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21/06/12

desafio nº 10 - vamos a isto!

Quinta-feira, dia de desafio... Ora então...

A ideia é arranjar uma frase que, se trocarmos a ordem das palavras e alterarmos a pontuação, se transforme numa outra frase com um sentido diferente.
Um exemplo:
Não agi como os outros, falei!  -  Agi como os outros, não falei...

Obrigatório: Estas duas frases estarão no início e no fim do texto.
Neste caso seria:

Não agi como os outros, falei!  Disse tudo o que me vinha à cabeça, vociferei, deitei cá para fora tudo aquilo que me apetecia. Estraguei a aula? Claro…
Logo os colegas começaram a pôr-me de parte, chocados com a minha atitude. Nem sequer era verdade, aquilo que dizia. Teria o direito de ser bruto? Claro que não. Caí em mim. Afinal, o professor apenas queria que déssemos o nosso melhor. Percebi. Agi como os outros, não falei...
Margarida Fonseca Santos

Desafio nº 10 – duas frases com as mesmas palavras e sentidos diferentes
MAIS TEXTOS
Ouvir este ou outros textos aqui: 

08/06/12

Mais corajosos!!! Que crise de letras...

A Madalena é a de todos a recreada lá de casa. Não concorda com o oposto dela. Mas em certos momentos só a calma tem o condão de a acalmar. Tenta alcançar local sereno e remoto para morar. No campo, ao som do canto e do encanto dos pássaros, passa para o papel canções. O Sol e o calor dão alento e o aroma das amoras dá paladar aos doces poemas. As ondas do mar no pensamento.
+
O caderno na mesa com a caneta ao lado toca a atenção da Marta. Senta-se, passando os dedos por ele. Recorda o momento da deserção. A perda pelo contentamento de traçar letras não era momentânea. Desolada, recosta-se tentando derrotar o desalento. Pensadora, tenta memorar cada poema. Eram às centenas de anos e anos de talento. Escondendo sempre de todos por medo de as suas sensações não serem alcançadas tal como as sente na alma. Estremece ao pensar. 
+
Às três o sono desaparece. Penso ler, mesmo escassamente, pode acalmar. Mas não tento e espero pelo cansaço. Tarde compreendo o erro, após passarem três momentos. Se esperava adormecer era desacerto. Depressa penso na perda de tempo completamente lançada pela porta. Só presentemente alcanço o ter passado tanto tempo sem sono. Não será perda, sempre se tem este conto de setenta e sete e tão escasso de letras para dar a aprender e alento à talentosa mente.
Maria Jorge

Sereno...
Perder o medo
Ceder de repente,
Trocar restos
Pelo presente

Mandar pelos ares
Todo tormento
Poder se doar
A cada momento

Sem rodear
Sem se atormentar

Tentar ser amor
Calor total
A dor some
Alto astral

Solto pelo ar
A soar normal

Sem se apressar
Sereno se mostrar
Somar amores
Mandar o mal passear

Com toda calma
A alma tocar
Ter asas, 
Contar estrelas
Se acalentar
Entender como é doce amar
Corpo e alma
Sempre presente estar

05/06/12

É a nossa vez...


Se em setenta e sete palavras vos fizesse uma adivinha em forma de história?
M com duas letras do nome sobrepostas! M de Mulher (woman?)…
Detentora de um porte incrível e um recorde de reinado (que não é setenta e sete) – quem será?
Rainha já perceberam…
Portuguesa não é, não foi. Teve tentáculos pelo mundo inteiro, expandiu o reino, até lhe chamavam imperatriz da… Não digo!
Se vos mostrasse uma fotografia? Não!!!
Victória, Victória, acabou-se a História!!!

Texto: Margarida Fonseca Santos; Ilustração, Francisca Torres - a ilustração precedeu o texto!

as histórias de hoje...

