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15/01/20

J. B. ― desafio 158

Comecei e interrompi, ansiava, desesperava e não aguentava tanta angústia latente.
Naquela noite de festa e alegria, senti-me amargurada, quando dei por mim a imaginar o Ano Novo. Gostava que fosse um ano diferente, que não houvesse guerras, que todos os homens se unissem na defesa do nosso planeta, que todos tivessem igualdade de direitos e oportunidades, que não houvesse violência…
Enfim, quero que o Ano Novo traga amor, paz, alegria e felicidade a todas as pessoas.
J. B., 9.º ano, Esc. Secundária Dr. Manuel Fernandes, Abrantes, prof. Patrícia Marques
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

16/02/19

Rodrigo D ― desafio 160

Cantava eu, indo a deslizar… e naquela altura tropecei. A linda rapariga de quem eu gostava estava do outro lado da rua e fiquei todo atrapalhado. Naquele dia em que as ruas estavam repletas de neve e o sol brilhava, toda a paisagem tornava o dia especial. Naquele momento senti-me inspirado para lhe revelar o meu amor por ela. Passamos o dia a passear, a divertirmo-nos. Sei que a nossa amizade ainda se tornou mais especial!
Rodrigo D, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Sara M ― desafio 160


Cláudia e Isabel ainda deixaram entrar Nádia, Ana, Tânia, António, Luís e Henrique antes do foguetão onde ia Neil Armstrong ser lançado. Neil espreitava pela janela, contemplava e sorria.
Enquanto isso, os seis amigos discutiam se Neil chegaria à Lua.
Quando ele lá chegou, saiu do foguetão e disse:
“Um pequeno passo para o homem, mas um grande passo para a humanidade”.
No dia seguinte, os seis amigos viram nas notícias o vídeo de Neil na Lua. 
Sara M, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

03/02/19

Catarina S ― desafio 158

Como eu ia a dormir e nada a tocar ao lado, fiz uma viagem no tempo. Abri os olhos e estava no concerto dos Metallica, com o meu Pai. Tinha uma camisola de rock e um cartaz na mão. Lá dizia "Adoro os Metallica, gostaria de um autógrafo!". A meio do concerto, o vocalista chamou-me ao palco e fui presenteada com um belo autógrafo:  o meu pai ficou orgulhoso!
Num instante, a música começa a tocar e... acordei!
Catarina S, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Martim C ― desafio 158

Como eu ia ao departamento especial, não apresentei tanta emoção, lá. Não posso enervar-me: querem que eu tome conta do ladrão que chegou hoje.
Eu nunca tinha tido tanta responsabilidade na vida! Sinceramente não sei como agir a tratar de um criminoso destes, carregado com duas armas…
Que azar! Ontem o criminoso fugiu. Falhei! E lá em casa pus-me a chorar porque desiludi uma pessoa, que era o agente da PSP que confiou em mim esta responsabilidade.
Martim C, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Diogo C ― desafio 158

Consegui entrar ileso, após dia e noite: atentei, tudo alcancei; logo depois fugi para casa. Saí a perder com apenas três joias, devem ser valiosas já que estavam num cofre. Vou agora para a joalharia vender estas três joias valiosas. No final das contas saí a ganhar pois consegui 19.350 euros, para começar já é bom.
Comprarei uma mansão de rico com piscina, comprarei também móveis de rico. E construirei uma família com muito dinheiro. Adoro riqueza!
Diogo C, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Daniel S ― desafio 158

China estava irritadíssima, aborrecidíssima de estar numa Alta Tecnologia arredondada, literalmente dentro de uma esfera; foi puxada para o espaço e está numa esfera de tecnologia, os habitantes estão a ficar muito doentes.
Isto começou quando uma nave invadiu a China. Passado meses começaram a acontecer coisas estranhas: estava a ser puxada por um íman, mais elevada.
A Ásia ainda tentou fazer um íman maior, mas só uma coisa no mundo podia pôr a China no lugar…
Daniel S, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Clara T ― desafio 158

Como estava infeliz animei-a, depois ela não admitiu tudo aquilo logo: não queria que ninguém soubesse que estava a chorar. Não percebi porquê, mas fiquei com ela até a ver sorrir, por mais fingida que fosse, percebia que não estava bem e perguntei-lhe:
― Porque estás tão triste?
― Os meus pais vão-se separar e isso deixa-me muito triste. Tenho medo que gozem comigo por causa disso.
― Ninguém tem de gozar, é a tua vida pessoal!
― Eu sei disso!
Clara T, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

