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05/06/20

Carolina B S ― desafio 192

Gaivotas em pedra
As quatro irmãs, Anabela, Anastácia, Ágata e Ana desfrutavam do sol maravilhoso nas suas pedras, quando veio uma onda tão grande que arrastou a cada uma delas para uma ilha diferente. 
Aflitas por não verem ninguém, decidiram voar.
Mas não tinham coordenadas, voaram para uma direção qualquer.
Passadas duas semanas, todas conseguiram voltar para casa, nas pedras à beira mar.
Foi lá que se voltaram a encontrar.
Felizes, olharam para o mar que as levou e juntou.
Carolina B S, 10 anos, Sintra
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

04/06/20

Eduardo G ― desafio 192

Num lindo dia de sol, estavam três gaivotas numa pedra cinzenta a observarem um pescador que estava ali perto e uma delas disse:
― Belo peixe que ele pescou!
― Tive uma ideia, e se fossemos buscar o peixe delicioso?
― Queres roubar o peixe? 
― Sim, estou mesmo cheia de fome. O que achas, gaivotinha, que ainda não disseste nada?
― Eu acho que não é uma boa ideia, porque se o pescador te apanha, coloca-te dentro daquelas prisões para pássaros.  
Eduardo G., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Rodrigo S ― desafio 192


Num belo dia de sol, três gaivotas iam voando quando encontraram uma rocha diferente, porque estava pintada, mas não era tinta, tinha lá caído um ovo e com o calor secou. Entretanto apareceu um rapaz com a mãe e o pai.
Ele vira-se para a mãe e pergunta-lhe:
Posso-me ir sentar naquela rocha?
A mãe respondeu-lhe que sim e lá foi ele. Quando se sentou, ficou com os calções amarelos, porque o ovo não estava bem seco.
Rodrigo S., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra


João S ― desafio 192

Num dia tranquilo, três gaivotas estavam pousadas em cima de umas pedras que brilhavam ao sol, enquanto um menino comprava um gelado com a sua família. Passados uns minutos o cheiro a gelado chegou ao nariz de uma das gaivotas que ficou com muita fome. Então ela começou a voar em direção ao gelado do menino e comeu-lhe o gelado. O menino ficou muito triste e o vendedor de gelados, com gentileza, deu outro gelado ao menino. 
João S., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Tomás P ― desafio 192

Num dia de sol, as três gaivotas sobrevoavam o céu até que encontraram três rochas. Não eram umas rochas normais, aquelas brilhavam, eram valiosas. Então as três gaivotas combinaram em dividir as rochas, uma rocha para cada gaivota, mas as pedras eram muito pesadas então foram procurar ajuda ao farol que estava ao lado. Pediram ajuda ao homem que estava dentro do farol e conseguiram convencer o homem, quando voltaram para casa venderam as três rochas brilhantes. 
Tomás P., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Mariana P ― desafio 192

Numa bela tarde de sol, junto às rochas do mar foram avistadas três gaivotas que ficaram por ali a ouvir o bater das ondas nas rochas. De repente apareceu um pelicano que andava perdido e resolveu perguntar às gaivotas onde estava, ao que elas responderam que estava ao pé do farol da Ilha das Baleias, mas o pelicano disse: ― Estou mesmo perdido, eu tenho que ir para a Ilha das Flores.
Elas explicaram-lhe por onde devia ir. 
Mariana P., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Margarida G ― desafio 192

Três gaivotas estavam a voar pelo céu azul, quando decidiram encontrar um lugar para descansar. Entretanto encontraram algumas rochas e pousaram. Ficaram nas rochas a falar durante algum tempo e então decidiram continuar a sua viagem. Quando iam começar a voar, uma das gaivotas reparou que tinha uma pata presa nas rochas, ela começou a pedir ajuda às amigas. As amigas, que já estavam longe, foram muito rápido ajudar. Elas conseguiram e voaram todas juntas e felizes.
Margarida G, 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Mafalda G ― desafio 192

