16/02/20

Verena Niederberger ― desafio 198


Formiga chegou...
Que era doce acabou. 
Verena Niederberger, 69 anos, Rio de Janeiro, Brasil
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

J.A. ― desafio 26


Fazes-me rir, chorar, aprender e muitas mais coisas…
És muito bonita quando estás calma, mas quando ficas com raiva parece que um leão te mordeu e ficas trancada no quarto.
Eu acho que és a melhor irmã do mundo, ou melhor és a melhor irmã do mundo ou ainda melhor do universo, era isso que eu queria dizer.
Beijinhos do teu irmão João que te adora…
J.A., 9 anos, Escola Básica Tramagal, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

G.S. ― desafio 26


Para o meu pai
Pai, gosto muito de ti. Quando te vejo só quero brincar contigo.
Quando te vejo só quero dar-te um abraço, dizer-te o que aprendi na escola e ver-te a jogar tomb raider.
Gosto de te ver a jogar outros jogos.
Quando vou à escola, tenho muitas saudades, muitas mesmo!
Gosto muito dos teus quadros, gosto de saber que és professor, pintor e poeta. Gosto muito das tuas Exposições. Gosto de tudo que fazes.
G.S., 9 anos, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

R. G. ― desafio 26

Para a minha mãe e para o meu pai
A minha mãe é muito bonita.
Trabalha na Biblioteca António Botto, em Abrantes.
Ela penteia-me e dá-me miminhos. O pai trabalha na polícia.
Gosto muito dos meus pais.
Os meus pais são fixes e simpáticos.
Levam-me ao parque, para eu poder correr, gritar, rir e até dar cambalhotas.
A minha mãe senta-se num banco a ler um livro e eu e o pai jogamos futebol. É muito divertido!
R. G., 7 anos, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

2.º ano da EB N.º2 de Abrantes ― desafio 26


Para a Professora Cândida
A professora é a melhor professora do universo!
No primeiro dia que a vi percebi que era simpática e muito carinhosa.
Ela ensina-nos muitas coisas novas e engraçadas.
Brinca connosco e ajuda-nos a fazer os trabalhos dos livros da escola
Ela é bonita como uma flor.
O cabelo da professora é aos caracóis e muito suave.
Gosta de corações, estrelas e flores.
Gosto das roupas giras da professora. Ela vem sempre bem vestida.
2.º ano da EB N.º2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

14/02/20

Domingos Correia ― desafio 198


Sorriso molhado
Ao badalar do sino matinal, Rosinha vai cuidar do jardim, que sofria com formigasApenas uma rosa amarela sobreviveu. O jardineiro partira com novo amor, desencantado com Rosinha. À noite morta de sono, adormeceu viveu um sonho. Andava pela praia, encontrou um frasco azul marinho escrito veneno para formigas. Saiu correndo para casa, tropeçou, o veneno escorreu na areia. Lembrou que perfeição não rima com correria. Acordou foi à janela, viu o jardim florido. Sorria e chorava.
Toninho, 63 anos, Salvador-Bahia, Brasil.
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Domingos Correia ― desafio 198

Tesouros
A guardiã da floresta era a formiga Nina. Na floresta havia um ninho com ovos de ouro. A ave era rosa e azul. O seu cantar tinha a melodia de um sino de cristal. Sentia-se um sono bom ao ouvi-la. Roma e seu mano viram o ninho. Tiraram um ovo. Nina teve que intervir!
Ao outro dia, o ovo já não era de ouro. Confusos, decidiram devolvê-lo. Mas o ninho desaparecera.
Que Mistério! Tudo pareceu um sonho!
Domingos Correia, 62 anos, Amarante
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

12/02/20

A. ― desafio 26

Para o meu irmão Guilherme
Guilherme, eu sempre gostei de ti!
Desde que nasci, brincaste comigo. És um bom irmão!
Gostaria que parasses de jogar e deixasses o telemóvel para vires brincar comigo: jogar à bola, jogar à apanhada e às escondidas. Podias ensinar-me a cozinhar.
Gostava que chegasse o Verão para brincarmos na piscina e na praia com os nossos amigos.
 Agora, no inverno e com o frio, podemos partilhar os brinquedos… isto sim é o mais importante.
Nome: A., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

