21/12/15

Amor azul

A tempestade que se fizera sentir, em apenas uns segundos inundou a rua de água, a enxurrada devastou todos os troços da cidade. O vento a bramir disparado levou tudo à frente, o vermelho dos semáforos mantinha-se contínuo a alertar para que ninguém avançasse.
Só o meu amor continuava azul mar e nem a chuva mo fez esquecer mas reavivar e em todos os dias renascer.
Tempestade bravia que com o tempo alivia, voltando o bom dia.

Maria Silvéria dos Mártires, 69 anos, Lisboa

Desafio Escritiva nº 3 – texto com: chuva, vento, amor, azul, vermelho e rua

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