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12/06/19

3º/4º GA B, EB Galveias ― desafio 170


O Paco Bandeira cantou “Ó Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista…”
As pessoas juntaram-se ao cantor e cantaram com ele. Combinaram ir ver o jogo da copa América, no domingo.
Juntaram-se todos na casa do Jaime. O João levou um saco com frangos assados, a Mafalda levou uma saca de batatas ocas. Foi um caso sério! A Sandra levou sumos e uma linda capa.
Estávamos na Páscoa e o Miguel canta “O sapo não lava o pé…”
3º/4º GA B, EB Galveias, professora Carmo Silva
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

17/05/19

Carla Silva ― desafio 170


Paco
Paco voltou-se no saco-cama quando um sapo coaxou. Estremeceu ligeiramente pois tinha asco daquelas criaturas. Mas o animal era a sua menor preocupação. 
Sabia que ao regressar a
 casa iniciariam discussões ocas que, como sempre, o levavam a desejar ter uma capa que o tornasse invisível.
Estava consciente que era 
Páscoa, que devia estar em família mas estava farto! Todos os anos ficava sentado na sala a ouvi-los, quando desejava estar no estádio a assistir à copa. 
Carla Silva, 45 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

29/04/19

Graça Pinto ― desafio 170

A casa da árvore conhecida pela sua copa imponente, sempre dava motivo a encontros com amigos. Na Páscoa com o velho Paco partilhava-se essa sombra, num farnel preparado por Odete que deixava sobre a mesa. Panela de sopa, saco de pão, e púcaro de vinho que não podia faltar. Ao entardecer, mesmo que o tempo esfriasse colocaria a sua capa e rendidos ao efeito do vinho, murmuravam palavras ocas, acabando sempre por sucumbir à velha sesta. 
Graça Pinto, 60 anos, Almada
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

28/04/19

Ana Rita Nápoles ― desafio 170


Na casa da Maria, a Páscoa fui passar,
Havia um caso para descobrir, não me podia atrasar.
Estava um saco na varanda, com asco decidi abrir,
Sorte ter uma soca calçada, tive logo de fugir,
Um sapo chamado Paco de lá saltou em direção a mim,
Não fosse a sopa do almoço não conseguia correr assim,
Na aspa do momento as palavras ficaram ocas sem explicação,
Não fosse uma amêndoa guardada no bolso,
Para acalmar o coração…
Ana Rita Nápoles, 35 anos, Torres Vedras
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Paula Castanheira ― desafio 170


Foi capa de muita revista.
Pudera, o caso não era para menos. Isolada, misteriosa, a Ilha de Páscoa, cedo chamou a atenção de Paco Diego. Historiador, especializado na idade-média, deixou casa e família e fixou-se em Hanga Roa.
Não eram ocas, como diziam. As Moais, cabeças gigantes de rocha basáltica, pesavam oitenta toneladas.
Como eram transportadas?
Após muita investigação, estava desvendado o mistério.
Sopa de sapo!
Base da alimentação à época, transmitia poderes sobrenaturais aos Rapa Nui.
Paula Castanheira, 55 anos, Massamá
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Natércia Tomás ― desafio 170


Paco regressa a casa em Poás, de saco cheio às costas. Soca no pé, evita um sapo, saltando
Uma poça. Causava-lhe asco, caso raro, pois amava quase todos os animais. Tem fome, é domingo de Páscoa, dia de rancho melhorado: talvez um cozido com batata, couves, borrego, enchidos e uma “aspa” de presunto… Pede à “patroa”:
― Coas o caldo, para comer com uma sopa de pão?
Ela posa de difícil, mas saca da malga e acede sorrindo.
Natércia Tomás, 65 anos, Caldas da Rainha
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Natalina Marques ― desafio 170

Pôs a CAPA. Dirigiu-se ao PAÇO, lugar de boas recordações. Reconheceu a POÇA onde chapinhava descalça, as pás do moinho, rijas como AÇOS, rodopiavam ao sabor do vento.
Sentiu um certo ASCO, pelo injusto abandono. Ao caminhar, dascalçou uma SOCA. Quando se virou, viu PACO que se aproximava, talvez para matar saudades também.
Sentiu um arrepio na espinha, pensou que o acaso talvez pudesse juntá-los de novo.
Convidou-o para CASA, partilhou a SOPA, e a felicidade começou.
Natalina Marques, 60 anos, Palmela
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Roselia Bezerra ― desafio 170