M. ― desafio 26


Pai
Gosto muito de ti, és o melhor pai do mundo!
És muito fixe, pois estás sempre presente quando é preciso.
Tu brincas sempre comigo e levas-me ao parque e jogamos à bola.
Pai, tu és o meu melhor amigo!
Pai, tu és forte!
És muito simpático!
És o meu herói!       
Gosto muito de ti!
Nós vimos filmes à noite!
Pai, foste tu que me ensinaste a andar de bicicleta sem rodas!
Pai, tu és um amigo de verdade!
Nome: M., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

S. M. ― desafio 26

A minha Mãe
Eu gosto muito de ti, adoro-te porque és a minha mãe!
És linda, és uma flor!
Para mim és um presente, gosto quando me dás carinho! Adoro os teus beijinhos, abraços e as palavras, tudo!
Gosto da tua comida, da sopa, do peixe, de todas as comidas que fazes com amor.
És bonita como um malmequer do campo num dia de primavera e doce como um chocolate. Gosto de tudo em ti. És a minha Mãe!
Nome: S. M., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

S. R. ― desafio 26

O meu melhor amigo chama-se Rafael. Eu conheci-o no portão da escola. Estávamos no 1.º ano e quando o vi soube logo que íamos ser amigos até crescermos e irmos para a faculdade. Eu adoro-o mas também adoro os meus outros amigos.
Eu tenho outros melhores amigos: Vasco o Grandalhão e o Diogo o Guarda- Redes.
Na escola eu jogo futebol com o Vasco, com o Diogo e com o Rafael. É bom ter amigos!
Nome: S. R., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

V. ― desafio 26


O Rodrigo é um bom amigo e divertido! Gosta de brincar como eu, mas também somos muito trapalhões. Eu gosto de ti e também gosto dos teus desenhos e mesmo que não queiras ser meu amigo eu irei sempre apoiar-te.
Gostaria muito que fosses a minha casa, para conheceres mais dois amigos.
Se quiseres podes ir à minha festa de anos e não levar prenda, podes sim levar a bicicleta ou a trotinete para fazermos corridas.
Nome: V., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

M. S. ― desafio 26


A minha melhor amiga é a Rita, porque ela é muito bonita e quando eu tinha o pé partido ela estava sempre ao pé de mim.
Eu adoro a Rita daqui até à lua!
Quando olho para ela vejo mil estrelas nos seus olhos. Ela é tão divertida! Ajudamo-nos uma à outra.
Eu adoro a Rita, mesmo de verdade! Eu desde que cheguei à escola vi que íamos ser as melhores amigas do mundo.
Apoiamo-nos sempre, sempre!
Nome: M.S., 8 anos, 3º ano, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

F. ― desafio 26


Para o meu Pai
Eu sei que tu já morreste, mas eu continuo a gostar muito de ti.
Eu sei que não te consigo ver, mas tu consegues.
Eu gostava que tu ainda estivesses vivo! Eu adoro-te!
Eu ainda queria que me levasses ao Rio Tejo. Se estivesses vivo podias cuidar de mim enquanto a mãe está a trabalhar. Gostava que me levasses à telepiza e que jogasses à bola comigo.
Adoro-te do fundo do meu coração!
Nome: F., 3º ano, 8 anos, Escola Básica Nº 2 de Abrantes, prof Maria Henriqueta Cardoso
Desafio nº 26 – dedicatória para alguém

Luís S ― desafio 15


Lá estava eu num ringue de luta, tinha eliminado o meu adversário, mas ele não quis admitir a derrota, então como bom desportista, atirei-o para fora do ringue. Ele, do nada, atira-se contra a porta, batendo-lhe com o ombro e acabou por ficar lesionado. Então, eu como um lutador comum, fui beber champanhe para comemorar a minha vitória e fui para casa ensinar boxe ao meu filho. 
Luís S.,15 anos, prof Adelaide Passarinho
Desafio nº 15 com frase retirada de um livro
“Você atira-se de encontro à porta, batendo-lhe com o ombro”, do livro “O feiticeiro da Montanha de Fogo”, Coleção Aventuras Fantásticas

Luís S ― desafio 94


Lá estava eu, tinha acabado de acordar, olhei para o relógio de pulso e eram 2: 30 da manhã. As portas começam a bater e a ranger, quando pararam, eu vejo um clarão, depois eu tenho visões de criaturas que pareciam vultos de um ser em que os braços eram maiores que as pernas com garras maior que a minha mão. Mas quando entram, eu acordo. Vejo que era uma ilusão… agora são 2:29 da manhã.
Luís S.,15 anos, prof Adelaide Passarinho
Desafio nº 94 com clarão, porta a bater e ilusão

Paula Castanheira ― desafio 198

- Que saudades tenho de formigos. Até sonho com eles!
Rosinha, amor da minha vidanão há formigos.
- Não há?
- Há formigas fêmea e formigas macho.
- Ah, já entendi. Deixa-me rir. És mesmo labrego!
- Porquê esse riso?
- Falava-te de um doce típico do Minho. Ovos, pão, pinhões, amêndoas, açúcar, leite…
- Aquele que a Sónia faz pelo natal?
- Afinal, até sabes!
- Canela, sultanas, vinho do porto…
- Acho que está na hora de fazermos uma visita à Sónia.
- Boa ideia!
Paula Castanheira, 55 anos, Massamá
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Marta Rodrigues ― desafio 198


formiga que morava debaixo da rosa tinha o sonho de ser pássaro. Queria conseguir ver para lá do que conhecia. Ganhou coragem e subiu a uma árvore enorme. Demorou horas! Quando chegou viu um ninho fofinho. Encostou-se a ver a vista. Passada a euforia, vencida pelo sono, adormeceu com um ar risonho. Acordou, ficou na ronha. Até que o pássaro apareceu! Aí saiu de mansinho e desceu a árvore, feliz por ter conseguido ver a vista.
Marta Rodrigues, 21 anos, Albufeira
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Lica ― desafio 198

Viajar é bom. Adoro ir ao MinhoHonro muito as suas gentes, e adoro a verdura daqueles campos. Pelo cheiro, descubro o rosmano (pai do rosmaninho) com a sua flor quase lilás, quase rosinha, e campos maninhos, onde algumas aves constroem o ninho. Há carreirinhos para encurtar os passos, e onde a formiga também faz um carreirinho com as suas amigas. Contra o céu azul marinho, descubro um moinho de vento a andar contra o tempo. Viajei!
Lica, 81 anos, Lisboa 
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Rosário Oliveira ― desafio 198

Havia perto do rio manso um rosmaninho rosa com odor de ninho de passarinho verde. Há um aninho que jazia ali e mansinho delirava nos ululares do vento. De cada vez que lhe batia uma folha dançava em pontas de cores alegres e espraiava-se em direção à água. Queria tocar-lhe e ver os segredos escondidos debaixo das pedras lisas que os meninos atiravam nos dias de brincadeira com os pais libertos das das obrigações. Adorava vê-los sorrir.
Rosário Oliveira, 54 anos, Leiria
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Natalina Marques ― desafio 198

Olá, tenho sete ANOS, ando na escola, tenho um MANO que tem a mania que é crescido, só quer NAMOROS. O meu pai viaja muito em trabalho, por NORMA traz-me presentes que adoro receber, mas não tenho colinho dele, está sempre ocupado. A mamã disse que hoje viajou para ROMA.
Fiquei triste, quando chegar vou estar com SONINHO, adormeço e SONHO que vou viajar com ele.
― ROSINHA, com quem estás a falar?
― Com a MINHA amiga FORMIGA.
Natalina Marques, 60 anos, Palmela
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Filomena Galvão ― desafio 198

Passo férias no Minho e por vezes para espantar a ronha vou ao campo apanhar rosmaninho. Um dia, apanhei um raminho e deparei-me com um ninho de formigas. Estive a observá-las. Em carreiro, lá iam de mansinho, carregadas com flores, ramos e outros alimentos. Muito bem organizadas. Naquela hora agradeci à natureza por ser tão bela, amorosa. Mas, de repente senti um formigueiro e bem real. Tive que fugir e sacudir-me bem, pois elas estavam a atacar-me.
Filomena Galvão, 58 anos, Corroios
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Filomena Galvão ― desafio 197

Pese embora o trabalho, o sacrifício, a despesa, adoro animais: a minha Violeta é uma cachorra meiga e matreira; O Furacão é um meu cavalo castanho, ágil e dócil. Ambos dão muita cor à minha vida. Sinto uma enorme felicidade quando os dois me acompanham à beira-mar sob um intenso azul, de céu e mar. O intenso sol amarelo, com os seus raios luminosos, libertam-me de qualquer desilusão. Cada viagem destas com eles é um autêntico arco-íris.
Filomena Galvão, 58 anos, Corroios
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

Carlos L. e Mariana L. ― desafio 198

Caminho longo, aquele para o Minho. Avistámos ninhos de passarinhos, raminhos e uma rosa a cantar. Grande surpresa, as aves carregavam romãs, mas desconhecíamos para onde voavam.
Continuámos a viagem, não era para Roma, mas a paisagem era deslumbrante. Riso não faltava, relacionado com as declarações do Miguel que, insistentemente, dedicava à Joana. Era uma paixão maior que o universo.
Finalmente, chegámos ao nosso destino. E lá estavam as romãs, levadas pelos pássaros recebendo-nos em grandes gargalhadas.
Carlos L. e Mariana L., 18 anos, EPADRC, Alcobaça, Prof.ª Fernanda Duarte.
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

11/02/20

Isabel Pardal ― desafio 198

O raio da formiga gostava mesmo de parar junto daquela rosa!! Era sempre a nona da fila, no início do dia, mas, fazendo a soma das paragens e dos ataques de riso que lhe davam... acabava como cabo raso na hierarquia!! Sim, porque aquela organização não era território maninho, havia um cérebro por trás de tanta ordem e disciplina!! A minha formiga é que não era mesmo dada à obediência!! Tudo servia de distração àquela bendita formiga!! 
Isabel Pardal, 55 anos, S. João da Madeira 
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Helena Rosinha ― desafio 198

sino toca para entrar; na sala, a professora entrega os testes de Desenho à Vista: “Nina - zero.” Espanto, indignação, risos. Só pode ser um sonho mau! Como não tem classificação? Uma hora de dedicação, de amor, tocada pela fragilidade que os olhos captavam e que a mão ia elaborando no papel… Enquanto a professora distribui elogios pela turma, espreito os desenhos dos outros: ramos entrelaçados! 
Então, e a formiga? Mais ninguém a viu entre as folhas?
Helena Rosinha, 67 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Isabel Lopo ― desafio 197

Para Te ajudar, TRABALHEI até à exaustão e comecei a ver tudo CASTANHO. O esgotamento surgiu como um FURACÃO que só os teus olhos AZUIS conseguiram serenar. A FELICIDADE de te ver com um ramo de VIOLETAS fez-me pensar que tudo mudaria na nossa vida. A DESILUSÃO foi ainda maior quando me apercebi que a rapariga de AMARELO ocupara o meu espaço. Virei costas, furiosa comigo própria. Só me consola ter-te atirado com o computador à cabeça!
Isabel Lopo, Alentejo
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

Teresa Caeiro ― desafio 198

Esta é a história da minha irmã mais nova, de seu nome Rosa. Teria apenas cerca de um aninho e já se fartava de gatinhar, qual formiga de um lado para o outro, naquelas férias no Minho
Andava a mando do nosso querido maninho Luís, que, no meio do riso, a obrigava a passar pelo caminho do cão. “Não vês que o cão lhe rosna?”, dizia eu. Mas ela, em morosa viagem, lá vencia o desafio…
Teresa Caeiro, 61 anos, Lisboa
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Rosélia Bezerra ― desafio 198

Rosa colocava açúcar na água da rosinha para Santa Terezinha. Juntava formiga, ela trocava.
Enquanto rezava, desejava conhecer Roma, era sonho antigo.
Seu mano a incentivava que continuasse a pedir intercessão.
Um dia, no sono da manhã, viu imagem do Vaticano.
Recebeu telefonema do padrinho, lhe pedia que fosse ao encontro.
Não é que ganhou passagens de presente?
Durante a viagem, no trajeto, agradecia muito a Deus.
Trouxe-lhe de presente raminhos de oliveira.
Sentiu-se andorinha no ninho.
Rosélia Bezerra, 64 anos, ES, Brasil
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

Chica ― desafio 198

Comemorando aniversário de namoroRosa e Pedro foram para Roma. Tudo bem planejado.
Porém, seu maninho, não tendo com quem ficar, teve que ir junto.
O casal esperava que ele dormisse seu soninho para poder viver o amor em seu ninho.
Mas eles não sabiam que o pequeno ,antes deles, na cama, havia comido muitos doces e formigas apareceram.
Que ânimo
Seus traseiros viraram almofadas, bem inchados. Fazer o que? 
Só coçar, coçar e mais ainda coçar!Chica, 70 anos Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

10/02/20

Desafio nº 198

Vamos partir da palavra ROSMANINHO

Encontrem 8 palavras de 4 ou mais letras dentro dela. 
Cuidado, só estão repetidos os N e os O.

A seguir, é só escrever uma história em 77 palavras com essas 
8 palavras e onde terá de entrar uma formiga.


Diverti-me assim:
Vestido de azul-marinho, o besouro aldrabão apareceu com a minha irmã de braço dado. Percebi logo que a Belinha não saber quantos namoros este já fez e desfez, sempre a somar formigas enganadas. Chamou-me de mano e eu, alto lá, caladinho, que não sou nenhum asno! Logo ficou a Belinha num pranto, recitando-me as rimas pirosas que o besouro lhe oferecera. Encolhi os ombros, não são normais. Avancei pelo carreiro, qual formiga cumpridora, e mergulhei no açucareiro.
Margarida Fonseca Santos, 59 anos, Lisboa
Desafio nº 198 ― anagramas de rosmaninho

09/02/20

Alda Gonçalves ― desafio 197

O temporal era tão intenso que parecia um furacão mas de repente serenou, e o céu ficou colorido de violeta. Com esta distração toda, o trabalho estava muito atrasado, mais um motivo para me sentir amarelo de pânico. Seria uma desilusão não ver a publicação surgir entre o azul pálido da contracapa da revista do próximo mês. Viver com felicidade, só é um fruto castanho de trabalho e dedicação, numa paleta de cores a destoar grandes ideias.
Alda Gonçalves, 50 anos, Porto
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

António Azevedo ― desafio 41

Era uma história contada recorrentemente e, sempre, com muita emoção e orgulho. Contava como uma mãe, munida apenas com a antiga 4ª classe, ensinou um menino – o seu primeiro filho – a ler: o filho a perguntar insistentemente como se diziam as palavras escritas nos frascos, o tempo sentados a desenhar as letras e os números e o espanto da professora quando percebeu que aquele menino, acabado de chegar à escola, já sabia ler e escrever sem dificuldade.
António Azevedo, 54 anos, Lisboa
Desafio nº 41 – a propósito do Dia do Livro

Helena Rosinha ― desafio 197

Manhã cedo, a caminho da estação, pondero o trajecto: na linha Azul vou directo ao trabalho, mas é demasiado rápido, por isso ontem não consegui vê-la.  Para evitar nova desilusão, hoje opto pela Amarela, mais demorada; talvez assim nos encontremos. Conseguem imaginar esta carapaça castanha, sisuda, radiante de felicidade ao vislumbrá-la na multidão?
O comboio pára, magotes entram e saem. Nisto, um furacão, uma capa esvoaça à minha frente. Ei-la! Violeta, a cor da calma,  do equilíbrio.
Helena Rosinha, 67 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

Domingos Correia ― desafio 192

Gaivotas em pedra
Quatro gaivotas  viram um pescador no molhe. Uma delas busca uma garrafa de plástico no chão, mergulha e espeta-a no anzol. Entusiasmado, o pescador puxa e… desilusão!
Outra busca um emaranhado de cordas perdido e faz o mesmo. O pescador puxa, outra desilusão!
 As partidas continuaram…
Até que, zangado, resmungando, o pescador terminou a pescaria.
O engraçado é que isto pegou moda entre as gaivotas. Já quase não se vêem pescadores a pescar porque é só desilusões.
Domingos Correia, 62 anos, Amarante
Desafio nº 192 ― gaivotas em pedra

Micaela C ― desafio 190

Numa  tarde estival - bela, como tu - deparei-me, jovialmente, com o teu bonito sorriso, caminhando pelo jardim, acompanhado do teu bonequinho irmão. Após avistar-vos juntos, fiquei perplexa e baralhada. Havia ali imensos jarros, tão especiais e brilhantes, qual lago reluzente.  tinha pensado, muito braviamente, que esqueceras de juntá-los, oferecendo-me um ramo.
Bendita, Graça, que recordou jovens namorados e seus belos presentes. Ficaste lembrado, juntaste-os e, dando-me um beijo, ofertaste-mos, deixando-me envergonhada. 
Jantámos, sempre muito felizes,  beliscando-nos alegremente.                                             
Micaela C, 17 anos, Epadrc, Alcobaça
Desafio nº 190 ― de 3 em 3, B ou J

