30 novembro 2018

Andreia Neves ― desafio 156

Era uma vez um cão que deambulava diariamente nos jardins de uma vila. Ora num, mais agreste, ora noutro, mais verdejante, atravessava cada jardim em busca de novidades: uma flor, um amigo súbito, um cogumelo rebelde nascido num lugar inimaginável, um osso esquecido, um raio de sol que atravessava a folhagem densa… A verdade é que, nessas deambulações, não havia dia em que não encontrasse algo que não o deixasse feliz, e era esse o seu lema. 
Andreia Neves, 51 anos, Oeiras
Desafio nº 156 – hist de animais sem P

Helena Rosinha ― desafio 117

Ângela, a nova aluna, sentava-se ao meu lado. Eu afastava-me quanto podia. Afastávamo-nos todas. Até a excluímos da festa anual; assistia apenas aos ensaios. Quando Carlota adoeceu, impedida de cantar, Ângela ofereceu-se para a substituir. Rimos, tão ridículo era! Mas a professora escutou-a. Escutámos todas, sentido-nos pequeninas perante a generosidade, a grandiosidade de Ângela, “aquela, com psoríase!” Envergonhadas do comportamento injustificável, cruel, rodeámo-la num abraço que, não nos redimindo, expressava aceitação, quebrava o preconceito.
Mais abraços precisam-se.
Helena Rosinha, 66 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 117 – uma história para ajudar a combater a psoríase

Chica ― desafio 156


O cenário: beira do rio, entardecer.
Habitantes da cidade ali davam adeus ao fim do dia de verão, caminhando, outros sentados curtindo momento.
De uma hora a outra, uma avalanche de gente... Muita alegria, descontração.
Horas transcorreram. O sol se recolheu. Virou noite. A festa lá continuou até amanhecer.
Quando a luz do dia se mostrou, o lixo também o fez. Toneladas dele. Aqueles, lá, certamente não eram humanos. Lembravam animais em seu mau sentido!
Triste cena!
Chica, 70 anos Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Desafio nº 156 – hist de animais sem P

3º/4º EB Galveias ― desafio 150


Diogo foi à drogaria comprar arame farpado para colocar no muro da sua quinta. Encontrou a Margarida no Terreiro, junto à igreja, e ela disse-lhe que ia à loja comprar ingredientes para fazer um bolo de chocolate e um belo guisado para o jantar.
― E tu o que vais fazer? – perguntou a Margarida.
― Vou à drogaria e depois vou para casa. Precisas de boleia? –respondeu o Diogo.
― Não, obrigado. Preciso de emagrecer.
― Até amanhã. Fica bem.
3º/4º EB Galveias, GA B, professora Carmo Silva
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Ricardo B ― desafio 151


Vou contar uma página muito interessante da minha vida, conheci uma velha senhora, muito estranha, usava missangas no cabelo, muito coloridas, e vestia-se sempre com o longo capote com uma grande gola e um capuz, como era surda usava um funil junto ao ouvido, para ouvir melhor e falava aos gritos.
Um dia trepou um muro para apanhar uns molhos de espargos mas tropeçou e caiu, bateu com a cabeça contra o muro e desapareceu para sempre.
Ricardo B, 5ºC- Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa - Escola Dr. José Neves Júnior - Faro, prof Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Sofia ― desafio 151

A minha amiga Alda vive em Trás-os-Montes, região muito fria de Portugal.
Estive com ela na semana passada. Quando a vi, dei um grito, pois estava muito bonita, com um capote comprido, bordado com uma grande missanga.
Levou-me por um caminho, para a casa dela, cuja paisagem parecia tirada de uma página de um livro. Tivemos de trepar um pouco para irmos apanhar espargos.Fizemos um creme, que passámos por um funil.Fomos muito felizes, naquela região.
Sofia - 5ºC - Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa - Escola Dr. José Neves Júnior - Faro, prof Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Ricardo B ― desafio 150

Estava eu uma vez gozando um lindo dia de sol quando vi gravado a giz, numa parede da minha cidade Davinópolis, uma gravura representado uma grade com as palavras: Ente-Mundo de David. Estranhei mas fui andando e em vez de bater com o nariz no muro deparei-me com uma cidade diferente, os prédios eram muitos delgados, as ruas muito grande e direitas.
De repente acordei, tudo isto tinha sido um grande sonho, afinal.
Como é bom sonhar!
Ricardo B, 5ºC- Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa - Escola Dr. José Neves Júnior – Faro, prof Manuel Patrício
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Desafio nº 156

Vamos lá brincar com as letras.

Escrevam-se uma história sobre ANIMAIS (de qualquer tipo…)

Só há uma pequeníssima restrição – é que não podem usar o P

Não havia forma de saber se aquela aventesma era ou não um animal verdadeiro. Mexia-se bastante veloz e urrava qual besta quadrada, mas as dúvidas eram muitas. Uns diziam que sim, outros que não. No fundo, era estranho estar ali no armazém, fazendo tanto tão bem e ainda ser o melhor organizador de todos. Votou-se: os trabalhadores decidiram que era um animal, e devia andar a lamber as botas do elevado hierárquico. Baniram a besta, agora continuavam a fazer quase nada em muitas horas, um alívio. 
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa

Desafio nº 156 – hist de animais sem P 

28 novembro 2018

André G ― desafio 1

A luz
Com o sol a levantar-se, a vila acordava. Ali, toda a gente sabia o que tinha de fazer. Ninguém tinha pena de ninguém, porque todos sabiam que estavam a ajudar a vila de uma maneira ou de outra. No fim do dia, organizavam uma festa, com tudo embelezado e todos com um grande sorriso. Os jovens, satisfeitos, faziam uma fogueira e observavam o fogo a iluminar tudo e todos como uma nova esperança na escuridão da noite.
André G, 12 anos, Montijo, prof Aurora Almeirim
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

Leonor G ― desafio 1

O renascer das cinzas
fogo fora devastador e a tristeza habitara naquela incrível aldeia outrora repleta de natureza. Contudo, as pessoas de Portugal meteram mãos ao trabalho. Em pouco tempo, a aldeia mudara completamente. O povo, embora sentisse pena de quem perdera tudo, já tinha um lar harmonioso e, por isso, já se via gente a passear com um sorriso na cara.
O passado não podia atormentar as pessoas. O futuro é que importava e esse trazia esperança e felicidade.
Leonor G, 12 anos, Montijo, prof Aurora Almeirim
Desafio nº 1 – palavras impostas: pena, sorriso, fogo

Luana S ― desafio 3


Elisangela tinha dez anos, passeava à beira mar com o seu sobrinho de dois anos e com a sua prima de um ano e sete meses.
Os três, de longe conseguiram ver seis sardinhas, oito caracóis do mar e nove búzios. O seu sobrinho apanhou uma das sardinhas e um caracol. A prima dele estava com medo. Elisangela decidiu ir embora, em direção ao parque, no qual existiam: cincoescorregas para mais os velhos e quatro baloiços.
Luana S, 6ªA, Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

Miguel H e Santiago C ― desafio 151

A joaninha divertida
Era uma vez uma joaninha muito divertida. Ela vivia num funil. Todos os dias, depois de trepar o funil, dava um grito de guerra.
Um dia o seu amigo gato perguntou-lhe se queria ir jantar: sopa de espargos, a sua especialidade!
A joaninha aceitou. Nesse dia, colocou o seu bonito colar de missangas e vestiu o capote da chuva.
Depois do jantar, ao serão, riram divertidamente, a ler uma página de anedotas do jornal.
Miguel H e Santiago C, 5C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Miguel M ― desafio 151

De manhã cedo, fui regar o meu espargo quando vi pela janela um pequeno gatinho a ser perseguido por um cão de grande porte! Tinha uma coleira vermelha a dizer Missanga e um funil daqueles que os veterinários põem aos animais. Assustei-me e dei um grito! Pouco depois, o gato começou a trepar uma árvore mas com dificuldade! Então, vesti um capote, e saí para o ajudar. Quando voltei a casa, escrevi uma página sobre esta aventura!
Miguel M, 5º C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Sarah L ― desafio 151

Há um mês a Maria comprou um capote e um colar de missangas. Passado um bocadinho entraram na sala e a professora perguntou logo se tinham feito a página 50. Nessa página aparecia palavra espargo e ninguém sabia o que era, então a professora explicou-lhes. No fim de semana brincaram aos cientistas e usaram um funil para encher uma garrafa. No domingo foram apanhar fruta e ao trepar uma cerejeira viram uma cobra e começaram a gritar
Sarah L. 5º C - 5C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Vicente F ― desafio 151

Visto o meu capote porque chove muito lá fora, mas estou muito animado porque vou com a minha mãe ao meu restaurante preferido chamado ‘’O Funil’’. Nem preciso de pedir o menu porque sei de cor que na segunda página está a minha comida preferida, risotto de espargos. Que delícia! Quando chego a casa, a minha gatinha Missanga tenta trepar para o meu colo, e eu solto um grito de alegria, pois já estava cheio de saudades.
Vicente F, nº28, 5C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício 
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Daniel I ― desafio 151

Um homem que andava na rua encontrou um capote vermelho que pensava que era uma capa de super-herói. Quando o vestiu viu que estava lá agarrada uma missanga. Tocou-lhe e deu um grito. Depois começou a trepar uma parede até chegar ao cimo de um prédio. Lá em cima viu um funil, que pôs na cabeça e um espargo que comeu. De repente começou a voar e no dia seguinte saiu na primeira página do Jornal Diário
Daniel I - 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Hugo P ― desafio 151

Havia um guardanapo, que de tão sujo que estava até era engraçado! Morava dentro de uma gorda embalagem, apertado e enrugado. Vivia a pensar, quando é que alguém se lembraria de o libertar.
Então, o Godofredo, no seu aniversário, após comer gulodices, abriu o pacote dos guardanapos para a boca limpar. E, bummmm! O guardanapo saiu do aperto, saltou voando até cair numa poça de lama. Pensou:
― Antes sujo e livre do que limpo e preso!
Hugo P, 5º C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Hugo P ― desafio 151

Era uma vez um ogre que brincava com missangas. Um dia, ele estava a andar na rua e trepou um prédio. Então, desequilibrou-se e só não caiu porque se agarrou a um capote pendurado numa varanda. Nessa varanda havia um funil amarelo gigante. O ogre espreitou, e viu lá dentro uma cultura de espargos. Admirado com o que observava, resolveu descer. Quando chegou cá em baixo, deu um grito de alegria e apanhou uma folha de jornal
Hugo P, 5º C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

João, Francisco e André ― desafio 150

Em Espanha existe um rio chamado Guadalquivir, é muito grande.
É um dos rios principais de Espanha, por vezes encontramos uma planta rara que se chama gladíolo.
Em Grândola há uma casa espaçosa de uma jovem chamada Gilda, que é jogadora de voleibol de praia.
Um amigo ajudou-a a construir uma jangada para o concurso da sua escola que é sobre invenções. Essa jangada era demasiado robusta e é realista.
No final souberam que ganharam o prémio.
João G, Francisco C e André M, 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD


Bárbara M ― desafio 150

Era uma vez uma menina chamada Margarida. Todos a tratavam por Guida.
Ela era uma criança muito engraçada, querida, bondosa e fofinha. Ela tinha um irmão chamado Diogo. Ele era parecido á irmã, no entanto como era mais velho era maior.
Eles eram grandes amigos!!!
Certo dia o seu irmão teve de mudar-se para Madagáscar. A sua maninha ficou muito triste, mas aceitou.
A irmã mesmo triste fez-lhe uma festa surpresa. Convidou todos os seus amigos…
Bárbara M, 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Lourenço R ― desafio 150

Ontem, fui a Grândola visitar os meus avós, eles disseram-me que estava grande, depois eu e o Diogo fomos a Vila Real De Santo António ver o rio Guadiana. Depois o meu amigo agradeceu-nos por aquela visita fantástica, e ele foi para casa feliz. Fomos à praia da Fuseta e à entrada estava um guarda a pedir os bilhetes e nós demos, depois chegamos a casa felizes.
Que longo dia! Foi muito bom e divertido!
Lourenço R, 5º E - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD


Madalena e Catarina ― desafio 151

A menina de capote
Vou contar-vos, nesta página, a história de uma menina muito linda e
inteligente que se chama Mariana Missanga.
Essa menina gostava muito de andar de capote, e quando ela via um
espargo dava um grito.
Um dia a Mariana descobriu um funil gigante e decidiu pôr-se a trepar.
Mas a Mariana de tão atrapalhada que era, caiu lá para dentro. Ela
saiu por uma pequena saída que lá havia e voltou para casa.
Final Feliz.
Madalena O e Catarina G, 5ºc - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Guilherme e Tiago ― desafio 151

Era uma vez uma menina que no seu aniversário recebeu um capote. Ela ficou feliz e foi escrever esta novidade na página do seu diário. A menina também recebeu uma missanga. Ela ficou tão feliz que deu um grito de alegria. Nesse dia até comeu sopa com um espargo, que não gosta de comer.
Depois vestiu o capote e foi para a escola, no caminho viu um velhote a trepar uma árvore com um funil na cabeça.
Guilherme e Tiago, 5º C - AE Pinheiro e Rosa, Escola Dr. José Neves Júnior, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Alice Ramos ― desafio 154

Ufa! Finalmente entraram no metro... que ideia irritante, andar naquela confusão!
Alguns teatralizam, mas aqueles ainda viviam no renascimento, ora para cá, ora para lá, sem saber onde haveria um lugar para se sentarem a descansar. Tanta corrida e agora sem lugar, tudo por causa da meteorologia que os afastou de vez do trem.
Por fim, chegaram à meta final, mas tudo tinha sido uma tremenda mentira. Abriram os olhos e acordaram daquele pesadelo, todos ofegantes e cansados.
Alice Ramos, 59 anos, Porto
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Filomena Galvão ― desafio 155

Apesar do temor da viagem de avião, organizou a mala e decidiu-se a enfrentar os seus receios pela forte vontade de poder desfrutar de uns dias de descanso num local paradisíaco, longe do tumulto e das teorias de conspiração que a rodeavam. Abençoou todos os dias de veraneio que a envolveram em nuvens de leitura, areia, ondas e calor. Foi com pena que disse adeus àquela terra magnífica e àqueles dias extraordinários de reflexão e de autoconhecimento.
Filomena Galvão, 57 anos, Corroios
Desafio nº 155 – palavras em sequência

27 novembro 2018

PODCAST ESCOLAS – 27 e 29 nov 2018

São estas as histórias que lemos esta semana:

Joana M., 9 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto
Desafio nº 59 – 14 vezes a palavra não
&
Melissa A, 17 anos, Esc. Sec. José Saramago – Mafra, prof Teresa Simões
Desafio RS nº 17 – Ludmila Faneca
PODCAST ESCOLAS 74 – 29 novembro 2018 ― Diogo e Afonso
Diogo GC, 6º C, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 145 ― o dia/noite começou quando…
&
Afonso B., 8 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto
Desafio nº 80 – o Natal da aranha

26 novembro 2018

Programas Rádio sim - semana 26 novembro 2018


Todos os programas, sempre com Helena Almeida e Inês Carneiro, 

nas Giras e Discos, podem ouvir-se aqui (ou pelos links que estão em baixo).

Indicativo do programa:








- Música e letra: Margarida Fonseca Santos; 
Arranjos, direcção musical, piano e voz: Francisco Cardoso
- Histórias de Cantar CD - Conta Reconta

25 novembro 2018

Paula Castanheira ― desafio 155

O Palácio da PENA é IMPONENTE.
Apesar das FORTES influências árabes, é um expoente do ROMANTISMO do século XIX.
A minha tese é sobre a TEORIA da CONSPIRAÇÃO, lá levada a cabo contra D. Fernando II. TEMENTE a DEUS ganhou muitos inimigos no seio das alas liberais da sociedade.
Conta-se que o próprio Barão de Eschwege, arquiteto da obra, esteve envolvido na ORGANIZAÇÃO do REGICIDIO não consumado.
Muitas NUVENS escurecem este excitante episódio que eu quero desvendar!
Paula Castanheira, 54 anos, Massamá
Desafio nº 155 – palavras em sequência

Beatriz R ― desafio 145


A noite começou quando a Maria acabou de fazer os TPC.
Ela já estava cansada e com sono; por isso foi jantar e vestir o pijama. A Maria foi dormir mais cedo por causa do cansaço que sentia.
No dia seguinte, quando se levantou, começaram a doer-lhe as costas; depois vestiu-se, tomou o pequeno-almoço e foi para a escola, com a mochila pesada. Chegou a casa com as costas mais doridas do que estavam de manhã.
Beatriz R, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 145 ― o dia/noite começou quando…

Sofia ― desafio 154

Na aula de trompete, o aborrecimento era tão grande que me imaginei no metro a tremer de frio, apesar de ter uma camisola térmica. Durante este pensamento, chegou alguém que disse:
― Adoro andar de metropolitano!
― O que é um metropolitano? – perguntei.
― É um metro!!!
Entretanto ouvi dizer:
― Sofia!
Amedrontada, abri os olhos.
― Não tens de temer. Só te quero atenta! Pode ser?
E lá continuei a ouvir o meu professor falar dos centímetros e do comprimento do trompete.
Sofia, 5º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Guilherme M ― desafio 145

O dia começou quando o Manuel acabou de acordar.
Preparou o pequeno-almoço; depois foi para o trabalho, para a escola onde dá aulas.
Lá, ele está sempre a adormecer porque o trabalho dele é ensinar a alunos que o estão sempre a ignorar. Para o Manuel é aborrecido estar a dar a mesma matéria a toda a hora porque os alunos não estão interessados.
Todos os dias dele são assim: sem sentido, sem esperança no seu futuro.
Guilherme M, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 145 ― o dia/noite começou quando…

Madalena ― desafio 154

Era no metropolitano que eles se encontravam. Eles tinham de manter aquilo em segredo. O pai dela teimara que eles não se podiam encontrar.
Ela mentira ao pai dizendo que ia ter com as amigas para trabalharem para a escola. Eles trazem presentes um para o outro. Ela começa a tremer e ele a tremelicar.
Depois vão rápido para as suas casas para meter os seus presentes em segurança.
Adormecem a imaginar como será o próximo encontro.
Madalena, 6º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Helena Rosinha ― desafio 155


Ouço a leitura da sentença pasmado com a condenação, com a Pena aplicada; tanto que, em vez de Temor, sobreveio-me um ataque de riso - gang? Crime Organizado? Na prática, quem tem unhas é que toca viola, essa Teoria da justa concorrência comigo não pega. Tampouco, tretas sobre consciência pesada… O meu sucesso incomoda-os, está visto. Mas mantenho-me Forte, qual password resistente a cyber ataques; porém, os segredos guardo-os comigo, nada de Nuvem. E aviso-vos: um dia voltarei!
Helena Rosinha, 66 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 155 – palavras em sequência

Clara ― desafio 154


A chuva teimara em embater nos vidros das casas. Ângela tremia de medo só de ouvir a chuva. A mãe ao contemplar a filha a meter-se apressadamente na cama e a tapar-se toda até às pontas dos cabelos, perguntou-lhe:
― Ângela, o que tens tu, filha?
Ainda a tremelicar, Ângela respondeu:
― Nada, mãe!
A mãe compreendeu o que se passava e rapidamente resolveu aquele aborrecimento.
Foi buscar um livro fascinante que leu calmamente. E Ângela parou de tremer.
Clara, 6º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Natalina Marques ― desafio 155


TENHO PENA que não queiras aceitar. Teimas em não mudar ESSA TEORIA.
Sei que te ACHAS FORTE, que tudo consegues, mas essa teimosia não te leva a lado algum.
 O TERRÍVEL TEMOR que se apossou de ti,não te DEIXA ORGANIZAR os sentimentos, vivendo sobre a tua cabeça COMO NUVEM negra que a todo o momento desaba em tempestade.
Deixa que o tempo cure as feridas mesmo que teimem em sarar.
Verás que tudo vai melhorar.
Natalina Marques, 59 anos, Palmela
Desafio nº 155 – palavras em sequência

Afonso ― desafio 154

Certo dia, no metropolitano de Lisboa, vi um rapaz a estender um lenço com um metro e oitenta centímetros no chão, a delimitar o espaço com capas de CD, meter o trompete na boca e tocar. Então, tirei o meu trombone da caixa e juntei-me a ele. Chegou a noite, o trompetista despediu-se de mim com um aperto de mão e um “obrigado”. Reparei que tremia com frio. Ofereci-lhe uma camisola térmica que tinha comprado para mim.
Afonso, 5º ano, EB Alexandre Herculano, Santarém, prof Risoleta Montez
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

24 novembro 2018

Rosário P. Ribeiro ― desafio 154


“Chega!”, disse ele para a fisioterapeuta. Os movimentos eram tão difíceis que até os olhos transpiravam e meter um objeto no recipiente próprio, com as mãos num constante tremelicar, assemelhava-se-lhe a pegar num meteorito! Estava a ser cada vez mais complicado manter-se quieto, ou dar dois passos sem que os pés tropeçassem em si próprios. Para ele, que fora mentor de tantas actividades ao ar livre, mentir sobre esta longa ausência já não era uma opção.
Rosário P. Ribeiro, 61 anos, Lisboa
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Ana Filipa ― desafio 3


De manhã, dois grandes amigos combinaram sair à tarde. Decidiram, primeiro comer um gelado, com três bolas e cada um custava quatro euros. Mais tarde foram ao circo.
A entrada custava cinco euros. Havia palhaços de seis em seis minutos. Chamavam sete pessoas que depois faziam oito fantásticos truques. Que maravilha!
No final da tarde, um dos amigos gastou nove euros e o outro dez euros no lanche.
Regressaram cansados e felizes a casa. Viveram fantásticas aventuras!
Ana Filipa, 6º A, Casa Pia de Lisboa – CED Nuno Álvares Pereira – prof. Teresa Monteiro
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

Maria Loureiro ― desafio 151

Garboso e vaidoso, envergando o capote alentejano, dirigia-se a casa onde o esperavam umas maravilhosas migas de espargos. Trazia ao ombro o cajado, um funil numa ponta e na outra o braço exibia adorno insólito, uma pulseira de missangas.
Parou, leu uma página do jornal e estugou o passo. Subiu ao medronheiro, como menino trepando a árvore, observou contente os frutos a pensar no licor. Assobiou! Que gritinhos desafinados! Nem tudo pode ser perfeito, não é verdade?
Maria Loureiro, 63 anos, Lisboa
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

22 novembro 2018

Teresa B ― desafio 151


Foi o homem para a oficina, e o mecânico disse-lhe para abrir o capote. O mecânico disse que não o motor tinha bom aspeto. O senhor, forreta, foi logo para casa para resolver o assunto. O senhor a trepar o carro, porque era baixinho, viu logo que  estava cheio de missangas e deu um grito. Voltou para casa chateado e viu, numa página do jornal, um funil e decidiu comprá-lo. Quando chegou, afinal era só um espargo.  
Teresa B, 5ºE - Escola Prof. José Neves Júnior – Faro, prof Maria Manuel
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Celeste Bexiga ― desafio 148


Tinha dezassete anos, e todos os sonhos do mundo.
Era tímido, mas não demais, inteligente, inventivo, a querer viver.
Meteu nos bolsos a BISNAGA, SERPENTINAS. A MÁSCARA de CARNAVAL que escolheu agradava-lhe.
Saiu de casa já de noite, os BAILES começavam tarde, adorava MÚSICA.
Tinha esperança de começar um NAMORO com Manuela.
Ela teve uma crise de CHORO quando ele a beijou de surpresa
Era jovem , queria ser FELIZ.
Agora, esperava-o, a festa, o riso a alegria.
Celeste Bexiga, 68 anos, Alhandra
Desafio nº 148 ― associação de palavras (bisnaga)