Estive caminhando na manhã de Páscoa, observava copa gigantesca árvore. Uma casa me chamou atenção com um sapo no jardim em pleno gramado verdinho. 
Sentei-me num banquinho e pus a observar a cena inusitada: um homem saiu de dentro do seu lar, com um saco na mão, parecia que não tinha asco do bicho. 
Foi um caso interessante, deu-me asas para voar. 
Imaginei-me sendo pega no jardim do céu, por um anjo bondoso que presenteou-me com Amor.
Roselia Bezerra, 64 anos, ES, Brasil
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Emília Simões ― desafio 170


Era Páscoa e nevava na serra. Vestiu a capa e com pás limpou a neve em frente da casa.
Coas, seu nome, foi ter com Paco, o irmão, e com o saco foram buscar pinhas à arrecadação para acender a lareira. Caso os filhos e sobrinhos quisessem poderiam jogar ao dominó. Cabeças ocas. Esqueceram-se do jogo na casa da cidade. E se jogassem às cartas? O às de copas já estava ali, espreitando, em cima da mesa... 
Emília Simões, 67 anos, Mem-martins (Algueirão)
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

24/04/19

Helena Rosinha ― desafio 170


A casa, a vida de sempre, arrastando-se. Que asco! Pendura a capa, atira o saco do pão para cima da mesa da copa, uma caneca tomba, no chão fica uma poça de café. Soa a sirene da fábrica prá mudança de turno. Logo após, o seu homem há-de vir para o “mata-bicho”, invariavelmente, sopa de cavalo cansado; adormece de seguida, sem um olhar, um afago. Um caso perdido.
Amanhã cedo, ela volta à padaria do paço. Regressará?
Helena Rosinha, 66 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Susana Silva ― desafio 170


Estava na copa e enquanto soca o pão, ouve o asco a correr descendo as escadas de madeira da casa. Ainda lhe pergunta se quer sopa, mas ele corre na ânsia de receber o saco das malditas moedas. O caso estava destinado e Judas posa junto a Ele trocando-O por um beijo, pois desacreditava das Suas ocas palavras. Ali no jardim, quase pisa um sapo, saltando de susto e gritando, afugenta as aves das copas das árvores.
Susana Silva, 37 anos, Carregosa
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

23/04/19

Alda Gonçalves ― desafio 170


Coas fermento para um bom pão azimo fazer a festa e não é tudo. Até dá asco tanta saca de amêndoas doces. Poça de virtude e ocas de tanto açúcar.
E no paço o som do sapo eleva-se do lago enquanto a noite é um caso de sombras. Das tradições antigas soa a palavra Páscoa. São pós de Primavera com asas de andorinha à solta pela copa mais alta.
Após cada ano, o Paco traz uma soca.
Alda Gonçalves, 50 anos, Porto
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

Isabel Lopo ― desafio 170


Que SACO! Cada vez que chego a CASA tropeço naquele SAPO nojento... Desconfio que é o meu vizinho PACO que o pousa mesmo ao pé da minha porta para me taquinar. Tenho-lhe cá um ASCO... Juro que me vou vingar. Vou convidá-lo para jantar no Domingo e, quando no fim lhe disser que a SOPA era feita de SAPO, quero ver aquele CACO de gente a fugir todo enjoado! Que belo presente de PÁSCOA lhe vou dar...
Isabel Lopo, Lisboa
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

22/04/19

Theo De Bakkere ― desafio 170


Paco, o condutor
Sentado ao lado do condutor devo engolir um sapo, o homem transpirava horrivelmente dos pés. Percebi agora porque colegas lhe davam o sobrenome Paco Rabanne. Coitado! Não tinha soca para usar cheiros caros, mas o fedor obrigava-o a usá-los, porém sua sudação continuava a fazer asco.
Com Poàs em mira, parou o carro ao pé da cratera. Aliviado, apeei-me da viatura e, apesar do cheiro de ar fosforífero do vulcão, dei uma soca de alívio no capô.
Theo De Bakkere, 67 anos, Antuérpia, Bélgica


Desafio nº 170 ― letras de Páscoa

20/04/19

Desafio nº 170

Quantas palavras de 4 letras estão escondidas em PÁSCOA?
Atenção, a única letra repetida é o A.
São muitas palavras, é verdade, mas vamos construir um texto com o máximo possível!
Não se esqueçam da palavra Páscoa...

Eu experimentei assim:
Visitar o vulcão Poás? Nem pensar, respondi com asco. Raio do primo Paco, só tem ideias ocas. Posa para fotógrafos de soca e saca de praia, e depois diz coisas destas. Porque não coas os pensamentos, primo? Era caso para isso. Engulo este sapo desde que nasci, caiu-me na sopa, deixando-me qual aspa à deriva no coração da família. Cosa eu a minha irritação à figura para lhe dar asco, a ver se me sai de casa.
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 170 ― letras de Páscoa