Dia 7 de Junho é feriado e é a última vez que o iremos ter. Como tal, toca a aproveitar! Iremos fazer 7 jogos. Iniciaremos os jogos às 7 horas da manhã e terminaremos às 7 horas da tarde. Em cada jogo participarão 7 alunos. Os jogos serão:” Uno, Super T, Jogo do 24, macaca, xadrez, monopólio e dominó. Cada vencedor receberá um livro da coleção 7 Irmãos. No final correrão a 7 pés para casa. Bom feriado!
Reguilas da Mata – 4º A - Texto coletivo


Eu tenho sete dias para amar, sete dias para brincar e sete dias para cantar. Ao amar, sete doces beijos irei dar. Para brincar com sete bolas, irei jogar futebol, basquetebol… Como tenho sete dias para cantar irei partir duas janelas e três copos por cada dia, para a voz treinar. Como terei apenas sete dias para amar, brincar e cantar, sonharei, descansarei e treinarei as cordas vocais, para não fazer má figura durante os próximos dias.
Sérgio Filipe Santos Rocha, 7ºA, Agrupamento de Escolas de Fajões

Fica aqui (deste desafio nº 7) a história da MCecília, Brasil

De dia viam-se muito pouco, mas ela continuava ali, como habitual, debruçada sobra a janela com os vastos cabelos soltos e reluzentes. Todas as noites assim o era! Aguardava por contos de fadas, onde pudesse entrar, mundos misteriosos, paixões… procurava o fim, o início ou talvez o recomeço! Certezas?! Uma: estaria ali até que essa noite, esse alguém chegasse a levasse…Meses e anos lá passou… mas eis que esse alguém chega, tal como imaginara… Quem diria…!   
+
De dia viam-se muito pouco! E ele sozinho e abandonado, numa casa escura e fria, escutando o silêncio misterioso que o rodeava! Recordava a infância que vivera…
Ele sabia que seria esta a sua última noite e que sozinho, como sempre, fecharia os olhos e voaria para lá das nuvens, para lá do céu e do universo…            
Batem à porta, era o seu filho, ele abraça-o, uma lágrima desliza na sua face, fecha os olhos! Quem diria…! 


Ana Carolina Azevedo Oliveira Tavares  8ºC, Escola Básica e Secundaria de Fajões

De dia viam-se muito pouco, eram umas aves raríssimas, que viviam silenciosamente no seu habitat.
Era um desafio da escola, quem conseguisse tirar uma fotografia dessas aves, recebia um prémio.
Foram dias e dias de procura, dei tanto trabalho aos meus pais, fui a parques e a reservas naturais e nada.
Até que, um dia, cheguei a casa depois de uma manhã de trabalho, cheguei ao meu quarto e vi um ninho delas na janela. Quem diria...
Miguel Pina, 8ºC, Escola Básica e Secundaria de Fajões

De dia viam-se muito pouco,
de noite apenas
sombras de um louco.
Que farei eu,
não sei se lhe contarei
ou se guardarei,
o segredo.
Segredo este,
que parece não ter fim,
que se vai acumulando,
por entre minha alma.
Sem o conseguir parar.
Sentir o que sinto,
só pode ser amor.
Cada dia que passa,
me sinto menos capaz.
Já não consigo esconder mais.
Mas quem diria,
que a minha cobardia,
levaria a melhor.
Quem diria!
Vanessa Costa , 8ºC , da escola Básica e Secundária de Fajões


De dia viam-se muito pouco, mas de noite, ui de noite… de noite não se viam nada. Não se via luz, apenas preto e branco, incompreendidos pelas outras cores. Sentiam o vento que batia na cara, como estaladas frias e repentinas. Teriam algo nos seus olhos esbugalhados? Estariam cegos e mudos, ou seria só uma fase? Estariam na adolescência? Estariam apaixonados? Se calhar era isso, ou se calhar não era! Que tédio pensar neste problema… Quem diria…!
Daniel Moreira Ribeiro      8ºc        14 anos      escola básica e secundaria de fajões

03/06/12

as histórias deste domingo...

Desafio nº7


[Rimance das sete meninas diferentes]

Havia sete meninas
Comendo sete romãs,
Todas sete tão diferentes,
Mas todas elas irmãs.

Uma loira, outra morena,
Outra da cor do limão,
Uma da cor da castanha,
Outra negra de carvão,

Uma rubra como o sol,
Outra parda como a lua,
Todas sete de mãos dadas,
Cantando as sete na rua:

- O que importa a cor da pele
Se é o amor que nos sustem?
Sendo as sete tão diferentes,
Nós sete nos queremos bem.

Carlos Alberto Silva, Leiria.


Do desafio nº 6


De dia viam-se muito pouco, aqueles pequenos seres, recém nascidos, com um pequeno corpo castanho como a casca de uma árvore e uns olhos negros como a escuridão. Corriam, saltitavam e brincavam, sempre sem sair da beira da mãe, tão bela como os seus filhotes. As suas tocas não ficavam longe e não tardava muito a voltarem para o quentinho, bem aconchegados no pêlo de sua mãe. Passado algum tempo, depois de brincarem muito, entraram. Quem diria…!
Liliana Gomes 8ºC Nº13 Escola Básica e Secundária de Fajões



E do desafio nº 5


Debaixo desse teu olhar feliz, habitam monstros.
Debaixo da tua cama não há espaço para tantos monstros
desse tamanho, disse-te sorrindo para quebrar o silêncio do
teu rosto. - Foste lá ver? A tua voz ganhava um outro
olhar. Falava agora a solidão, desenhando e ilustrando uma página menos
feliz. - Não fujas! Vamos procurá-los, Nós duas, numa aventura épica onde
habitam fantasmas, bruxas, fadas, gnomos, princesas e estórias maravilhosas de muitos  
monstros. – Queres que os assuste?
Manuela Ferrer

01/06/12

Esc B. e Secundária de Fajões e o desafio


No futebol sou o número 7, marquei 7 golos em 7 jogos . Fui expulso 7 jogos apanhei outros 7 de suspensão.
Ficámos em primeiro com 7 vitórias, com 7 golos sofridos, 29 marcados.
Subimos de divisão e conseguimos alcançar 500 vitórias e nunca perdemos. Chamamos o Ronaldo que era primo do Arnaldo que gostava muito de peixe e esperemos que o futebol não deixe. Finalmente o guarda-redes que não costuma lavar as paredes ganhou o título.
Bruno Aguiar e Hugo Correia


Eu tenho sete gatos, cada um com sete cores…
O sétimo gato é o mais brincalhão e o primeiro o mais trapalhão.
Gostam de brincar com os seus novelos de lã todos com várias cores.
Todos juntinhos e aconchegadinhos.
Tenho sete gatos, porque gosto do número sete, pois o arco-íris tem sete cores e há sete maravilhas do mundo.
É uma aventura brincar com tantos gatinhos, adoro todos da mesma forma e são os meus sete amiguinhos.
Ana Almeida, Filipa Costa, Mariana Pinho, 8ºB , Escola Básica e Secundária de Fajões

Observei a minha casa, tinha sete janelas. Olhei para uma delas e vi o céu, estava a chover, estavam lá sete gotas, era sete horas e no céu ali estavam sete estrelas.
Fui comer sete ervinhas com frango. Tenho sete irmãos e todos eles comeram o mesmo que eu.
Eram horas de ir para a cama, não tinha sono, contei sete ovelhas. Por fim adormeci. Sonhei que era princesa e tinha um reino, era rica e feliz.
Escola Básica E secundária De Fajões
Realizado por: Daniela Costa, Ana Teixeira e Raquel Costa


Havia um torneio que se chamava “Torneio das sete equipas”.
Esse torneio teve início no dia sete de Agosto, pelas sete da tarde.
Cada equipa era constituída por sete jogadores.
No primeiro jogo do torneio, o jogador número sete foi expulso por cometer sete faltas, na zona de meio campo.
O jogo final foi muito competitivo, pois os sete jogadores da equipa da escola básica e secundária de Fajões conseguiram ganhar o torneio, que foi muito divertido.
Realização: Miguel Pinho, Joel Santos, Rafael Pinho-8ª-E.B.S de Fajões


Hoje acordei cedo, olhei para o relógio eram sete horas.
Entrei na sala, reparei que estavam sete alunos, não era normal pois somos vinte.
Era o meu dia de azar, porque a professora ia entregar os testes, fiquei a saber que tinha tirado sete por cento.
Saí para o recreio, reparei que sete funcionárias estavam a olhar para mim, tinham descoberto que reprovei sete vezes.
Cheguei a casa, mostrei o sete por cento e levei sete palmadas.
Trabalho realizado por 8º A: Cristiana Vieira, Ana Oliveira e Diana Pereira     Escola : Escola Básica e Secundária de Fajões.


No dia sete de Julho, conheci a autora da coleção "7 irmãos".
Achei-a muito divertida e sincera. Gostei dos nomes das sete personagens.
No dia seguinte, recebi uma notícia: no teste tinha tirado 77% a sete disciplinas.
Os meus sete melhores amigos ficaram muito surpreendidos, como não poderia deixar de ser.
Eu ganhei uma aposta de sete euros. Comprei seis gomas, cinco chupas e um jogo que custou sete euros, este foi um dia em cheio, e adorei-o. 
Marcelo Pinho 8ºA Escola Básica e secundária de Fajões.   

desafio nº 7

Cá vamos nós - desafio nº 7!!!
Ora, escrever 77 palavras para o desafio nº 7, deu-me uma ideia...

Como será escrever uma história de 77 palavras em que entre 7 vezes o número 7?...

Aceitam o desafio? Vamos a isto...

A minha ficou assim:
A cidade tinha sete colinas, sim, mas o problema eram os sete quilos a mais que Geraldina acumulara nas ancas… Pensava nos mouros, a subir aquilo para conquistar a cidade. Ela não teria sido capaz! Os sete amigos, mais leves e despachados, já desapareciam pelas ruelas de acesso ao topo. Geraldina conferiu as horas: sete para as sete. Menos mal, às sete aquilo fechava, escusava de continuar. Encostou-se a uma porta, nº 7. Mas aquilo abriu-se e…
Margarida Fonseca Santos, 54 anos, Lisboa
Desafio nº 7 – história onde entre 7 vezes o número 7 
MAIS TEXTOS

Mais histórias do desafio nº 7


Foi numa tarde de Maio de 1977: atmosfera tensa mas dançante com os pólenes que enchiam o vento; 7 da tarde, eu esperava; nuvens negras explodiam numa trovoada atordoadora; depois, uma chuva tépida lavou o ar.
Às 7 e meia, o sol reaparecia, e lá vinhas, subindo o parque, despreocupadamente.
“Flores?... Não faço anos”…
Eram 7 rosas púrpura que entregaste a alguém atrás do balcão.
O café que tomámos depois estava estupidamente morno.
Parabéns: hoje, 77 anos!
Graça Samora, Massamá

Ainda o desafio nº 6 e EBS de Fajões

De dia viam-se muito pouco,
Mantinham segredos bem guardados,
Que toda a gente tentava descobrir como um louco.

Encantavam toda a gente, sem saberem
Faziam tudo bem, sem se esforçarem
Apesar da sua sabedoria,
Continuavam a fazê-lo, sem por isso darem.

Seriam de outro planeta?
Toda a gente o queria saber,
O que seriam afinal,
Estes seres que ninguém sabia haver?

Um dia foi-se a descobrir,
O que realmente havia,
Eram de uma dimensão inversa.
Quem diria…!
Luana Santos 8ºC Escola Básica e Secundária de Fajões

De dia viam-se muito pouco, pois era à noite que partiam. Falo dos Descobridores, apenas uma de muitas, muitas gerações de ouro que pertenceram ou pertencem a este maravilhoso país. Esta pequena nação, mas com um espírito inabalável, que nunca desiste e vence qualquer adversidade. Este pequeno país que se une nos momentos difíceis, que apoia a seleção e que tem feitos além fronteiras. Por tudo isto, Somos PORTUGAL e temos orgulho de o dizer! Quem diria…!  
Artur Ferreira; nº5; 8ºC; Escola Básica e Secundária de Fajões   


De dia viam-se muito pouco,
Mas aquele estava preso,
Pensei que me fosse arrebatar,
O magnífico que é o luar.

Ele queria-me arrastar,
Até aquele específico lugar
Eu dele não iria gostar,
Pois a liberdade me poderia tirar

Não sabia o que fazer,
Para ele me obedecer
Estava a entorpecer,
A minha vontade de viver.

Eu parecia uma flor,
Daquelas que não se podem pôr
Num jardim cheio de esplendor,
Era só um sentimento de amor,
Quem diria…!
Ricardo Santos nº19 8ºC
Escola Básica e secundária de Fajões

Mais uma história do desafio nº 3


Era quinta-feira e o senhor Francisco já tinha caído oito vezes, tinha ido ao talho da décima rua e tinha pedido um suculento bife.
Em dois tempos estava em casa a preparar a terceira refeição do dia. Com nove gotas de azeite deu um delicioso cheiro ao prato. Era a sétima vez que fazia aquela iguaria, mas aquela era a melhor. Seis horas depois estava na cama a ler o quarto volume da coleção do corpo humano.
Tomás Jorge 6ºE Colégio Monte Maior

(tenho estado a trabalhar escrita criativa com as turmas de 6º e 9º do Colégio, tem sido mesmo divertido!)

31/05/12

Mais desafios nº 7!


O ANIVERSÁRIO
O aniversário da Marta aproximava-se e o Miguel desejava fazer uma surpresa. Mas o dia 7 do mês 7 estava a bater à porta e ele não tinha nenhuma ideia. Pediu ajuda à mãe, cujo rosto assumiu as 7 cores do arco-íris. Virou-se para o pai que também não acreditou no seu gesto, mesmo repetindo-o 7 vezes. Acabou por comprar 7 presentes e esperou 7 dias. 7 minutos, foi o tempo que a irmã levou a desembrulhá-los.
Maria Jorge


Fernando riu o caminho todo até à casa de banho. Aqueles sete eram demais. Mas logo o sorriso murchou, quando descobriu que restavam pouco mais de sete gotas de água.
–Estás ensaboado? – gozavam os sete.
Saiu furibundo, a tempo de os ver desaparecer, impressionado pelos sete pares de pés que ganhavam asas.
Aguardou. Os sete não podiam ficar eternamente escondidos.
Foram sete nuvens a resolver a questão, ao derramar a chuva forte e fria sobre os sete.
 Quita Miguel, 52 anos, Cascais

O NÚMERO SETE
Já pensaram como o número 7 está presente em muito do que nos rodeia? Os marinheiros medievais navegaram por 7 mares, as notas musicais são 7, os pecados igualmente 7, até 7, são os dias da semana. Sem esquecer as maravilhas do mundo que são sempre 7 e já vêm dos tempos antigos. E muito mais podia enumerar com o 7, mas como as vezes se esgotaram, deixo aqui uma pergunta pertinente. Que magia esconde este número?
Maria Jorge

Os Reguilas de voltas do desafio nº6


De dia, viam-se pouco, eles preferiam aparecer à noite.
Eram pequenos, peludos, brilhantes, brincalhões e adoravam saltitar pela calçada.
Eu e o meu amigo João passeávamos pela rua, quando os cangurus apareceram. Brincámos todo o serão e depois levaram-nos até à sua família. Apesar de serem pequenos davam saltos gigantes, eu e o João tínhamos de correr para os conseguirmos acompanhar.
Finalmente chegámos. A mãe canguru ficou felicíssima e até nos preparou um chá delicioso.
Quem diria...!

Trabalho coletivo
Reguilas da Mata – 4º A
Professora Maria do Carmo Silva

e já começaram a chegar as histórias!!!

Desafio nº 7

Sete velhas galinhas sentadas em seus sete poleiros puseram-se a cantar.
Eram sete horas da manhã e o sol já despontava.
Mas sete ais se ouviram, implorando para que se calassem. Já tardava para o galo da capoeira. Empoleirado e altivo, julgava-se dono das vontades das suas sete galinhas. Madrugara zangado, como sempre, esperando por sete ovos postos sem grandes alegrias ou cantorias. Mas naquele dia, sete galinhas cantaram, felizes, claras acasteladas e suspiradas, belas gemadas douradas...
Rosário Caeiro, 38 anos, Lisboa

Sete de Maio – Lia viajou e deixa recado aos filhos, não sabem muito de cozinha.
Uso do micro-ondas...
(Ela não perde sua mania pelo número sete. Sempre a soma dos algarismos em tudo, deve dar sete.)
Leite: trinta e quatro segundos. Três mais quatro, sete
Panquecas: cinquenta e dois: cinco mais dois, sete. E assim por diante. Os filhos a entenderiam.
Volta, após sete dias.
Sorrisos aguardavam... 
Também a conta da pizzaria vizinha: sete pizzas tamanho família...
Chica, 63 anos, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil


SETE VEZES SETE?
Aos sete anos de idade
Pela primeira vez
Beatriz foi pra escola
Com timidez

Seu número de chamada
Disse-lhe a professora
Será o número sete
Fique conhecedora

Na hora de aprender tabuada
Foi bem até a do seis
Quando chegou na do sete
Enroscou de vez

A professora perguntou
Quanto é sete vezes sete
Levantou-se nervosa
Respondeu quarenta e sete

Professora disse, não
Quarenta e sete? Errou
O certo é quarenta e nove
Beatriz quietinha, se sentou 
Majoli Oliveira, 52 anos, Caçapava, São Paulo, Brasil