30/01/19

Iara C ― desafio 158


Carolina estava impressionada à despedida. Entrou nautocarro tremendo. Adormeceu lentamente. Quando acordou assustou-se porque não viu ninguém, pois estava na última paragem. Levantou-se foi até à porta e saiu. Quando saiu lembrou-se da despedida e ficou muito triste. Chegou em casa deu comer ao seu gato e foi descansar. Passado algum tempo ela acordou foi fazer o jantar. Depois disso foi dormir e andava sempre deprimida… Até que encontrou o seu amor e ficou muito feliz.
Iara C, 6º A, CPL - CED Nuno Álvares Pereira, Profs Teresa Monteiro e Sandra Gonçalves
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

27/01/19

Mafalda S ― desafio 158

Como estava irritada, a Débora encostou-se nantiga torre amarela lá da escola e acalmou-me.
― Porque estás assim? ― perguntou-me.
― Gozaram comigo…
― Não ligues, eles são parvos!
Pouco depois, voltaram a gozar comigo, mas não liguei. Nessa tarde, procurei a Débora, mas não a encontrei. E fiquei preocupada.
Descobri-a presa numa rede! Estavam a tentar tirá-la, mas não conseguiam. Fui tentar ajudá-la, mas disseram-me que eu não iria conseguir. Afinal, consegui.
A partir daí nunca mais gozaram comigo.
Mafalda S, 6ºC, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

Beatriz R ― desafio 158

Carolina e Inês andavam dégua, nunca andavam tristes, andavam lindas. 
Elas adoravam aquele passatempo, gostavam dos seus animais, que tinham como nome Estrela e Turquesa. Todas as manhãs as meninas iam com as suas éguas passear ao ar livre. Depois do passeio tinham direito ao descanso.
Já tinham participado em nacionais em que a égua da Carolina, que é a Estrela, ficara em quinto lugar e a égua da Inês, a Turquesa, ficara em segundo lugar. 
Beatriz R, 6ºC, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

22/01/19

Maria Loureiro ― desafio 158


César entendeu ir, antes descurecer, nadar atão afamado lago. Na verdade não era um lago, mas um pequeno afluente do Nilo. Cavalgava rodeado dos centuriões de confiança. Ia ensimesmado. Aquela história, ainda ciciada, dum homem que nasceria por aqueles lados e sublevaria a organização social do império, andava a incomodá-lo. Decidiu regressar, tinha um compromisso. De visita, Calpúrnia aguardava-o. Sempre com más notícias e mal disposta. Outro César enfrentaria aquela história quase cinquenta anos depois.
Maria Loureiro, 64 anos, Lisboa
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

17/01/19

Carla Silva ― desafio 158


A Mudança
Cera, esfregões, incensos, aguarrás, decapante, esponjas, naftalina, acetona, tinta, álcool, lampadas e sacos do lixo. 
Jaime suspirou ao olhar a parafernália de produtos na bagageira.
Entre a mudança e a limpeza do apartamento, mal dormia. 
A quem podia culpar?! Apenas a si mesmo! 
Bastou dizer à mãe que comprara casa para ela se meter a caminho. Apenas tomara consciência do que o esperava ao vê-la descer do autocarro, de lenço na cabeça e bata azul às riscas. 
Carla Silva, 45 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

07/01/19

Paula Castanheira ― desafio 158

Carlota estava impaciente, antevia discussão. Esperar não adiantaria. Trincava a lapiseira…
― Pai…não quero…. Direito! Quero ir para a Escola de… Hotelaria.
― O quê? Filha minha não vai ser cozinheira! Onde já se viu!
― Mas…
― Acabou a conversa!
A porta bateu com estrondo e Antero só voltaria a saber da filha, treze anos depois.
Perdeu-se uma advogada frustrada, ganhou-se uma Chefe feliz e muitos prémios internacionais.
“Ainda bem que o arrependimento afinal não mata!”, pensava agora, o orgulhoso Antero.
Paula Castanheira, 54 anos, Massamá
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

