livro na mão
O poema escrito caído no chão
Calar a má fé, ter a sensatez
Até que chegue o fim e acabe a nossa vez
Ser o que se é, sem medo nem pressa, que o
Tempo acabe e termine a peça
De noite e de dia, tecer com o coração
Falar de amor e ouvir a canção

Anabela Risso, 24 anos, Évora

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

10/03/16

A melhor solução

BOM, eu já sabia, mas acho que também devias
SABER porque és parte interessada no assunto.
É sempre a mesma coisa, desisto, não gasto mais o meu latim.
O teu maldito orgulho, não te deixa
CALAR, nem ver as coisas com são
ATÉ serem como te dá jeito.
SER cauteloso, não é sinónimo de estúpido, dá-nos 
TEMPO para discernir,
DE resolver as coisas de cabeça fria.
FALAR demais nem sempre é a melhor solução.
Podemos nos arrepender.

Natalina Marques, 56 anos, Palmela

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

28/10/15

Estar contigo

Bom é poder estar contigo até ser dia,
Saber amar-te é o que quero mais,
É que sem ti, viver não saberia;
O nosso lindo amor é forte demais,
Calar este amor maravilhoso é utopia!
Até que o sol nasça e o mundo acabe, quero amar-te,
Ser tua é a minha prioridade,
Tempo de fazer da tua, a minha vontade,
De sentir contigo a liberdade,
Falar é o mínimo que farei… e só se for preciso falarei!

Maria do Céu Ferreira, 60 anos, Amarante

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

14/10/15

A espera

Bom, como seria bom tê-lo ali.
Saber que não o poderia abraçar… doía tanto.
É estranho sentir a ausência tão presente,
O perto apenas se insinua quando se está longe.
Calar a saudade apenas adiava o sofrimento
Até que a vida o trouxesse de novo.
Ser emigrante retirava o direito ao sonho de se ficar.
Tempo era contado agora pela delonga
De descontar os dias feitos de vazio.
Falar do futuro desejado adoçava a dor da espera… 

Amélia Meireles, 62 anos, Ponta Delgada

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

27/08/15

Não te podes calar?!

Bom saber é o calar até ser tempo de falar.
Bom dia!? Bem gostava de
saber desde quando
é que estes são bons dias.
O meu ronronar de beleza interrompido com tanto “Olá! Bom dia!”. Não te podes
calar? Cala o bico! Irritante, como é possível estar sempre bem disposto de manhã
até à noite? Malfadada sorte, tinha que
ser esta a minha sina?! Ó
tempo volta para trás! Maldita lua
de mel na Amazónia que te trouxe até aqui! Se pudesse
falar para te mandar calar...

Paula Isidoro, 34 anos, Salamanca

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

04/07/15

Beijo de flor

Bom, é te abraçar e tua boca beijar...
Saber do doce do mel, aroma de primavera,
É sentir-se leve e louca, desfalecer, quase no céu.
O querer bem é vinho a envelhecer, fruta a amaciar.
Calar palavras tuas, e no silêncio do olhar, sorver, saborear.
Até perder-se em desalinho, de tanto amar
Ser presa fácil, plena entrega permanecer, querer ficar.
Tempo de relógio parado, tempo de delicadeza.
De fluir, renascer, reverberar.
Falar, e borboletas sentir, flores exalar...

Roseane Ferreira, Estado do Amapá, Macapá, Extremo Norte do Brasil
http://www.anezinha.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=5301362
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

23/07/14

Tempo de falar

Bom demais para ser verdade!
Saber que afinal há por aí alguém que compreenda.
É me difícil acreditar que  
O adeus tenha de ser sempre amargo.
Calar-me? Não!
Até agora foi tudo o que fiz.
Será este o tão esperado
Tempo de bonança? Aquele momento de exprimir o que cá de dentro emerge?
De parar de lutar, olhar em volta, admirar a formosura que me circunda. É Tempo de,
Falar, gritar, tempo de ser feliz! E acreditar!

Liliana Macedo, 15 anos, Ovar

Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto