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20/08/19

Desafio nº 182

Agosto está a meio e eu vou acabar com a vossa paciência… Sim, uma ideia diabólica.

Que versão em 77 palavras conta uma destas histórias sem usar o I, o T e o L?

Pode ser: Branca de Neve ou Tartaruga e lebre (com outras personagens) ou Cinderela.
Preparados? Claro que sim!

Para não estarem sozinhos a dar voltas à cabeça, eu fiz assim:
Candereza chorava: não poder mover-se para o sarau do monarca pareceu, e bem, uma ofensa. As megeras abonecavam-se com esmero, achando-se com chances de ganhar o coração do jovem. Foram embora. Num sopro de anjo, apareceu a fada dos desejos. Fez de Candereza uma formosura capaz de convencer o jovem monarca. Mas a jovem pôs-se em fuga sem razão, desprendendo uma concha. O monarca procurou-a sem descanso. Recuperou-a, casou-se sem demora. As megeras nunca perdoaram a cena…
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 182 ― 3 histórias sem i, t, l

10/08/19

Desafio nº 181

Está muita gente de férias, outros já foram, outros ainda esperam ir.
Ora, que história sem qualquer relação com praia, obedece a estas palavras (que podem ser adaptadas)?

Atenção ― não pode ser uma história de praia e tem de ser respeitada a ordem destas palavras:
SOLAREIAMARLEITURA ― 
AMIGO/A PICADA FARNEL CREME

Fiz a minha assim:
O sol desaparecera. Só um gafanhoto burro, com cabeça de areia, acharia bem levar a namoradinha para aquele mar de erva. Ela depressa se assustou. Dissera-lhe a aranha, lendo-lhe a sina, que o futuro seria sombrio, sem amigos. Foi o fim da picada para o gafanhoto. Saltou ao seu lado, tentando sossegá-la, mas aterraram mesmo em cima do pão dum farnel abandonado. Ah, ela gostou! O creme da bola-de-Berlim, fê-la suspirar. Afinal, talvez não fosse tão burro.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 181 ― sequência imposta sem praia

30/07/19

Desafio nº 180

Vamos lá falar de leituras de verão.

Peguem no livro que estão a ler. Sigam a marca que vos diz onde vão na leitura. 
Agora, copiem as 10 primeiras palavras dessa página
Elas estarão, em algum momento, dentro do vosso texto.
Digam-nos que livro é, para partilharmos leituras!

Do livro que estou a ler, copiei isto:
«A noite estava escura e fria. Maria já sentia as», Até que a violência nos separe, de Malvina Sousa (um retrato bem traçado sobre a violência doméstica).

Caminhou durante muito mais quilómetros do que as pernas aguentariam. Com a vida na mochila, afastava-se da casa, da dor, esperando desligar-se das memórias. A noite estava escura e fria. Maria já sentia as forças fugirem-lhe. Sentou-se no chão, encostando-se numa pedra. Não, não uma pedra, uma tartaruga. Sorriu-lhe. Podia repousar, aninhada na sua sabedoria. Quando acordou, só viu a pedra. Na sua cabeça, uma voz dava-lhe força. Levantou-se, acariciou a pedra-tartaruga e avançou para a liberdade.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 180 ― 10 palavras do livro que estamos a ler

20/07/19

Desafio nº 179

SÃO SETENTA E SETE PALAVRAS!

Sim, é isso. Estas letras, baralhadas e construindo uma nova frase, dará o mote ao vosso texto. Estaremos a trabalhar os anagramas do que nos move, aqui no blogue:
SÃO SETENTA E SETE PALAVRAS.
A nova frase aparecerá onde quiserem no texto, pode ser parte de uma frase maior, ou de duas, o que fizer sentido.

Ajuda muito se escreverem a frase em maiúsculas e a tinta; depois, com um lápis, vão encontrando as palavras para a nova frase, riscando na frase a tinta as letras que já usaram. Não percam a paciência: isto faz-nos muito bem e é divertido.

Eu já fiz cinco diferentes, vou escolher a minha preferida:
Vês esta tela, então paras, és...

Podes andar pelo museu sem nada pensar, sem nada apreciar, irritado por ter-te trazido comigo, podes até achar que não vale a pena visitar museus, o que é uma pena, mas depois, vês esta tela, então paras, és levado a mergulhar profundamente no trabalho do pintor e no impacto que está a ter em ti, e aí, sim, começas a entender a arte e a emoção que ela nos traz e poderás, por fim, compreender esta visita.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 179 ― anagramas das setenta e sete palavras

10/07/19

Desafio nº 178

Desta vez, teremos três frases que deverão aparecer obrigatoriamente dentro do vossos texto. A ordem porque aparecem é livre. São elas:

Era a quarta vez que ouvia aquilo.
Esboçou uma frase, mas não chegou a dizê-la.
Guardou rapidamente o papel no bolso.

Já fiz a minha:
Voltou a alinhar o cabelo, não havia meio de prendê-lo no ponto certo. Mas, caramba, era a quarta vez que ouvia aquilo. Invejas, pensava. Concentrou-se de novo: prometia-se ali riqueza e amor, mas o ar barbudo do bruxo arrepiava-a. Vinha lá o chefe, guardou rapidamente o papel no bolso. Perguntava-lhe se já fizera alguma coisa hoje, o verme. Tinha mais que fazer! Ainda esboçou uma frase, mas não chegou a dizê-la. Talvez o bruxo soubesse deitar mau-olhado…
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 178 ― 3 frases para usar no texto

30/06/19

Desafio nº 177

Não peço mais nada… Só que escrevam a partir desta fantástica imagem retirada do livro «Being Happy», de Andrew Mathews













Eu escrevi assim:
Era o primeiro dia de uma vida diferente. Para trás, muitas alegrias, algumas tristezas, desilusões, talvez arrependimentos. Para a frente, uma incógnita, com um forte desejo de ser capaz, de poder fazer a diferença, de acompanhar as dificuldades de quem aprende a ler, a escrever, a ler o seu mundo e o dos outros para poder escrever o seu e o dos outros. Preparou-se. Sentiu a esperança nos rostos que a ouviam. Sentiu-se capaz. Só não saltou…
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 177 ― imagem de Andrew Mathews



20/06/19

Desafio nº 176

Prontos para um desafio daqueles intrigantes? Vamos a isso.
Sabendo que esta sequência é obrigatória, como fica o vosso texto em 77 palavras? Atenção, as palavras podem ser adaptadas.
BURRO ― CROQUETE ― BÚZIO ― REPARAR 
― LIMAR ― QUADRADO ― FITA ― PRINCÍPIO

Eu já sofri para chegar aqui:
Só um burro como tu comeria tanto croquete numa única refeição. És mesmo estúpido! Agora queixas-te de que ouves o mar na cabeça, armado em búzio, nem percebes que é enfartamento. Nem reparas no ridículo da cena. Pudesse eu agarrar numa lima e arredondar as arestas desse teu espírito quadrado e já não fazias fitas. Explico-te que é tudo uma questão de princípio: não se come alarvemente, ponto final. Não me ouves, roncas dentro da digestão. Burro!
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 176 ― 8 palavras em sequência

10/06/19

Desafio nº 175

Hoje, iremos trabalhar o ritmo do texto. Como? Assim:

Vamos ter uma imposição de palavras a inserir no início de frases com 8 palavras (a obrigatória mais 7). Faremos esta sequência por duas vezes. No fim, sobram 13 palavras livres, para terminarem o texto.

Aqui ficam as que iniciam cada frase:
PODIA    AFINAL    SERIA    DEPOIS
PODIA    AFINAL    SERIA    DEPOIS
+ 13 palavras livres

Eu escrevi assim:
Podia ter sido diferente, se não tivesse visto. Afinal, éramos amigos, acreditaria no que me contasse. Seria estranho, mas eu aceitaria tudo sem zangas. Depois de o ver pagar ao homem, não. Podia vir-me dizer que eu estava enganada, podia. Afinal, eu até nem conhecia o homem, gritou. Seria talvez um chantagista, temi, enfurecendo-o ainda mais. Depois de tantos gritos, ainda me pareceu pior. Pagar-lhe para quê? Trazia-lhe droga? Não. Era o seu padeiro, pagava-lhe o pão…
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 175 ― ritmo do texto predefinido

30/05/19

Desafio nº 174


Vamos lá ter coragem e pôr os corações a pensar.

Será que conseguimos escrever uma história, relatada na 1.ª pessoa, que nos conta uma situação de Bullying? Pode ser emocional e/ou físico.
Mas atenção! A palavra Bullying é proibida!!!