― Vejam aquelas três gaivotas em cima da pedra! ― exclamou a menina. Entretanto, a menina olhou para a mãe e perguntou: 
― Mãe, posso tirar umo foto aquelas gaivotas tão bonitas? 
A mãe respondeu: –Sim, claro, minha filha.
A menina ia contente para perto das gaivotas para poder tirar a fotografia. Quando estava preste a consegui-lo, as gaivotas assustaram-se e voaram para longe e a menina ficou muito triste, mas as gaivotas começaram a aproximar-se novamente e foram fotografadas. 
Mafalda G., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Lucas R ― desafio 192

Num dia tranquilo, três gaivotas estavam a voar pelos céus nublados, quando decidiram fazer uma competição, que era sobre encontrar uma pedra com um formato estranho. Todas as gaivotas foram à procura e ninguém encontrava uma pedra com um formato estranho. Depois de algum tempo, a primeira gaivota desistiu e cada vez mais gaivotas decidiram desistir da competição. Passado mais algum tempo, uma gaivota conseguiu encontrar uma pedra com um formato estranho e foi assim que ganhou. 
Lucas R., 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Júlia O ― desafio 192

Uma vez três gaivotas estavam a voar, até que decidiram fazer uma corrida. Quem chegasse primeiro à pedra ganharia peixe de graça durante quatro dias e a última tinha que apanhar os peixes. Todas aceitaram participar. Quando a corrida começou, as três gaivotas estavam na mesma posição, até que uma delas conseguiu ultrapassar as outras duas gaivotas ficando em primeiro. A gaivota que estava em primeiro lugar avistou a pedra e conseguiu lá chegar antes das outras. 
Júlia O., 15 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Diogo C ― desafio 192

Era um dia de sol. Viam-se três gaivotas nas rochas, a ouvir o som das ondas. Para aproveitar o dia, as três gaivotas foram voar à beira do mar. Enquanto voavam, a gaivota Nero encontrou um estranho animal na areia, decidiram ir ver o que estava a acontecer com o estranho animal. Quando se aproximaram, encontraram uma tartaruga que estava em busca da sua filha pequenina. As gaivotas ajudaram a tartaruga e encontraram a sua amada filha.
Diogo C., 14 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Carolina A ― desafio 192

Junto ao mar estavam três gaivotas a descansar sobre uma rocha, pois tinham voado por muito tempo. Uma delas viu um peixe a saltar. Então teve a ideia de fazerem uma competição para ver quem apanhava mais peixe. As gaivotas vencidas fariam o que a vencedora quisesse. 
Passado umas horas, a gaivota que teve a ideia desta competição ganhou. 
Quando já iam embora, encontraram, na areia, um pequeno caranguejo perdido e ajudaram-no a procurar os seus pais. 
Carolina A., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Ana R ― desafio 192

Todos os dias costumamos voar por este lado, junto ao mar, para observar esta vista incrível do mar e de todas as pessoas que estão lá em baixo, na praia, com os amigos. Sempre que aqui vimos, ficamos a ver o mar sobre umas rochas que estão perto da praia. Ao final da tarde não há quase pessoas o que nos deixa contentes, porque com mais pessoas há mais confusão e assim o ambiente está mais calmo. 
Ana R., 14 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Alberto B ― desafio 192

Estava um grupo de amigos na praia e viram aterrar algumas gaivotas sobre as rochas. Então os amigos começaram a imaginar de onde as gaivotas tinham vindo. O Manuel disse: 
― Será que elas vieram do Pólo Norte? 
― Não, as gaivotas não gostam de frio ― respondeu a Joana. 
― Então será que vieram da Antártida? 
― Não, pois a Antártida é muito fria! 
― Talvez elas tenham vindo do deserto do Saara... 
― Sim, é provável, pois lá está muito calor. 
Alberto B., 13 anos, 8ºano, AE de Alandroal, profs Mariana Charrua e Vera Saraiva
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

01/05/20

Maria João Cortês ― desafio 192


Eram cinco da tarde, de um maravilhoso dia de Abril. Num hotel com uma balaustrada virada para o mar, pousavam as gaivotas ao regressar do dia de trabalho, para descansarem ou à espera que algum hóspede deitasse umas migalhas.
Cheguei-me a elas e todas fugiram exceto uma que ficou como que petrificada, sem se mexer.
Aproveitei para a fotografar e dado o contexto em que se encontrava, o que ficou gravado mais parece uma gaivota de pedra.
Maria João Cortês, 77 anos, Lisboa
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

27/04/20

Carla Silva ― desafio 192

As Gaivotas
― Já foi. Eu bem disse. 
― Ora. Está caladinha e cala-te.
― Também acho. Calada ficas mais bonita. 
― Estás a dizer que sou feia?
― Parem a discussão e ajudem!
― Ajudar?! Mas tu viste bem o tamanho dela?
― Mas tu só metes defeitos? Eu sou feia, ela é gorda. E tu? Deves achar-te um deus. 
― Já chega!
Alice massajou a cabeça dorida. Decididamente precisava ir ao hospital. A queda fora grande. Tanto, que podia jurar que as gaivotas de pedra falaram.
Carla Silva, 46 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

03/04/20

Helena Rosinha ― desafio 192


Abria o postigo, manhã cedo, e lá estavam elas, nas pedras, dando-lhe os bons-dias. A casa da praia não era um luxo, tampouco segunda habitação, era a casa dele. Ali nascera, brincara, iniciara a arte. Um dia, vieram engenheiros e arquitectos, depois chegaram tractores, escavadoras. Arrasaram-lhes a vida. 
Uma estância turística ocupa agora o espaço do antigo bairro dos pescadores. Não sobrou barraco para contar as suas histórias. Quem sabe, elas não ressoam no grito das gaivotas?
Helena Rosinha, 67 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

09/02/20

Domingos Correia ― desafio 192

Gaivotas em pedra
Quatro gaivotas  viram um pescador no molhe. Uma delas busca uma garrafa de plástico no chão, mergulha e espeta-a no anzol. Entusiasmado, o pescador puxa e… desilusão!
Outra busca um emaranhado de cordas perdido e faz o mesmo. O pescador puxa, outra desilusão!
 As partidas continuaram…
Até que, zangado, resmungando, o pescador terminou a pescaria.
O engraçado é que isto pegou moda entre as gaivotas. Já quase não se vêem pescadores a pescar porque é só desilusões.
Domingos Correia, 62 anos, Amarante
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

15/12/19

Mónica Marcos Celestino ― desafio 192


GAIVOTAS EM PEDRA
Em dura grisalha pedra
poderá tornar algum dia
a sábia mão do artista
aquelas risonhas gaivotas
que ao ar lançavam majestosas
a sua estridente alvorada.

Silenciar poderá algum dia
o habilidoso buril afiado
aquele pungente chilrear
com o qual, orgulhosas,
vencer pretendiam,
as rosadas nuvens
da madrugada.

Paralisar poderá algum dia
o pertinaz martelo talentoso
aquelas brancas asas
que, contra vento e maré,
sulcar desejavam, impetuosas,
acima das baloiçantes ondas.

Mas não deixarão jamais
de ansiar horizontes.
Mónica Marcos Celestino, 47 anos, Salamanca (Espanha)
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

06/12/19

Filomena Galvão ― desafio 192

Tinha fascínio por arte, mas sobretudo uma sensibilidade incrível e aprimorada pelas belas artes. Dedicou a sua vida ao estudo do piano, à pintura, à escrita, às línguas. Agora, os seus dias são intercalados por pautas, pincéis, poesia, leitura, e conversas com noras e netos estrangeiros. Os passeios diários são sempre acompanhados por uma máquina fotográfica digital. Sentada, contemplativa, inspira-se agora naquela última foto que tirara na praia a umas imponentes esculturas que intitulou: gaivotas em pedra.
Filomena Galvão, 58 anos, Corroios
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra