23 março 2017

Alda - desafio RS nº 47

Que grande atrapalhação. Impossível terminar antes das quatro um desafio tão maluco.
Cometer um crime bárbaro? Não! Quem nunca se zanga, que aponte o dedo.
Xaile não rima com urso, que não pode com o jaguar, matreiro.

Fátima Andrade ― desafio escritiva nº 18

Uh... uh… pouca-terra, pouca-terra, chega o comboio à estação. A vaquinha Esmeralda toda contente responde:
― Muuuuu... ― Abanando a cauda num frenesim, shhh… shhh… enxotando uma mosca, sempre a

Eurídice Rocha ― desafio escritiva nº 18

Brutal…
Vrrrrrrrrrrre iiiiiiiiiiiiiiiiii
vrrrrrrrrrrrrrrre iiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
vrrre puuuuuuummmmm

Mónica Marcos Celestino ― desafio nº 46

O pirata
Com preta perna de pau

pressuroso sulcava os maçadores mares,
entre risos sombrios de seco rum.

Prazeres Sousa ― desafio escritiva nº 18

― Acorda! grita a mãe de Miro.
― Zzzzzzzzzzzzzz
― Estás a ouvir? Vais chegar atrasado!

Luís Miguel Pessanha Isidoro ― desafio escritiva nº 18

Cocorococó, Cocorococó!!!
―  Muuuuuuu! ―  reivindica a Celeste durante a ordenha.
―  Miau ― diz baixinho o Tobias enquanto aproveita para lamber os bigodes.

22 março 2017

Quita Miguel ― desafio escritiva nº 18

Rendi-me
– Eu disse que isto era importante para ti.
Crack! Estatelei o copo no chão para não lho atirar à cabeça.

Fátima Ramalho ― sem desafio

Da janela deste quarto
Olhando o céu de Lisboa
Vejo passar de repente
Uma andorinha que voa

Faz-me lembrar a Primavera
Traz-me à luz um pensamento
Que depois de tanto esforço
Voando pelo firmamento
Ainda nos dá o prazer
Deste bonito momento
Neste final de dia
Seu negro no azul celeste
Reluz ao entardecer
As plumas com que se veste
Neste seu voo de magia
Obrigada Primavera
Por me dares estes momentos
No Dia Mundial da Poesia.
(a propósito do dia mundial da poesia)

Fátima Ramalho, 60 anos, Portel

Ana Roboredo, Beatriz Pereira, Maria Bessa ― desafio RS nº 45

Naquela sexta feira, definiram-se os papéis da peça de teatro. Por sorte ou azar, atribuíram-me uma fala enorme. Na aula seguinte, a professora queria ver a nossa interpretação.

Mariana Ribeiro ― desafio RS nº 41

Tenho 3 primos
1 resmungão
2 muito queridinhos.

José Francisco Sousa ― desafio RS nº 45

Aperfeiçoando
Estava novamente perante uma folha de papel em branco, com um desafio de 77 palavras.
Pensei, pensei… mas não tinha inspiração para o tema do texto. Talvez por me julgar incapaz…

José Jacinto Pereira Peres ― desafio nº 91

Embora brasileiro e atração no balneário, novo na terra, motivo de conversa pelas raparigas na escola, a verdade é que Edilson não tinha jeito para jogar futebol. Fazia habilidades, só isso.  Sem proveito para a equipa.

Tiago Vaz ― desafio RS nº 41

Palavra de ordem: superar!
Tinha um teste de Matemática a aproximar-se! Mas não me apetecia estudar! E, por azar, era a disciplina em que tinha mais dificuldades. Tinha de as superar!

Manuela Almeida ― desafio RS nº 41

O meu primo número 2 é muito alto, magro e gosta de andar na rua a passear com a bola debaixo do braço. O meu primo número 3, que vive com o primo número 2, gosta muito de estar colado à

Raquel Martín-Garay ― 77 joints

Quando foi “incapacitado” para o trabalho de mecânico, passou a ser chofer de um político. Numa viagem feroz Málaga-Salamanca, deixou o chefe em casa para subir novamente ao carro e retorcer-se

João Sobral ― desafio RS nº 45

Absolutamente impossível!
No dia 15 de março, uma competente professora propôs aos seus queridos alunos do 5.ºD o desafio de escrever um texto com nem mais nem menos do que 77 palavras.

José Jacinto Pereira Peres ― desafio nº 93

Sem O nem U
Grande trabalheira se avizinha. A parada cresce a cada etapa. Esta parece difícil. E é. Claramente.
É escrever para ferver!! ☺ Nem sempre as ideias vêm ter à cabeça. Sem rimar, nem desenhar tentarei

Ana Rita Barreiro e Rita Vale ― desafio RS nº 45

Pânico!
Estava nos bastidores, pronta a atuar numa peça na qual prometi participar com a professora. Estava tão nervosa!! Era a protagonista e nada podia falhar.

Alda ― desafio escritiva nº 18

Na sala do avô existe um relógio que está sempre tic-tac, tic-tac, ritmado dia e noite. No inverno quando o vento sopra lá fora, vuvuvuuuu, o nariz a pingar, atchim, atchim, sabe bem adormecer no sofá com o Tíbias aos pés, ronronron. 

Luís Henrique Azevedo Barros Lima ― desafio RS nº 45

A horta do avô
O meu avô Henrique Azevedo era funcionário público (professor).
Quando veio reformado, para se entreter, comprou, perto da sua casa, um pequeno terreno que