Escrevi já a minha:
Que fiz agora?, repetia eu dentro da minha cabeça assustada. Nunca os denunciara, eles sabiam disso! De repente, um empurrão atirou-me de encontro à parede e um braço prendeu-me o pescoço e a respiração. Foi então que te ouvi. Que desaparecessem e nunca mais se lembrassem de atacar algum de nós. Sentámo-nos no chão, eu recuperava o fôlego para te poder agradecer, tu fazias-me companhia. Sorriste. Sabias o que fazer a seguir, explicaste. Acreditei. E era verdade.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 174 ― história de Bullying

20/05/19

Desafio nº 173

Pegando na palavra ATRELANDO-ME (que não serve para nada…), pondo-a ao alto, poderemos construir uma frase em que cada palavra começa com a letra que lá está escrita.
A
T
R
E
L
A
N
D
O
M
E
Depois disso, temos de integrar essas palavras num texto com sentido que estará com estas palavras exatamente a 6 palavras novas de distância. Vamos a isto!


Saiu-me isto:
Acabei
Tudo,
Resmunguei
E
Lamentei-me,
Agora
Não
Deveria
Ouvi
Mais
Estupidezes

Acabei por lhe fazer sempre as vontades. Tudo o que queria era vê-lo feliz, Resmunguei sempre pouco e sem grande convicção, E nunca houve problemas. Mas fingi-me chocada, Lamentei-me, afinal tinha derrubado um jarrão chinês. Agora que penso melhor, o que queria Não era fingir-me chocada, queria alguma paz. Deveria ter-me mostrado triste, ralhei com mestria. Ouvi um queixume, breve, dando-lhe festas a Mais. Pronto, cresceu mimado e só faz Estupidezes, mas é um cão tão bonito…
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 173 ― «atrelando-me»

09/05/19

Desafio nº 172

Nada como palavras soltas para nos abanar os neurónios!
Que texto vos surge destas 10 palavras obrigatórias? Podem ser adaptadas.

LUXO     RATO    FEBRE    MEDUSA    LEQUE
ÓLEO    HÓSPEDE    FORÇA     NUNCA    FUGA

Dei a volta assim:

Medusa ria-se do pobre hóspede. Era seu prisioneiro, sem fuga possível. Parecia um rato acocorado na febre, na demência. Ela atirou-lhe um leque pintado a óleo, um presente de luxo. O homem, sem hesitar, agarrou-se a Medusa, trincando-lhe a carótida e soltando as cobras que a matariam de vez. Finalmente livre, vacilou. Apetecia-lhe festejar o fim daquela terrível deusa, mas as cobras eram imprevisíveis. Mesmo com poucas forças, fugiu. Afinal, nunca saíra de sua casa. Enlouquecera. Desmaiou.

Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 172 ― 10 palavras incluindo Medusa

30/04/19

Desafio nº 171


Hoje vou desafiar-vos com uma frase dita, lida ou ouvida:
“Antes que a neve derreta, será impossível.”

Atenção, há uma obrigação: seja qual for a situação que inventem para a frase, ela terá sido dita em segredo, ou lida quando não era suposto, ou ouvida em segredo. 😊

Eu desenvencilhei-me dela assim:
A casa cercada. Reflexos do luar nas espingardas e nos capacetes dos nossos salvadores. As munições dos nossos sequestradores tinham acabado, fora de portas nada sabiam. A custo, encostei o ouvido à parede que nos separava nos inimigos. “Antes que a neve derreta, será impossível”, disseram. Ah, o túnel subterrâneo… Impossível para eles, mas nós fugiríamos para lá. Antes, simulávamos um tiro que obrigasse a intervenção de fora. Quando tudo acabasse, sairíamos em paz do túnel, salvos.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 171 ― antes que a neve derreta

20/04/19

Desafio nº 170

Quantas palavras de 4 letras estão escondidas em PÁSCOA?
Atenção, a única letra repetida é o A.
São muitas palavras, é verdade, mas vamos construir um texto com o máximo possível!
Não se esqueçam da palavra Páscoa...

Eu experimentei assim:
Visitar o vulcão Poás? Nem pensar, respondi com asco. Raio do primo Paco, só tem ideias ocas. Posa para fotógrafos de soca e saca de praia, e depois diz coisas destas. Porque não coas os pensamentos, primo? Era caso para isso. Engulo este sapo desde que nasci, caiu-me na sopa, deixando-me qual aspa à deriva no coração da família. Cosa eu a minha irritação à figura para lhe dar asco, a ver se me sai de casa.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

10/04/19

Desafio nº 169

Vamos lá atrapalhar o texto… Teremos de usar esta frase:
Podia dizer qualquer coisa, mas lembrei-me daquilo e calei-me.
Vamos distribuir estas palavras, por ordem inversa, pelo nosso texto. O texto resultando passará por elas enquanto contam a vossa história.

Escrevi assim:
Não tinha culpa da jarra estilhaçada, mas calei-me e até os deixei pensar que sim durante uns instantes, para ver como reagiam. Arrependi-me logo, qual seria o preço daquilo? Quase não tinha moedas no mealheiro. Então, lembrei-me de acusar o meu irmão, mas ninguém ia acreditar em tal coisa, acabou de nascer. Por isso, disse uma frase que uma tia qualquer costumava dizer: Podia ter sido um desastre! Riram-se. Iriam rir-se ao ver que adotara um gato?
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 169 ― frase ao contrário
MAIS TEXTOS

29/03/19

Desafio nº 168

Que texto surge desta regra (preparem-se para sofrer):

Todas as palavras com mais de 5 letras têm de possuir no seu interior 3 letras iguais!
Por exemplo: contorno (3 O); estatísticas (3T); compreendeste (4 E); Filipinha (3 I); etc.

Partimos deste início:
O caso era surpreendente.

Eu fiz assim:
O caso era surpreendente, com contornos assustadores para os mais conhecedores! Não havia rasto de extraterrestres, mas tudo apontava para que a causa de tanto atabalhoamento só podia vir deles. A nave abandonada tinha luzes tremeluzentes de outro mundo, cabos de um metal desconhecidamente novo de energética imprevisível. Inicialmente, Zé Pedro usurpou o poder dando início ao desmantelamento da nave. Má sorte a sua. Ainda havia um extraterrestre no porão. Desintegrou-se de repente, e a nave sumiu.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 168 ― o caso surpreendente
MAIS TEXTOS

21/03/19

«Razões para Escrever» - o livro

É isso mesmo, o livro está pronto!

Edição de NósNaLinha

Design e paginação de Carla Nazareth

Revisão de António Matos


Desejo neste livro apoiar quem gosta de escrever e levar quem não gosta a gostar. Porque escrever significa arriscar, apurar, limpar, reescrever, brincar, reinventar a língua. Porque escrever nos torna melhores leitores. Porque escrever nos faz bem. Precisa de mais razões para escrever…?
Encomendas para: geral@nosnalinha.pt ou 77palavras@gmail.com
Recensão Crítica por Júlia Martins

20/03/19

Desafio nº 167

O nosso desafio será inspirado nesta missiva, recebida pela personagem principal sem selo nem remetente:

«Chego amanhã, com o nascer do sol. Vou para te arrancar dessa ………….»

Sabendo que a missiva pode entrar em qualquer momento, que texto vos surge?

Saiu-me assim:
«Chego amanhã, ao nascer do sol. Vou para te arrancar dessa ditadura.»
Leu de novo. Não reconhecia a letra, não fazia ideia o que era «essa ditadura». Rasgou-a, deitou-a no lixo, mas o fogo alastrou no balde de zinco. Agarrou na vasilha de água, despejou-a sobre as chamas.
No dia seguinte, encontraram-na serena, deitada, a alma já partira.
― Nunca saiu de casa, pobre criatura. Pai tirano, fechava-a à chave. Nem lhe conhecíamos o rosto ― comentava-se na aldeia.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 167 ― «chego ao nascer do sol»
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10/03/19

Desafio nº 166

Vamos contar a história de Elias Tolo, um velho habitante da aldeia de Caramuja, no alto da serra. 

A única limitação é esta alternância:
uma frase será de palavras até 5 letras, 
a seguinte com quatro palavras de 5 ou mais letras,
uma frase de palavras até 5 letras, 
a seguinte com quatro palavras de 5 ou mais letras,
... até 5
… mais de 5
... 

sempre alternando até às 77! 😊


Raio de ideia a minha… ficou assim:
Elias tolo era um pobre diabo. Habitava ainda residência materna. A mãe era doce. Discreta, fechada, talvez medrosa. A casa via-se ao longe. Caramuja ganhara destaque ultimamente. Mas o diabo comia Elias sem que este desse conta. Habitando-o, conseguia gerar pesadelos. Elias não os sabia parar. Aconteceu, naquela tarde sombria. Elias pegou numa vara, foi  à feira. Esbofeteou, desatinado, árvores velhas. Veio a mãe e parou o feito. Impulsos esmagados, diabos serenados. Para casa foram, sem diabo.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 166 – Elias de Caramuja
MAIS TEXTOS

05/03/19

ATENÇÃO! GRANDES MIÚDOS EM DESTAQUE!

A partir de hoje, os GRANDES MIÚDOS que escrevem para o blogue vão estar em DESTAQUE!!!

Todos os dias, vão aparecer dois textos - procurem os vossos TEXTOS!!!

E se não escreveste, do que estás à espera?