06/02/20

Mara ― desafio 197

Houve um momento em que, por mais que me esforçasse, o trabalho tinha um tom amarelo pálido. Uma cor perdida no vazio e no caos. Um carimbo de desilusão num castanho tão forte que me fazia perder nos seus contornos. Se fechasse os olhos com força e principalmente com muita vontade, sentia a brisa violeta de um furacão que se aproximava, mas que nunca chegava até mim. E sonhava… de que cor será a felicidade?... talvez azul
Mara
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

Leonor C ― desafio 3

Era uma vez um rapaz chamado Rodrigo que tinha oito anos, ele tinha dois irmãos. Os três irmãos foram para a escola. O Rodrigo tinha quatro amigas e cinco amigos.  No intervalo, os dez colegas foram lanchar e viram seis formigas. O Rodrigo disse:
― Amigos, cuidado com as formigas!
Passado sete minutos, a professora chamou-os para a sala. Ela disse:
― Escrevam nove palavras sobre o Carnaval.
O Rodrigo foi o primeiro a acabar, ele ficou muito contente. 
Leonor C., 8 anos, Fernão Ferro, professora Adelaide Passarinho
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

Megui ― desafio 190

João plantou uma grande bananeira no seu belo jardim. Certo dia a bananeira começou a mexer-se. João entrou na sua bananeira e acordou em Jumanji.
E ficou muito baralhado! 
O sítio tinha jaguares, macacos, coalas e baleias. Encontrou golfinhos e jogou com eles à bola. E depois foi jantar e comeu um bife com molho de jasmim e também muitas batatas fritas com ketchup.
João adorou o maravilhoso banquete!
Depois ele acordou junto ao muro da bananeira.
Megui, 10 anos, Lisboa, professora Adelaide Passarinho
Desafio nº 190 ― de 3 em 3, B ou J

Paula Castanheira ― desafio 197

Violeta, mulher furação,
que te fizeram ao azul do olhar?
Porque te esquartejaram a felicidade?
Porque partiste,
assim, pra tão longe de ti?
Não te sepultes!
Faz da desilusão, a tua força.
És semente!
Enterra os pés, no castanho alimento.
Sente as raízes.
Germina!
Trabalha.
Não, esse sorriso assim,
amarelo pálido,
não te pertence.
Escuto primaveras, nesse chão que pisas.
Aceita passados e memórias.
Aceita, mas por favor,
não te demores!
Volta pra ti.
Violeta, mulher furacão!
Paula Castanheira, 55 anos, Massamá
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

04/02/20

António Azevedo ― desafio 40


Não subas à árvore, ! – suplicava o amigo. Ele bem se lembrava da última tentativa: o Tó ficara tonto ao tentar tal feito. Chamaram-lhe totó após esse fracasso. Como isso o irritou! Hoje não ia desistir, mesmo com o risco de cair e de ficar todo roto. Não ia deixar que um simples toro, mesmo que muito torto, o humilhasse assim. Finalmente sentou‑se triunfante no galho mais alto. O susto veio depois, ao pensar em descer dali…
António Azevedo, 54 anos, Lisboa
Desafio nº 40a partir de anagramas contendo as letras de Toronto

Toninho ― desafio 197

felicidade vem daquele olhar castanho, que parou sobre o meu. Foi no Japão quando da passagem do furacão Hagibs, ela vestida num lindo amarelo, caída na calçada de mão estendida pedia socorro. Depois de muito trabalho consegui ergue-la até ao subterrâneo abrigo violeta, construído para os eventos catastróficos. Havia total desilusão por todo abrigo sob um céu azul, que testemunhou o nascimento de um grande amor, que me faz tão feliz da vida junto desta japonesinha.
Toninho, 63 anos, Salvador-Bahia-Brasil
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores
Publicado aqui: https://mineirinho-passaredo.blogspot.com/2020/02/aquele-olhar.html

Cristina Lameiras ― desafio 197

Vidas
Com prognóstico reservado um furacão chamado Violeta, chorava de dor.
Nervosa, reviveu um passado de felicidade, onde curtir era o seu lema, amarelo a cor preferida. 
Trabalho árduo na faculdade de medicina, vestir a farda azul de cirurgiã o seu sonho.
Participara em eventos sociais dispendiosos, excitantes, sofisticados.
No silêncio da dor surgiu a desilusão castanha, escura.
Após a catástrofe necessitava de descansar, repousar com cautela para regressar ao seu lar.
Iria receber a "Nota de Alta"?
Cristina Lameiras, 54 anos, Casal de Cambra
Desafio nº 197 ― pares de palavras e cores

Diogo D ― desafio 24


Era uma vez duas melgas muito amigas, uma mais gordinha e a outra mais magrinha que estavam a conversar sobre o roubo que a magrinha tinha cometido uns dias antes.
Passado algumas horas, o aranhiço encontra a melga gordinha e diz:
― Onde é que está a magrinha?
― Não sei! ― exclamou a gordinha.
― Diz-lhe que eu volto para a procurar!
― Amiga melga, podes sair de trás de mim e vamos fugir para longe, para ele jamais nos encontrar.
Diogo D, 16 anos, Lisboa, prof Adelaide Passarinho
Desafio nº 24duas melgas à conversa, uma gorda e outra escanzelada

Carla Silva ― desafio 188

Solidão
Fechei a porta e sentei-me no chão, esperando algo que me indicasse que era tudo um sonho. 
Mas nada de novo acontecia. Apenas um estremecimento percorria o meu corpo, recordando-me que precisava sair dali. Sair... Para quê?
Independentemente do local a dor permanecia bem viva no meu peito
Às vezes penso que era melhor deixar-me ficar ali no chão gelado até perder a razão e deixar-me envolver pelas trevas que lentamente me abraçam ao cair da noite.
Carla Silva, 45 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 188 ― sílabas de estremecimento

02/02/20

Gabriel F ― desafio 181

Num dia de sol saí de casa. Vi areia ao lado da porta mas continuei o meu caminho. O mar estava muito lindo e decidi sentar-me para fazer a leitura de um conto.
Quando acabei, continuei a andar e encontrei um amigo.
Tivemos de fugir das abelhas para não sermos picados. Pouco depois encontrei a minha mãe, que nos ofereceu um farnel de gelados com creme de chocolate!
Foi um dia muito feliz. Eu adorei esse dia!
Gabriel F, 6ºD, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 181 ― sequência imposta sem praia

Pedro S ― desafio 181


Num dia de sol o meu avô é a minha avó foram comprar dois frascos de areia com conchas pequenas em cima. 
Quando estavam a vir para casa eles passaram pelo mar. Ao chegarem a casa a minha avó foi ler um livro, foi para a sua leitura. O avô saiu para ir dar um passeio e encontrou-se com um amigo. Fizeram um piquenique onde foram picados. Esqueceram-se do farnel, mas compraram bolas de Berlim com creme
Pedro S. , 6ºD, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 181 ― sequência imposta sem praia

Rafael S ― desafio 3


Era uma vez um bebé que contou os números de um a dez e contou-os pela seguinte ordem: dois, nove, três, quatro, cinco, sete, seis, oito e depois contou-os por ordem crescente e decrescente, e depois fez um incrível discurso contra o Donald Trump.
Como foi o discurso de um bebé, foi assim. Ele disse “Gu gu da da” e o Trump desmaiou de ser super mega incrível!
E o bebé derrotou o maluco do Donald Trump. 
Rafael S., 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

João Ricardo O ― desafio 3


O dia sete de novembro é o meu aniversário: fui passear a Espanha e fui comprar gomas. Trouxe três sacos de gomas. Às nove da noite fui jantar fora e cheguei a casa às dez. No dia seguinte, dia oito, cheguei à escola e fui para as aulas. Às seis fui andar de bicicleta, essa sexta era um excelente dia para me deitar às duas da madrugada. O meu pai foi trabalhar às quatrocinco da manhã.
João Ricardo O., 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 3 – números de 1 a 10

Joana ― desafio 25

A professora Maria Joana estava a dar aulas quando viu um rato.
Ela atirou-lhe com um tomate, mas não lhe acertou.
Então ela ligou do seu telemóvel para a polícia, para que eles a ajudassem a apanhar o rato.
O polícia disse-lhe para ela fazer uma armadilha com uma caixa com velcro e um croquete.
Ela assim fez e conseguiu apanhá-lo.
A experiência foi um sucesso tão grande que apareceu no programa da Cristina Ferreira na televisão.
Joana, 10 anos, professora Adelaide Passarinho
Desafio nº 25 – palavras com sílabas encadeadas