31/12/18

Cristina Lameiras ― desafio 158


FÉRIAS ATRIBULADAS
Confusa, Enlevada, Irada, após desfrutar escapadelas....
Noite Amena, tropeçou assustada....
Lembranças...
Carolina recebera uma generosa promoção no escritório, ganhara um grande negócio e partiu para França.
Mulher de causas, elegante, independente, talentosa, não conseguia relaxar. Tinham-lhe trocado a bagagem no aeroporto.
Abriu a bagagem e sentiu-se cúmplice de um crime. Com horror mas também fascinada confirmou que a mala tinha droga.
Convencida que era um incidente idiota, tinha atenuantes, participou a aventura.
Atenciosa, chamou as autoridades policiais.
Cristina Lameiras, 53 anos, Casal de Cambra
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

29/12/18

André Paiva ― desafio 158


O telefonema
Concordo. E idealmente adeveria equacionar, nesse âmbito, trespassar a loja ao seu sobrinho. De quantos metros quadrados estamos a falar? (…) Setenta e sete? (…) Sim, sim: estou ciente desse pormenor, mas repare que estas seriam soluções meramente provisórias. (…) E o recheio da loja cabe nessoutro armazém? (…) Para lhe ser sincero, não me parece mal de todo… Uma mudança sempre implica novidade – movimento! – sobretudo nesta fase. (…) Claro, claro, não se preocupe: havemos de escrever tudo isto por extenso…”
André Paiva, 26 anos, Coimbra
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

28/12/18

Maria Estrela ― desafio 158

Centrada em Inês, Ana deixava esfriar novas atitudes. Tomara-as agora libertadoras.
Saiu porta fora para apanhar um pouco de ar, caminhou pelas ruas da vila até que o miar de dois gatos acabados de nascer a detiveram. “Como era possível alguém abandonar aquelas indefesas criaturas ali?” Tirou o casaco, embrulhou-os nele e levou-os consigo para casa. Limpou-os, deu-lhes leite e de seguida foi apresentá-los à filha Inês que ficou apavorada, mas rapidamente Inês mudou o seu sentimento.
Maria Estrela, 54 anos, Lisboa
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

24/12/18

Desafio nº 158

Vamos lá a um desafio de não-Natal

Comecem por escrever uma frase que corresponda ao acróstico de CEIA DE NATAL isto é, as letras, por esta ordem, são as primeiras de cada palavra.

Ora, essa será a primeira frase, mas atenção: não podem, nem na frase nem no texto, falar do Natal! Que tal?

Eu fartei-me de rir com esta:
Constança E Ilse Apressaram-se. Deveriam Entrar Naquele Ato Totalmente Atentas, Lindas. Eram fracas atrizes. Esforçadas, decoraram falas e indicações do incompetente encenador. Fora um sucesso! As manas seriam logo contactadas por um agente. Aceitaram a proposta de um ricaço de capital de província para integrarem o seu teatro privado, para o papel de amantes, à vez – seriam bem pagas por isso. Regressaram ricas e gastas. Só então perceberam que haviam perdido o barco no teatro da vida... 
Margarida Fonseca Santos, 58 anos, Lisboa
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL
MAIS EXEMPLOS

Theo De Bakkere ― desafio 158

Segundo o mocho local
Coitado! Esta iludida ave deliciou-se. Estranho! Ninguém a tivera avisado logo.
Talvez porque aquela perua fosse bastante vaidosa e porque o seu comportamento egoísta nunca tinha feito amizades no galinheiro. Empurrando todos da manjedoura, cresceu, até satisfação da camponesa, duas vezes mais rápida que os outros galináceos. Regularmente, recebia um afago e uma guloseima. O que, segundo dizia o mocho local, não acontecia sem risco. Principalmente, porque os dias mais curtos do ano ainda teriam de chegar.
Theo De Bakkere, 67 anos, Antuérpia, Bélgica
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL

21/12/18

Natalina Marques ― desafio 158


CARAMBA,EMA IA APRESSADA. DEPOIS ENTROU NO AUTOMÓVEL TÃO ABESPINHADA, LEVAVA ​as malas e todas as coisas de que precisava, mas esqueceu as chaves.
Irritada, foi buscá-las, estavam em cima da cómoda, pôs o carro em marcha, e partiu a alta velocidade, na esperança de salvar aquela relação. Era a última oportunidade. Não demorou muito, estava de volta, tinha perdido o avião.
Pedro não a viu desembarcar, telefonou-lhe. Ema contrariada atendeu, ouviu perguntar do outro lado:
― Morreste?
― Morri.
Natalina Marques, 59 anos Palmela
Desafio nº 158 – acróstico de CEIA DE NATAL