17 dezembro 2018

Catarina P ― desafio 157


Um dia, subitamente, surgiu, em mim, um prazer invulgar. Prazer esse que me fez sentir viva, feliz e aberta a embarcar em diversas aventuras. 
Senti uma liberdade imensa! Mas que imprudência seria aquela?  
As festividades estavam a iniciar-se e eu a delirar. Mas, afinal, que se estava a passar? Cada vez mais a agravar-se. Precisaria de ajuda? Sem dúvida!  
Pesquisei, achei, pensei, argumentei, presumi. Enfim, era uma perseverança que guardava em mim. Aguentaria eu ser valente? Imaginei.  
Catarina P., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Lúcia G ― desafio 19


Nos Açores uma VACA come erva, e dá leite para eu comer o queijo.
O problema é que o Americano LEVA substâncias tóxicas para o VALE, CAVA o solo e deita o seu lixo. O MILITAR TOMA conhecimento e vai verificar se o MATO está contaminado, parece que é preciso LIMITAR estas actividades para não haver perigo.
Felizmente tudo não passa de um engano, e LOGO o Cristiano marca um GOLO e fica tudo bem. Viva Portugal!
Lúcia Gonçalves, 40 anos, Guimarães
Desafio nº 19 – anagramas dentro da história

Guilherme C ― desafio 157


Passadas as férias de Natal, ninguém queria regressar às aulas. Umas grandes férias de tal maneira divertidas e, em seguida, três meses de aulas!
A minha turma estava extremamente desalentada. Muita gente nem apareceu... Mas em mim existia a bravura que vinha da ânsia de atingir excelência académica. 
Tive de me levantar às sete e quarenta para chegar atempadamente às aulas. 
Faltam apenas setenta e sete dias!... Ainda é bastante, mas eu habituar-me-ei a esta prática diária.
Guilherme C., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Carolina H ― desafio 150


Era uma vez um menino chamado Diogo que era gordo e gostava muito de dragões e tinha um grande peluche estragado. Na escola dele havia um grande bando de miúdos que estavam sempre a gozá-lo. 
Certo dia, o menino disse aos pais que estava a ser gozado, e os pais foram fazer queixa à direção da escola. E daí em diante o Diogo não foi mais gozado. E a vida dele foi muito mais feliz para sempre. 
Carolina H, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Pedro O ― desafio 19


Era uma vez um agricultor e a sua esposa que viviam numa quinta ao pé do Castro Saboroso que por acaso era do meu tio.
Como todos os dias, o agricultor ia ver a VACA. Reparou que a vaca não tinha onde beber e a sua mulher à janela viu o PATO a precisar de um banho e disse ao marido: 
― Oh, homem TOPA um sítio e CAVA um
buraco grande para o pato e a vaca!
Pedro Oliveira, 10 anos, Guimarães
Desafio nº 19 – anagramas dentro da história

Alexandre R ― desafio 157

Um dia destes, estava a ver um filme que relatava a aventura de uma rapariga que amava testar limites. A sua bravura era de uma rareza estranha, nunca antes vista.
Num dia de chuva, saí de casa e decidi utilizar as tais habilidades que ela me ensinara. Cada pedra parecia um gigante, cada planta lembrava um ser que me assustava.
E, perante tais seres que apenas existiam na minha cabeça, decidi dissuadir as ideias que me perturbavam.
Alexandre R., 14 anos e Carolina D., 13 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Salomé V ― desafio 80


Uma aranha chamada  Maria ia ter o seu primeiro Natal, estava ansiosa que chegasse esse dia. Ela estava a preparar os enfeites para decorar… De repente lembrou-se de que precisava de uma árvore de Natal, mas não havia nenhuma para o seu tamanho.
Pensou, pensou, lembrou-se que poderia fazer a árvore, já que tinha algumas rolhas. Fez uma árvore: estava espetacular!
Chegou o dia tão esperado e recebeu vários presentes na linda da árvore, disse:
― Feliz Natal!
Salomé V, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 80 – o Natal da aranha

Lúcia G ― desafio 76


De manhã levantei-me, e pensei; quem me dera descansar, mas é sexta-feira dia, de lanche especial na empresa, as minhas amigas esperam-me para dançar, cantar, beber e brindar até entardecer. 
Na vinda para casa pensei; fiquei cansada de me rir, fui fazer de jantar: massa, espinafres e salsichas. A minha mãe disse esta massa está incrível, tens que me dar a receita, e eu escrevi tudo num papel.
Mais tarde, pensei; afinal ainda bem que fui trabalhar!
Lúcia Gonçalves, 40 anos, Guimarães
Desafio nº 76 – escrever sem a letra O

Diogo C ― desafio 150


Era uma vez um rapazinho chamado Diogo que gostava muito de tecnologias. Então, pediu um tablet digital para o Natal. O seu pai pediu umas férias ao chefe. Maldisposto, este ameaçou mandá-lo para o desemprego. O pai estava desgastado, não tinha dinheiro nem para o gelado de que mais gostava. Estavam numa situação muito desagradável, sem prendas para o Natal! Mas que desgraça!
Então, subitamente, viu a sua árvore rodeada de prendas. Era a magia do Natal.
Diogo C, 6º C, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Clara T ― desafio 150


Gordo e grande dragão,
Que não se chama João.
Tem como nome Rodrigo
E é visto como um perigo
Para o seu maior inimigo. 
Dele não é preciso ter medo, 
Pois ele é bom em segredo.
Vive num país geladinho
E adora o seu amigo Dioguinho.
Infelizmente não tem nenhum amiguinho,
As meninas gritam quando o avistam,
Mas não sabem o quanto o assustam,
Pois dentro de um dragão assim tão frio,
Mora um grande coração vazio.
Clara T, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 150 ― 6 palavras com GD

Pedro O ― desafio 76


Era uma vez uma TV especial; graças à sua incrível capacidade para reunir a família, ela tem Netflix, fibra, mais de 120 canais, e-mail, messenger e até fala.
Na segunda-feira estive a ver Zigzag, na terça-feira vi um filme na RTP1, na quarta-feira vi uma série juvenil, na quinta-feira fui andar de bicicleta, e a seguir na sexta-feira, para desfrutar mais da tv, a minha mãe fez-me chá de tília.
Ainda bem que existe a tv digital.
Pedro Oliveira, 10 anos, Guimarães
Desafio nº 76 – escrever sem a letra O

Raquel L ― desafio 157

Bravura é uma característica de muitas estrelas que conhecemos de narrativas fantásticas.
Eis algumas delas: Katniss Everdeen, Mérida, Peter Pan e muitas mais, para além da  minha preferida  ― “The Spider Man”.
Várias vezes, acham que a bravura pertence exclusivamente a gente marcante da esfera de cinema ― Batman, Superman, Lanterna Verde, Hulk, etc.
Mas também existem figuras extremamente valentes na vida real, entre as quais:  Malala, Anita Garibaldi e Madre Teresa de Calcutá.
Assim, be brave (seja valente)!
Raquel L., 12 anos - Colégio Paulo VI, Gondomar, Prof.ª Raquel Almeida Silva
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Programas Rádio Sim - semana 17 dezembro 2018


Todos os programas, sempre com Helena Almeida e Inês Carneiro, 

nas Giras e Discos, podem ouvir-se aqui (ou pelos links que estão em baixo).

Indicativo do programa:








- Música e letra: Margarida Fonseca Santos; 
Arranjos, direcção musical, piano e voz: Francisco Cardoso
- Histórias de Cantar CD - Conta Reconta

16 dezembro 2018

Carla Silva ― desafio 154


A discussão
Ana estremeceu. Bastaram uns míseros metros debaixo do temporal que se abatera sobre a cidade para ficar encharcada. Posteriormente, caso se constipasse, pensaria no tratamento adequado. Naquele momento só pensara em sair para não se submeter ao escrutínio alheio. Devia ter-se remetido ao silêncio, mas não conseguira mentir dizendo que não se importava.
Ao ouvir os
 comentários sobre a mulher que ocupava o seu lugar, percebeu que cometera uma loucura. Devia calar-se. Devia, mas não o fizera.
Carla Silva, 45 anos,  Barbacena, Elvas
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

Celina Silva Pereira ― desafio 156

Tudo é animação. Há trinta dias, Benji deixara um vazio. Dengo, vira-latas, chegou sozinho de fora. Em seguida, foram muitas ruas andadas, enquetes com vizinhos, anúncios, choro, orações, visitas de amigos, solidarizando-se.
Um dia, o chefe da família viu o vulto do cãozinho na sala, só miragem – ou visão. O certo é que no dia seguinte houve telefonema do site, que deu a localização de onde trouxeram de volta o chiuaua, já no mês do Natal.
Celina Silva Pereira, 68 anos, Brasília, Brasil
Desafio nº 156 – hist de animais sem P

Filomena Galvão ― desafio 157

Dia de celebrar três meses nupciais. Falta água e a academia fecha. Decidem ir ver um filme. A viatura recusa-se a trabalhar. Aguardam à espera que pegue. Assaltantes inexperientes atacam. Exigem janela aberta, carteiras e chaves. Ela reclama, fala, empata. Eles hesitam, acedem a deixar as chaves da viatura num lugar. Têm chance de fugir. Ele permanece, ela sai e vai buscá-las. E se a atacam? Vai temente. Acha-as. Que bravura!
Empurram, empurram… felizmente a viatura cede
Filomena Galvão, 57 anos, Corroios
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

14 dezembro 2018

EB Galveias, 3º/4º B ― desafio 157


Era uma vez uma bruxa que bateu num javali. Ele era irritante, mau e cheirava mal. As suas crias zangaram-se e fizeram queixa da bruxa à Mãe Natal. A bruxa está na esquadra da selva e jamais receberá prendas. Ela jura vingança e faz desaparecer a Mãe Natal. Nenhuma criança receberá prendas. As crias salvam a quadra natalícia. A marrã e um tapir fizeram azevias de landes para dar às crianças e as crias distribuíram-nas pelas cidades.
EB Galveias, 3º/4º B, professora Carmo Silva
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Domingos Correia ― desafio 154


Irmãos Metralha
Ação! Irmãos Metralha! Novamente tentando roubar os cofres do tio Patinhas!
Prepararam tudo: metralhadorasaltímetrosbarómetrosamperímetros, enfim, tudo ao milímetro!
Levando consigo o avô Metralha, encarregue de introduzir os códigos nos cofres, apanharam o metropolitano, depois o trem, novamente o metro.
― Desta vez, vai ser canja! – gabaram-se a rir.
― Avô, meta os códigos!
― Ai que me esqueci!
― Como?!!!
E zangados, desataram aos berros, acusando-se uns aos outros…
Entretanto, o tio Patinhas apercebeu-se e chamou a polícia…
Domingos Correia, 60 anos, Amarante
Desafio nº 154 – palavras com M E T R

13 dezembro 2018

Manuela Branco ― desafio 30


Não, palavra dura, fria, assertiva!
 diferentes formas de negação
Mal a ira acalme surgem outras mascaradas
Que sendo na mesma um ponto final,
Sempre deixam uma réstia de esperança 
Dure o tempo que durar!
Nem tu nem eu queremos um final.
Bem acomodados à existência monótona e baça
Que come os dias curtos e rápidos.
Não, palavra cruel mas corajosa
Se ela algum dia sair das nossas bocas, talvez
Acabe o triste arrastar das nossas vidas!
Manuela Branco, 62 anos, Alverca
Desafio nº 30 – provérbio à esquerda na folha imposto

Paula Castanheira ― desafio 156


― A refletir na morte da bezerra?
― Que absurdo, Raimundo! Contigo ou entra mosca ou sai asneira!
― É verdade, lembras-me uma barata tonta. Nunca mais foste o mesmo!
― Fiz figura de urso com a Maria!
― Vocês davam-se como cão e gato. Foi melhor assim.
― Sim, ela fazia de mim gato chinelo!
― Chinelo? Macacos me mordam, estás mesmo atrofiado das ideias!
― Só quero é dormir. Esquecer.
― Não me digas que te vais deitar com as galinhas. Vamos é divertir-nos!
Paula Castanheira, 54 anos Massamá
Desafio nº 156 – hist de animais sem P

José Valente ― desafio 28

Contradições de Natal
Brilham estrelas nas casas, cor e alegria
Tristemente, alguém chora numa cama de hospital
Sonhos, rabanadas, arroz doce, aromas nas mesas
Nalguma estrada, alguém distraído apoquenta uma família
Risos, gargalhadas, grande disposição,
Movimentam a mesa em grande agitação.
Tanta agitação desmedida que atinge o coração
Correm ambulâncias nas urgências dos hospitais
Nas casas, há presépios e grandes árvores de natal
Tudo anda a grande velocidade e desejamos que ninguém pare
Nalguma estrada, nalguma enfermaria, ou nalguma animação.
José Valente, 30 anos,  Lisboa
Desafios nº 28 e 29 – Natal e Passagem de Ano

Manuela Branco ― desafio 151


A noite já ia longa, sacudiu o capote fazendo saltar gotas de água que mais pareciam missangas transparentes e geladas.
A omelete de espargos ia saber-lhe que nem ginjas, ia aquecer-lhe a alma e apaziguar o grito do estômago há muito vazio.
trepar lânguido do gato para o colo, deu-lhe alento para escrever na página em branco a palavra saudade e desenhar uma rosa.
Engoliu em seco, doeu como se tivesse um funil enfiado na garganta.
Manuela Branco, 62 anos, Alverca
Desafio nº 151 ― palavras com espargo

Theo De Bakkere ― desafio 157

Manteiga
Era uma vez, um par de arganazes que vivia uma vida feliz num curral, ali estavam a apanhar as migalhas em abundância. Apenas a incessante seca alentejana dava dia para dia dificuldades.
Ai! Em tentativa de matar sua sede, grande a fêmea caiu numa leiteira cheia. Que audácia, sem pensar queria ajudar sua cara-metade para sair, mas também caiu. Tiveram nenhuma esperança, mas justamente chapinhar naquela bebida cremosa acelerara a resgate. Sem saberem, estavam a bater manteiga.
Theo De Bakkere, 67 anos, Antuérpia, Bélgica
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

12 dezembro 2018

Natalina Marques ― desafio 157


Tu ficas na casa. As terras nada valem, as Cerejeiras que lá têm... Cerejas, nem vê-las.
Quem sabe, na Primavera que vem, te delicies.
Vai para França, aí ganharás para a casa, as terras, e mais que queiras ter.
Leva a vida a cantar, alegra-te em dias de festa, na aldeia que te viu nascer, seja Deus na tua vida para que sejas feliz.
Deixa a tristeza para trás, verás que é mais fácil, vencer a saudade.
Natalina Marques, 59 anos, Palmela
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O

Carla Silva ― desafio 152

Meu querido pai
― Conheço-te?
Perante aquelas palavras, Otília perdeu o sorriso e beijou o rosto que tanto amava.
Durante os últimos anos, o pai confundira-a imensas vezes.
Inicialmente com membros de família, depois com colegas de trabalho e de escola, ouvira confidências, desabafos... Ouvira de tudo, mas não contava ouvir aquilo.
O pai não tinha culpa, era aquela doença, que parecia mofar deles, ora permitindo-lhes conversar como sempre fizeram, ora arrebatando-lhes as recordações vividas como se nunca tivessem sucedido.
Carla Silva, 45 anos, Barbacena, Elvas
Desafio nº 152 – frase de Lídia Jorge

11 dezembro 2018

PODCAST ESCOLAS 77-80 – 11 a 14 dez 2018

São estas as histórias que lemos esta semana:
PODCAST ESCOLAS 77 ― 11 dezembro 2018 ― Mário, Tomás e Leonel   OUVIR

Mário e Tomás, 3º ano, EB da Ermida, Ermida, no Agrupamento de Escolas Abel Salazar, prof Alexandra Pinho
Desafio nº 88 – todas as palavras com mais de 6 letras têm de ter RST
e
Leonel C, 6ºC, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 145 ― o dia/noite começou quando…

PODCAST ESCOLAS 78 ― 12 dezembro 2018 ― Álvaro, Filipa e Constança
Álvaro e Filipa, 3º ano, EB da Ermida, Ermida, no Agrupamento de Escolas Abel Salazar, prof Alexandra Pinho
Desafio nº 23 – percurso de palavras obrigatório: leitão + rolha + almofariz + despertador + bola de ténis + vespa + papel
e
Constança F, 10 anos, EB23 Dr. José Neves Júnior, Faro, prof Maria Manuel Patrício
Desafio nº 153 ― frases com APOTERA

PODCAST ESCOLAS 79 ― 13 dezembro 2018 ― Texto coletivo 5ºD e Rodrigo
Texto coletivo, 5º D, Escola Professora Paula Nogueira, Olhão, prof Cândida Vieira
Desafio nº 76 – escrever sem a letra O
e
Rodrigo T, 5ºB, Escola Dr. Costa Matos, Gaia, prof Cristina Félix
Desafio nº 148 ― associação de palavras (bisnaga)

PODCAST ESCOLAS 80 ― 14 dezembro 2018 ― Matilde e Mariana
Matilde C, 5º B, Escola Professora Paula Nogueira, Olhão, prof Cândida Vieira
Desafio nº 37 – uma história sem usar a letra A
e
Mariana P, 17 anos, Esc. Sec. José Saramago – Mafra, prof Teresa Simões
Desafio RS nº 17 – Ludmila Faneca

Maria Loureiro - desafio 156


Alguém da vizinhança brindou-nos um gatito, através da sebe do quintal.
Lembro-me que à noite lhe demos as sobras do frugal jantar. Vivia-se em guerra, tudo escasseava, só a insegurança e o medo, mas também a coragem, eram grandes. O gato, solidário, deve ter assobiado aos familiares… nos dias seguintes contavam-se catorze…
O solidário ganhou o direito de ser único a entrar em casa, detestava festinhas com as mãos, deliciava-se quando, sentados a estudar, o acariciávamos descalços.
Maria Loureiro, 63 anos, Lisboa
Desafio nº 156 – hist de animais sem P 

Programas Rádio Sim - semana 10 dezembro 2018


Todos os programas, sempre com Helena Almeida e Inês Carneiro, 

nas Giras e Discos, podem ouvir-se aqui (ou pelos links que estão em baixo).

Indicativo do programa:








- Música e letra: Margarida Fonseca Santos; 
Arranjos, direcção musical, piano e voz: Francisco Cardoso
- Histórias de Cantar CD - Conta Reconta

Amália da Mata e Silva ― desafio 157


Era uma mulher cheia de ideias. A sua vida, ligava-a à música: era a banda da
aldeia, as aulas, a sua aprendizagem... Um dia, a embriaguez, de um viajante, deixa-
a paraplégica e a vida tal qual a vivera, ruiu. Tristes dias viveu!
É persistente e nada a deterá.
Luta para que a vida de “diferente” seja mais fácil, derruba barreiras físicas, altera mentalidades, funda uma “Casa de Ajuda”.
Trabalha na Autarquia e a sua cidade está bem melhor!
Amália da Mata e Silva, 63 anos, Vila Franca de Xira
Desafio nº 157 ― hist de coragem sem O


Teresa M ― desafio 38


O Natal está a chegar. Mas onde estarão as prendas? Até quando vou aguentar? Alguém me pode explicar? Esta ansiedade es a dar cabo de mim, mas aconteça o que acontecer não vou abrir os presentes até ele chegar. Ganhei coragem e vou resistir! 
O grande dia chegou. Levantei-me da cama e fui a correr pelas escadas abaixo para ir abrir as prendas que durante uma semana esperei e quando cheguei à sala... gritei e ali fiquei!
Teresa M, 12 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto
Desafio nº 38 – partindo de uma frase, utilizar os pares de letras desta para o texto

Inês C ― desafio 59


Era uma vez um menino que perguntou à mãe se podia ir ao cinema e ela respondeu:
― Não vais, porque também não estudas e não queres ir à escola. 
― Se não posso ir ao cinema, posso ir à piscina? ― perguntou ele não muito contente.
A mãe disse:
― Se não te esforças e não tiras boas notas, continuo a dizer não, não e não!
― Só dizes não? Só sabes dizer não?!
― Não, não! Também digo: vai estudar, filho! 
Inês C, 12 anos, Paços de Ferreira, prof Joana Pinto
Desafio nº 59 – 14 vezes a palavra não